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50 anos à frente do seu tempo!

Postado em 27 de outubro de 2013 às 10:24

Joseph Pilates acreditava que ele estava 50 anos à frente do seu tempo. Ele acreditava que um dia o mundo viria a conhecer, apreciar e abraçar o seu método.

Texto de Joy Puleo, Gerente de Programa de Educação da Balanced Body

Aqui estamos, apenas 50 anos desde sua morte, e sua visão está sendo realizada. Agora vivemos em um mundo onde o nome de Pilates é sinônimo de saúde e fitness de alta qualidade.

Onde clientes de todo o mundo procuram nossos estúdios porque um médico instruiu-os, ou porque viram o estúdio referenciado no "Sex in the City", ou porque uma amiga aparece tonificada e saudável apenas algumas semanas após o parto.


Seja o que for que os traz para você, é o trabalho que Joseph Pilates criou que os mantêm ligados, entusiasmados e sentindo-se fortes e saudáveis.

Nossa comunidade de Pilates é tão diversa, dedicada e apaixonada como Joe foi. Muitos de nós vamos para o trabalho por causa de como ele nos faz sentir... e cada dia vemos os "Milagres de Pilates" que ocorrem em nossos estúdios. Nossos clientes podem entrar pedindo por um abdômen liso, mas saem com as ferramentas para se manterem saudáveis e fortes não apenas hoje, mas para seus muitos amanhãs.

O que pensaria Joe sobre onde nossa comunidade está hoje? O que ele pensaria sobre os desenvolvimentos mais recentes para seus equipamentos? De como seus desenhos originais agora foram combinados com uma compreensão atual da biomecânica humana e construídos com materiais e tecnologia que ele não podia ter sonhado. Como alguém que sempre foi se ajustando com seu equipamento, acho que ele ficaria encantado.
E o que você acha que sua reação seria quando dissesse que milhares de pessoas de todo o mundo agora ganha a vida ensinando o método dele? Cairia o queixo? O que acharia dos programas de educação atual que levam seu nome?

Fonte: Site PhysioPilates                                           Imagem: Internet

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Pilates para ciclistas

Postado em 27 de outubro de 2013 às 10:09

Não é novidade que o Pilates é um dos exercícios mais indicados como complemento para quem é esportista.

Os ciclistas que incluem o método no treinamento de rotina melhoram não só a força, mas a postura, o equilíbrio e a agilidade na execução dos movimentos. Uma sessão de Pilates duas a três vezes por semana é muito eficaz no desempenho desse atleta.

Segundo a fisioterapeuta esportiva RosanaVaz, grande parte dos ciclistas competidores sentem dores musculares e lombares depois do treino ou competição. Depois de algumas semanas no Pilates, pacientes com este quadro melhoram consideravelmente as dores e passam a corrigir certas falhas.

A técnica aumenta a força das pernas e na parte superior do corpo, o que ajuda o ciclista a manter a postura correta e ter maior impulsão nas pedaladas. "Outra vantagem é o alongamento dos flexores do quadril e do quadríceps, o que reduz as dores lombares e nas costas", afirma Rosana.

O exercício melhora o equilíbrio do ciclista, contribuindo para minimizar as quedas frequentes e promovendo uma maior consciência corporal. As técnicas de respiração do Pilates também ajudam no aumento da resistência do atleta. Utilizando exercícios específicos, é possível acelerar a recuperação das pernas cansadas, trabalhando a circulação.

"O Pilates também corrige os desequilíbrios musculares, muito comuns no ciclismo. Esse esporte trabalha principalmente o quadríceps, por isso é importante fortalecer os músculos da coxa, para estabilizar as pernas e manter as articulações do joelho e quadril alinhadas", explica a fisioterapeuta.
A técnica só é contra-indicada no caso de lesões associadas, quadros de dor ou edema e ciclistas não atletas.

Fonte: Site Physiopilates                                                     Imagem: Internet

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Sem flexibilidade,a máquina física enferruja e a mente se converte numa fábrica de idéias engessadas

Postado em 31 de agosto de 2013 às 21:35

Fuja desse desgaste desnecessário e aprenda a se ajustar às demandas do momento. Como? Ora, soltando o corpo e, por tabela, as emoções.

Estica, puxa, recua. A musculatura reage, ora espichando, ora repousando. Na mesma levada, a mente aprende a se moldar às circunstâncias. Tolerante quando pedras atravancam o caminho, ousada quando a pista está livre. Em tempos de mudanças aceleradas e múltiplas tarefas, a flexibilidade deixa de ser diferencial para se tornar premissa básica da vida contemporânea. A ordem é soltar a cintura e requebrar sempre que as situações solicitarem traquejo.

"Pessoas rígidas vivem presas a um modo único de pensar e de se comportar, não importa se estão na praia, no trabalho ou em família", diz a psicoterapeuta Ana Lúcia Faria, especializada em psicoterapia reichiana e análise bioenergética, de São Paulo. Convenhamos, o desgaste é muito maior quando empacamos diante dos acontecimentos, por pura incapacidade de adotar outras cartilhas. Em contrapartida, ao sermos maleáveis, poupamos energia e, com o saldo positivo, podemos investir numa potência chamada criatividade. "Indivíduos flexíveis não chegam a construir verdades absolutas. Permanecem abertos e conectados aos movimentos da vida, adquirindo novas ferramentas e formas de expressão", afirma Ana Lúcia.

Segundo tradições orientais como a ioga e a massoterapia, a maneira como tratamos nosso corpo se reflete, ainda que por vezes de forma sutil, em nossa visão de mundo e, consequentemente, em nosso comportamento. Afinal, mente, corpo e espírito estão interligados. Sob essa perspectiva, um canal, quando lapidado, afeta o outro, e assim por diante. "Essa integração resulta em mais força de vontade, mais flexibilidade nas relações, mais resistência a frustrações e agilidade mental para responder assertivamente às necessidades da vida moderna", diz Eduardo Legal, educador físico, professor de ioga e docente do curso de naturologia da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo.

Para ilustrar a simbiose entre corpo e mente, o massoterapeuta e professor de ioga carioca Marcelo Passos cita a postura do guerreiro. Para quem não sabe, essa ássana é executada com alongamento da perna traseira, flexão da dianteira e união dos dois braços sobre a cabeça. Resultado: o praticante expande o peito e busca internamente força para se abrir ao inesperado. Sob tal ponto de vista, a prática milenar não se resume a um conjunto de exercícios. É, sim, uma escola que reeduca os praticantes para o cotidiano e para o autoconhecimento e ainda dá ênfase ao alongamento dos membros, estimula o equilíbrio e a força muscular. "Por meio da ioga, iluminamos nossa consciência, que nos leva ao encontro da harmonia e da felicidade plena", afirma Legal. Também faz parte da prática a meditação, poderosa para estimular o pensamento a se libertar de suas amarras – crenças, julgamentos e preconceitos –, tornando-se mais flexível.

No entanto, ressalta Legal, nem todos os adeptos sentem a mesma transformação. Há os que se tornam flexíveis no âmbito físico e no emocional e os que desabrocham em apenas um desses aspectos. "Há pessoas que não percebem mudanças significativas em seu corpo, mas se tornam mais seguras e dispostas a aceitar novas possibilidades de vivenciar suas experiências, e vice-versa", diz. No fundo, vale mais a intenção atrelada à prática do que o desempenho em si.

Leveza do ser

Um outro aliado eficiente nessa busca de comportamentos menos rígidos é a massagem. Além de amolecer os músculos, determinadas técnicas vão fundo, dissolvendo bloqueios energéticos. "Todas as correntes da massoterapia oriental visam desobstruir os canais que distribuem energia vital para as diferentes partes do organismo", afirma Passos. Imagine que nossa estrutura é um mapa de pontos que influenciam o funcionamento de órgãos e glândulas. Uma vez destravados os "nós" desse esquema, o indivíduo tende a recuperar o equilíbrio e a saúde. "Depois de uma sessão de massagem, a pessoa sai com a expressão leve e o organismo mais aberto." Com o tempo, assegura o especialista, o cliente se prepara para receber o que o mundo pode ofertar e também se fortalece para enfrentar possíveis dificuldades.

Segundo o especialista, a ioga e a massagem falam a mesma língua. Por isso, podem ser combinadas à vontade. "As duas modalidades soltam o corpo e, ao mesmo tempo, estimulam a busca pela liberdade interior, pela compreensão de quem somos em relação a uma dimensão superior", diz. A diferença fundamental é que, enquanto a massagem se presta muitas vezes a atenuar queixas emergenciais, como dores musculares pontuais, a ioga consiste num trabalho de longo prazo. "Com o tempo e a interferência dos exercícios respiratórios, o aluno toma consciência de si e de suas emoções", afirma.
Expandir sem agredir

Exercícios de alongamento também são uma ótima pedida para destravar os movimentos. "Por meio deles, podemos melhorar muito a amplitude articular de determinados gestos, o que previne lesões musculares", afirma Legal. "Além de expandir o alcance de ações cotidianas, como agachar ou pegar um objeto acima da cabeça, o alongamento também é fundamental para aumentar o fluxo sanguíneo, conferindo leveza ao corpo em repouso ou em deslocamento", diz o professor Abdallah Achour Junior, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), no Paraná, e autor de Flexibilidade e Alongamento (ed. Manole).

Vale lembrar que o objetivo dessa atividade não é transformar os praticantes em contorcionistas – indivíduos geneticamente programados para se confundirem com elásticos ambulantes. Tampouco é aconselhado perseguir a elasticidade ostentada por bailarinas ou ginastas. Litros de suor e lágrimas patrocinaram essa condição física excepcional. Não se iluda. Tome, sim, muito cuidado para não extrapolar seus limites. Não busque resultados imediatos nem estique a musculatura no tranco, recomendam os especialistas. "É preciso colocar a mente em sintonia com o corpo, prestando atenção na respiração e na quantidade de desconforto percebido. Uma música agradável pode propiciar maior consciência corporal", diz Abdallah. "Escute sua estrutura primeiro; depois, o professor", diz Legal. Outra dica é observar como você se sente no dia seguinte. Caso não consiga subir escadas de tanta dor muscular, mau sinal. E o professor aconselha: "Se alguma região ficou dolorida não significa que o treino tenha sido bom. Você pode estar exigindo demais de si. Vá mais devagar".

A musculatura precisa de tempo para se afrouxar. "Em geral, o aluno começa a sentir os efeitos da prática após três meses", afirma Legal, que ainda defende o diálogo constante entre aluno e professor. "Profissionais qualificados sabem manejar o corpo alheio, ajudando o aluno a atingir seus objetivos sem exageros. Mas é importante que as duas partes conversem e sejam companheiras nesse processo", diz. Só não permita que o alongamento se reduza à repetição burocrática de movimentos. Quando estiver concentrada no trabalho muscular, não perca a chance de auscultar as sensações desencadeadas pelo processo. "O praticante precisa estar em conexão com seus sentimentos e emoções e propenso a questionar gradativamente a totalidade de suas ideias e crenças", dizem as terapeutas corporais Jalieh Juliet Milani e Alessandra Shepard, na introdução do livro Exercitando o Corpo e a Alma – Movimentos com Energia e Consciência (ed. Pensamento). "Ao despertarmos, a consciência se expande, e, com isso, também nosso poder individual para influenciar e contribuir para a nossa vida e a dos outros", afirmam.

Arquivo corporal

Nem sempre a rigidez física é escancarada, é bom lembrar. E, por isso mesmo, precisamos encontrar acessos mais sutis para alcançá-la. Tocamos nossa vida normalmente sem perceber uma série de alertas, como peito afundado, ombros levantados, braços rentes ao tronco, garganta retesada. Segundo a psicoterapeuta Ana Lúcia Faria, que integra a dimensão física ao tratamento psicológico, tanto a postura como a expressão de um indivíduo denunciam, de forma sutil, emoções, dores e crenças cristalizados em pontos diversos da anatomia. Logo, essa vertente é indicada para quem busca um trabalho terapêutico mais profundo e sensível.

"Segundo o psiquiatra Wilhelm Reich, toda tensão física tem uma história", afirma a especialista. Ela esclarece: quando a criança "engole" o choro, comprimindo a garganta, entende que será reconhecida naquela família por sua força e coragem. Nesse sentido, o enrijecimento estrutural, chamado de couraça, surge simultaneamente à tentativa do indivíduo de se ajustar aos valores do meio em que vive ou para se defender dele, se for o caso.

O somatório de contenções inconscientes espalhadas pelo corpo resulta numa armadura que nos impede de viver com fluidez. Não temos como evitar a formação dessa blindagem. Crescer implica expor-se a pressões e cobranças. No entanto, podemos, com o auxílio de um psicoterapeuta, dissolver aos poucos os bloqueios que nos engessam física e emocionalmente. "Trabalho no sentido de desmanchar esse endurecimento, fazendo com que o paciente descubra por que está com a respiração presa ou com os ombros erguidos, por exemplo", diz Ana Lúcia.

Depois de identificar o sentimento gerador de determinada constrição e de vivenciar um gestual mais solto, a pessoa consegue ampliar seus movimentos e, por tabela, sua maneira de se inserir no mundo. "Cria-se, assim, uma nova maneira de existir. A vida passa a ter mais espaço, mais pulsação e flexibilidade", afirma ela. Tudo o que mais queremos. Transitar por aí leves como plumas, maleáveis como a palmeira à beira-mar.

Fonte: Site PhysioPilates                                                            Imagem: Internet

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Exercício físico fortalece articulações e músculos e ajuda a prevenir quedas

Postado em 25 de agosto de 2013 às 21:18

Obstáculos nas calçadas são um dos motivos principais de queda nas ruas. Prestar atenção ao caminhar é essencial para se proteger; veja mais dicas.

 

São diversos obstáculos no dia a dia das pessoas que podem causar quedas e lesões graves, como buracos nas calçadas, desníveis, escadas sem corrimão, chão escorregadio, tampas de bueiro ou até mesmo raízes de árvore que rompem o asfalto. Como disse a fisioterapeuta Leda Magalhães de Oliveira, ter as articulações e os músculos fortes é extremamente importante para se proteger e, por isso, é fundamental fazer exercícios físicos regularmente.

Além disso, quem pratica atividade física adquire também uma melhor consciência corporal e equilíbrio, fatores que ajudam a manter uma postura correta, o que também é eficaz contra as quedas.

Porém, a queda pode ser também um sinal de distúrbios de equilíbrio (de origem neurológica ou labirintite), deficiência visual (como a catarata), problemas cardiológicos (como arritmias) ou até mesmo doenças nos ossos ou articulações, como alertou o ortopedista Jorge dos Santos Silva. Outro problema que pode ser observado é no jeito de caminhar – estudos mostram que quem anda muito devagar também pode ter problemas de saúde. Na dúvida, a dica é sempre procurar um médico.

De acordo com a fisioterapeuta Leda Magalhães de Oliveira, caminhar corretamente com passos macios faz bem a vários sistemas do corpo, como o nervoso, osteomuscular e até mesmo o cardiovascular. Por outro lado, perder a mobilidade e andar do jeito errado, com os pés arrastando, pode igualmente prejudicá-los e ser um fator de risco maior para quedas. Além disso, é importante saber que até mesmo os braços são importantes na hora de caminhar e, por isso, eles devem estar sempre livres.

Uma dica de exercício para quem costuma andar "se arrastando" com o corpo de um lado para o outro é segurar dois cabos de vassoura na altura dos ombros e, a cada passo dado, usar o objeto para impedir a caída para o lado. Há também a opção de utilizar uma bolinha dura para exercitar os pés e corrigir a pisada - a dica da fisioterapeuta é deslizar os pés na bolinha, do calcanhar até os dedos.

Para treinar o olhar, a dica é esticar um braço à frente com o dedo indicador levantado e levá-lo de um lado para o outro acompanhando com os olhos. Dessa maneira, a percepção melhora cada vez mais e prepara a pessoa para andar com segurança e superar os obstáculos das ruas.

De acordo com o ortopedista Jorge dos Santos Silva, as quedas são o segundo principal motivo da busca por atendimento nos hospitais, quase o dobro dos casos dos acidentes provocados no trânsito. Ao cair, a pessoa pode ter diversas lesões como, por exemplo: um entorse, que é o rompimento dos ligamentos; uma luxação, que é o deslocamento dos dois ossos das juntas; uma fratura no osso, principalmente no punho, ombro e quadril; ou também uma simples contusão, batida que deixa a região inchada e dolorida.

Além de prestar atenção no trajeto e olhar sempre por onde pisa, é importante evitar o celular ao caminhar na rua e, se tocar, parar para atendê-lo. Os momentos mais perigosos são ao atravessar de um lado para o outro, descer escadas ou do transporte público – nessas horas, a atenção deve ser redobrada. Em descidas, a dica da fisioterapeuta é descer com o corpo de lado para diminuir o risco de cair.

Matéria publicada em portal Bem Estar.  Fonte: Portal Educação Física

Fonte: Site PhysioPilates                                                                 Imagem: Internet

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Exercício físico previne perda de memória.

Postado em 11 de julho de 2013 às 21:01

Uma pesquisa feita com ratos pela Universidade do Colorado, nos EUA, comprovou que a prática de exercícios físicos protege o cérebro. O estudo constatou que mexer o corpo também melhora o sistema imunológico.

Texto: Carolina Abranches/ Agência Estado

Segundo os pesquisadores, os maiores beneficiados com os exercícios seriam os indivíduos na meia-idade e os idosos. Com o teste nos ratos, ficou comprovado que uma pequena quantidade de exercícios era suficiente para evitar infecções e perdas de memória.

O que a memória tem a ver com infecções? De acordo com os cientistas, a demência na memória dos idosos ocorre geralmente após problemas imunológicos, como infecções bacterianas ou de cirurgias. E o exercício, por sua vez, melhora o sistema imunológico, evitando doenças.
Os exercícios também protegem o organismo dos declínios nas funções cognitivas.

Fonte: Physio Pilates via Portal A tarde                                                  Imagem: Internet

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A importância do silêncio: como cultivar a pausa

Postado em 23 de junho de 2013 às 13:37

Em um mundo cheio de ruídos, o silêncio é essencial para o bem-estar. Saiba como é possível atingir esse estado sem precisar ficar isolado em algum templo distante. Em 1952, o compositor John Cage apresentou uma peça de vanguarda ao público americano. Entrou no palco, sentou-se à frente do piano, ligou um cronômetro e, durante exatos 4 minutos e 33 segundos, ficou em... silêncio. Para o artista, a música eram os leves murmúrios produzidos pela plateia atônita. Ao final desse tempo, Cage levantou-se e agradeceu ao público como se tivesse acabado de apresentar uma de suas obras convencionais. O que o músico queria? Provocar reflexão em meio à ausência de som! Sua extravagante composição virou um clássico executado até hoje, batizado de 4'33.

Claro, o autor radicalizou uma experiência que, há séculos, tem operado profundas transformações não só espirituais e mentais como físicas na humanidade. Prática comum em todas as religiões, a meditação tornou-se alvo de investigação até da comunidade científica como caminho de cura para males de vários níveis. Não à toa! O silêncio é o início de tudo.

De onde surgem o bem-estar, a saúde física e mental, a criação. Na pausa entre os sons, a mente é ativada e se dá o pico da atividade cerebral. "Sem dúvida, a prática diária de interiorização melhora a qualidade de vida", assegura o psiquiatra Ramesh Manocha, da Sydney Medical School, na Austrália, pioneira numa recente pesquisa sobre meditação. "Torna-se fonte de paz interior e neutraliza as tensões da vida, aumentando a criatividade, a produtividade e a autossatisfação." Em seus estudos, o médico encontrou uma relação direta entre a boa saúde e o estado de silêncio mental.

Já se sabe que só a quietude leva a níveis profundos de autoconhecimento, permite a construção de sentimentos positivos e fortalece a autoestima. Para examinar de forma holística, e com metodologia científica, as qualidades incontestáveis do silêncio, a universidade australiana abriu inclusive uma clínica de meditação onde os pacientes praticam sahaja ioga e podem ser avaliados de perto. Depois de algumas sessões, boa parte deles relatou melhoras significativas.

Como cultivar o silêncio
Assim como o som, o ruído e os pensamentos, o silêncio é da natureza da mente. Todas as pessoas o reconhecem. Mas, entre tantos estímulos sonoros, quase não se respeitam os momentos de interrupção – imprescindíveis para uma vivência mais harmoniosa. A exemplo da música, a pausa existe para torná-la mais bela. "Nas composições pop e eletrônica, por exemplo, não há esse tempo precioso que faz o ouvinte ter uma apreciação mais qualitativa do som", diz o violonista Fabio Ramazzina, do Quaternaglia Guitar Quartet, renomado grupo de música de câmara paulistano.

"Já as obras clássicas são permeadas por um tempo onde não acontece nada, mas contêm todas as possibilidades de notas musicais." Não é fácil notar o nada, o vazio, a ausência de sons, segundo o músico, pois o silêncio absoluto só existe dentro de cada um. "O ritmo da vida contemporânea leva ao caminho inverso, aquele que não pressupõe paradas, como num texto construído sem vírgulas, parágrafos e pontos." No cotidiano, Fabio sabe muito bem cultivar as pausas. Todos os dias, ele pratica 50 minutos de meditação, conforme prega o grupo de estudos filosóficos do qual faz parte há cerca de 25 anos. "Isso me ajuda inclusive a aperfeiçoar cada vez mais meu jeito de tocar o violão e a compor melhor", revela o instrumentista. Prova incontestável de que a ausência de sons é fonte de boa música, a Nona Sinfonia, uma das maiores obras-primas de todos os tempos, foi composta no século 19 pelo alemão Ludwig van Beethoven, à época praticamente surdo. Ele não só criou como regeu a orquestra que pela primeira vez interpretou a genial peça do romantismo.

Esse é apenas um dos exemplos conhecidos do valor do silêncio. O estado profundo de mansidão, porém, está na base de todas as religiões e na maioria das crenças como um instrumento valioso de aprimoramento do ser humano. No Egito antigo, era empregado na prática de devoção. As sacerdotisas de Ísis chegavam a permanecer caladas por anos a fio para demonstrar seu amor incondicional à deusa. Em tempos atuais, continua sendo porta de entrada do mundo astral. "A iniciação xamânica ocorre através do silêncio, especialmente quando o objetivo é ter acesso a outras dimensões de realidade," revela Felipe Guidi, respeitado xamã de São Paulo. Agora pare, respire sem pressa e resgate a serenidade que está no fundo do seu ser.

Fonte: Bons fluidos via Site PhysioPilates                                                                Figura: Internet

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Os ossos e a prevenção da osteoporose!

Postado em 01 de junho de 2013 às 09:52

Você sabia que o Pilates pode ajudar a prevenir e reduzir os efeitos da osteoporose?

Artigo: Selma França

Os ossos são elementos importantes da estrutura do corpo. Através das suas articulações realizam o movimento, ajudam na manutenção do equilíbrio e servem como proteção para os órgãos internos. Durante as diferentes fases de desenvolvimento, os ossos sofrem remodelagem, tornando-se mais fortes ou mais fracos a depender de muitos fatores, sendo os mais preponderantes a prática de exercícios físicos e hábitos alimentares. No processo de senescência (envelhecimento), as modificações são mais impactantes devido à diminuição gradativa dos processos fisiológicos, causando impacto na qualidade de vida. Algumas alterações hormonais importantes levam à fraqueza do sistema ósseo, prejuízos nas atividades funcionais, provocando no indivíduo restrições na capacidade de se mover e atuar na sociedade.

"Durante as diferentes fases de desenvolvimento, os ossos sofrem remodelagem, tornando-se mais fortes ou mais fracos a depender de muitos fatores, sendo os mais preponderantes a prática de exercícios físicos e hábitos alimentares".

A osteoporose é uma das graves doenças que afetam os ossos. Com o aumento da expectativa de vida, algumas doenças passaram a ganhar destaque. Quanto maior a sobrevida do indivíduo, maior é o risco de desenvolver osteoporose. Esta é uma doença sistêmica, silenciosa, crônica e gradativa que atinge áreas do esqueleto, sendo caracterizada pela perda da massa óssea e de sua densidade mineral, atingindo o indivíduo quando há falta do hormônio estrógeno ou no processo de envelhecimento, pela diminuição de hormônios que ajudam na reabsorção óssea. A microestrutura do osso fica corrompida, a quantidade e a variedade de proteínas não colágenas são modificadas, aumentando o risco de fratura. Os ossos ficam fracos, opacos e quebradiços. A depender do local onde a fratura ocorra, pode comprometer em graus diversos a postura e o funcionamento de órgãos e estruturas vitais ou o aparelho locomotor. Apenas profissionais de saúde podem diagnosticar se cada caso trata-se realmente de osteoporose ou de uma osteopenia que é, em muitos casos - mas não necessariamente -, uma precursora da osteoporose. Classificam-se como osteopenia casos em que a massa óssea é de 10% a 25% menor que a considerada normal. Mais do que isso, classifica-se como osteoporose.

Segundo os autores Moreira Freire e Branco de Aragão, as fraturas por osteoporose ocorrem sob pequena quantidade de estresse sobre o osso, que normalmente não ocasionaria fraturas em pessoas sem a doença. As fraturas típicas ocorrem na coluna vertebral, quadril e punho. O colapso da vértebra (fratura por compressão) ocasiona dor crônica, postura curvada e diminuição na função pulmonar (capacidade de respirar), enquanto as fraturas dos ossos longos dificultam a mobilidade e podem requerer cirurgia. Ainda que a osteoporose possa ocorrer em homens, ela é substancialmente prevalente em mulheres depois da menopausa.

A diminuição do estrógeno, hormônio que previne a decréscimo de cálcio do osso e melhora a sua absorção pelos intestinos pode causar perda óssea, aumentando, assim, o risco de fraturas. O cálcio é um mineral essencial na formação de ossos e dentes. Prevenir a redução da massa óssea requer um equilíbrio entre perda e reposição de cálcio.

A perda de massa óssea é uma consequência inevitável do processo de envelhecimento. No indivíduo com osteoporose a perda é tão importante que a massa óssea cai abaixo do limiar para fraturas, principalmente em determinados locais, como quadril, antebraço e vértebras. Mais comuns em mulheres que em homens, as fraturas vertebrais tendem a ocorrer duas décadas após a menopausa. Alguns autores sugerem serem fatores de risco bastante relevantes, a menarca tardia e a menopausa precoce.

As características das fraturas osteoporótica vertebrais são: "fraturas em forma de cunha", quando a vértebra assume a forma de cunha; "Vértebra de peixe" (bicôncava), quando a parte posterior do corpo vertebral é preservada e a anterior, colapsada; "fratura por esmagamento", quando as vértebras sofrem fortes compressões, sendo geralmente provocadas por quedas.

As fraturas nas vértebras costumam provocar dor, nem sempre localizada e que piora com o movimento e a respiração. Apesar da relevância das fraturas, a coluna torácica é a área mais acometida da coluna, mas as que causam mais problemas em idosos, são as do quadril.

Atualmente, muito se tem estudado sobre a associação, direta ou indireta, entre a elevada taxa de mortalidade e a fratura por fragilidade óssea. A relação com maior mortalidade é mais evidente após a fratura de quadril do que após fraturas vertebrais ou periféricas. Em contrapartida, ainda não está suficientemente esclarecido se o aumento do número de mortes é decorrente da fratura propriamente dita ou se está relacionada com outras variáveis, como idade avançada, presença de doenças concomitantes ou complicações clínicas e cirúrgicas após o evento.

"... ainda não está suficientemente esclarecido se o aumento do número de mortes é decorrente da fratura propriamente dita ou se está relacionada com outras variáveis, como idade avançada, presença de doenças concomitantes ou complicações clínicas e cirúrgicas após o evento".

A falta de diagnóstico depois do evento constitui um problema importante em vários países do mundo, até mesmo no Brasil. Mesmo após um evento significativo, como a fratura de quadril, somente 13,9% dos pacientes receberam o diagnóstico de osteoporose e 11,6% iniciaram algum tratamento no momento da alta hospitalar.

É preciso estar atento aos processos que levam à instalação da doença no corpo, a fim de preveni-la. Os tecidos do nosso corpo, incluindo o tecido ósseo, funcionam durante toda a vida através do mecanismo de renovação celular. As células chamadas osteoclastos se encarregam de remover células velhas, promovendo assim a reabsorção óssea e as células chamadas osteoblastos têm a função de colocar células novas na área. Esse processo acontece de uma forma mais intensa até aproximadamente os 30 anos de idade e, a partir desta faixa etária passa a haver uma lentidão no processo. O pico de massa óssea é atingido por volta dos 35 anos. Após esta idade, as mulheres perdem aproximadamente 1% de massa óssea por ano e podem perder até 6% por ano durante os primeiros cinco anos após a menopausa. Os homens apenas começam a perder massa óssea, cerca de 0,3% por ano, por volta dos 50 anos. Na osteoporose senil, os osteoblastos não preenchem as cavidades criadas pelos osteoclastos da maneira correta, o que deixa o osso fragilizado e propício a fraturas. Fonte: ISaúde Bahia

Fonte: Site Physiopilates                                                                Imagem: Internet

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Aposte na simplicidade para ser feliz!

Postado em 29 de junho de 2012 às 09:56

Há diversas maneiras de ser simples. Encontre a ideal para você e seja feliz!

Felizmente existe a ideia da simplicidade, e esta é, digamos, simples desde sua origem. A palavra é formada por duas outras de origem latina: sin, que significa único, um só, e plex, que quer dizer dobra. Ser simples significa ter uma só dobra, ao contrário do complexo, que tem várias. Simples!

Simplificar significa evitar a complexidade e criar uma vida sem mistérios? Há uma diferença fundamental entre ser simples e ser simplório. Os simples resolvem a complexidade, os simplórios a evitam. Eu conheço pessoas sofisticadas, intelectualizadas, que levam uma vida plena, realizam trabalhos difíceis, apreciam leituras profundas e têm hábitos peculiares. E continuam sendo pessoas descomplicadas. Conheço também pessoas simplórias, com pouca profundidade, que realizam trabalhos repetitivos, que têm poucas ambições, que apreciam rotinas e evitam os sustos de uma vida aventurosa. E mesmo assim são pessoas complicadas, para elas tudo é muito difícil, em geral impossível.

Não há um paradoxo em construir uma vida simples em meio à vida moderna, cada vez mais exigente? Hiroshi criou a Ecovila Clareando, uma comunidade autossustentável no interior de São Paulo que atrai gente comprometida com a natureza e com seus valores, como a sustentabilidade, sem a ingenuidade das "sociedades alternativas" de antigamente, mas tendo a simplicidade como filosofia. Ele planta e produz praticamente tudo o que precisa para se alimentar, domina as técnicas de construção ecológica e de produção de energia limpa. Mas não é um isolado, viaja, participa de congressos, dá palestras, toca violão, compõe músicas. E é alegre em tempo integral.

Goldberg é professor da New York University, onde faz pesquisas sobre o cérebro humano, e consegue falar sobre seu funcionamento de maneira compreensível. Escreveu alguns livros, entre eles O Paradoxo da Sabedoria, em que afirma que, apesar do envelhecimento do cérebro, a mente pode manter-se jovem. Seus textos são o melhor exemplo de como se pode simplificar o complexo, pois são sobre neurofisiologia, mas qualquer um entende.

Eu não poderia imaginar vidas mais diferentes e, ao mesmo tempo, mais parecidas. Ambos carregam uma leveza própria das pessoas que decidiram não complicar, sem abrir mão de seus desejos, projetos, pequenos luxos, enfim, da vida normal. Pessoas assim, que fazem a opção da simplicidade, têm alguns traços comuns. Identifico cinco deles:

1. São desapegadas: não acumulam coisas, fazem uso racional de suas posses, doam o que não vão usar mais.

2. São assertivas: vão direto ao ponto com naturalidade, mesmo que seja para dizer não, sem medo de decepcionar, não "enrolam" nem sofisticam o vocabulário desnecessariamente.

3. Enxergam beleza em tudo: em uma flor no campo e em um quadro de Renoir; em uma modinha de viola e em uma sinfonia de Mahler; em um pastel de feira e na alta gastronomia.

4. Têm bom humor: são capazes de rir de si mesmas e, mesmo diante das dificuldades, fazem comentários engraçados, reduzindo os problemas à dimensão do trivial.

5. São honestas: consideram a verdade acima de tudo, pois ela é sempre simples e, ainda que possa ser dura, é a maneira mais segura de se relacionar com o mundo.

Ser simples, definitivamente, não é abrir mão de nada. É possível apreciar o conforto, a sofisticação intelectual, as artes, o prazer da culinária, a aventura das viagens e continuar sendo simples.

Pois ser simples não é contentar-se apenas com o mínimo para manter-se fisicamente vivo, uma vez que não somos só corpo, também somos imaginação, intelecto, sensibilidade e alma. E esta última é, sim, simples, mas não é pequena, a não ser, é claro, que a pessoa queira.

 

Fonte: Site Revista MdeMulher                                                                        Imagem: Internet

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Porque surgem as câimbras e como evitá-las!

Postado em 22 de junho de 2012 às 09:15

Câimbras podem acontecer quando menos se espera. De repente, a pessoa sente uma dor intensa provocada por contrações involuntárias de um ou mais músculos, repentinas e prolongadas. As contrações usualmente se instalam nos membros inferiores e ocorrem em espasmos, tornando visíveis os músculos e tendões contraídos.

Em geral, as câimbras musculares são causadas pela prática de esportes ou por determinadas atividades profissionais. Já as câimbras noturnas na perna, muitas vezes não têm causa aparente, mas sugerem a associação com algumas doenças sistêmicas.

 Entre as causas mais comuns das câimbras, é válido citar:

- Uso exagerado da musculatura: São as câimbras típicas dos atletas que praticam exercícios que sobrecarregam determinados músculos. No entanto, elas podem ocorrer, também, nas mãos, nos braços e no pescoço como resultado de atividades como escrever, digitar ou trabalhar com ferramentas na mesma posição durante muito tempo.

- Desidratação: A água facilita as contrações e o relaxamento das fibras musculares e dos tendões. A falta dela deixá-os mais sujeitos a espasmos.

- Baixas temperaturas: O frio faz com que a musculatura fique mais tensa e contraída, o que facilita a ocorrência de espasmos das fibras musculares.

- Má circulação: Nos mais velhos, o estreitamento das artérias que irrigam os membros inferiores causado por placas de aterosclerose pode provocar câimbras, quando a musculatura é solicitada com mais intensidade.

- Compressão de raízes nervosas: Artroses e perda de elasticidade dos discos que ficam entre as vértebras da coluna lombar podem comprimir os nervos, que saem para inervar os membros inferiores, e provocar dor. Essa dor fica mais forte à medida que a pessoa anda e pode adquirir as características típicas das câimbras. No entanto, ela melhora quando a coluna fica ligeiramente flexionada para frente, por exemplo, na posição que a pessoa assume ao empurrar o carrinho do supermercado.

- Carência de sais minerais: Falta de potássio, cálcio ou magnésio na dieta alimentar pode estar por trás de quadros de câimbras frequentes. Pessoas hipertensas que tomam diuréticos geralmente perdem potássio.

- Dor de crescimento das crianças: A dor de crescimento das crianças é simplesmente uma câimbra infantile pode ser causada por falta de magnésio, potássio, excesso de esforço fisico. ou eletricidade estática que causa o desencadeamento da dor de crescimento.

- Outras causas potenciais: Diabetes, anemia, insuficiência renal, doenças de tireóide, doenças neurológicas, desequilíbrios hormonais, mulheres grávidas ou problemas vasculares são fatores que favorecem a ocorrência de cãibras. Alguns relatos também indicam que o uso de certos suplementos dietéticos como creatina pode aumentar os riscos de cãibras musculares. Se câibras apareceram sem um histórico prévio, consulte um médico para excluir causas mais sérias.

- Prevenção e Tratamento: Na maioria das vezes, os episódios dolorosos são ocasionais, duram menos de um minuto e desaparecem espontaneamente. Analgésicos e anti-inflamatórios não têm utilidade nenhuma no tratamento das câimbras. No entanto, nas crises, algumas medidas simples podem representar a melhor forma de tratamento.

Câimbras não têm cura, mas alguns cuidados simples podem prevenir a repetição das crises:

- Exercícios de alongamento e massagem: Alongar o músculo em espasmo e massagear a área afetada com movimentos circulares são técnicas fundamentais para promover o relaxamento da musculatura e alívio da dor.Nesse grupo, recomenda-se um programa de alongamento continuo. É importante salientar que não vai ser de um dia para o outro que o alongamento trará resultados. É preciso pelo menos algumas semanas com alongamentos diários para o músculo ter mais resistência às contrações involuntárias.

Quando as câimbras se manifestam nas pernas, a pessoa deve ficar em pé e colocar o peso sobre a perna acometida, dobrando o joelho para estirar os músculos da batata da perna. Se não conseguir ficar em pé, deve sentar-se, esticar a perna e puxar os pés para trás com as mãos.

- Boa hidratação: Manter uma boa hidratação ao longo do dia, especialmente antes de praticar exercícios vigorosos. e evitar o sedentarismo. Bem hidratados, os músculos se contraem e relaxam com mais facilidade. O melhor modo de controlar o grau de hidratação do corpo é através da cor da urina. Pessoas desidratadas apresentam urina muito amarelada e normalmente com cheiro forte, enquanto que um corpo hidratado produz urina clara e sem cheiro.

- Alimentação balanceada: Inclua frutas e verduras na sua dieta habitual. Esses alimentos são ricos em vitaminas, calico, magnésio, sais minerais e nutrientes importantes para o funcionamento não só dos músculos, mas de todo o organismo. Água tônica possui pequenas quantidades de quinina uma substância que também parece prevenir câimbras. Existem relatos de melhora das câimbras noturnas após alguns dias ingerindo água tônica à noite. Existem alguns medicamentos, como vitamina E, complexo B, verapamil, cloroquina e gabapentina que podem ajudar em casos específicos, mas que só devem ser tomados após avaliação médica.

- Aplicação de calor no local: O aumento da temperatura favorece o relaxamento dos músculos.

Fonte e Imagem: Site Revista Pilates

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Invista em bem-estar e colha os benefícios para a sua saúde!

Postado em 15 de junho de 2012 às 10:30

Wellness é ferramenta para cuidar do corpo e mente.
Texto: Dr. Filippo Pedrinola

Talvez a melhor tradução para o significado do termo Wellness seja: um processo dinâmico e consciente de busca por uma vida saudável com felicidade, enxergando as conexões entre corpo, mente e espírito. Essa busca é tão importante quanto individual e representa uma conquista única, intimamente associada ao nosso estilo de vida.

Cuidado com o estilo de vida

Cada um tem a responsabilidade de fornecer elementos essenciais para a saúde, tais como uma boa nutrição, controle de peso adequado, atividade física regular, controle de fatores de risco como fumo, álcool, abuso de drogas e gerenciamento do estresse.

Seu coração é um órgão extremamente sensível aos sinais enviados pelo cérebro, mas ele não é o único. Os estados emocionais, provocados pelos pensamentos, afetam diretamente a saúde do corpo inteiro. Estudos relativamente recentes possibilitaram o surgimento de uma nova área de pesquisa médica conhecida como psiconeuroimunologia. É a ciência que investiga como os sentimentos, experimentados de forma consciente ou inconsciente, interferem na produção de hormônios e nas defesas do organismo.

Segundo a organização mundial de saúde (OMS), 80% dos casos de infarto e derrame e 40% dos casos de câncer podem ser evitados com um estilo de vida melhor. Seus genes não determinam seu destino, o estilo de vida é capaz de ligar ou desligar "genes bons" ou "genes ruins". É a epigenética, ramo da ciência que estuda essa relação e representa um verdadeiro marco na compreensão do aparecimento e da evolução das doenças.

Consequências do estresse para a saúde

Segundo pesquisas conduzidas pela International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR), que estuda estratégias para afastar o problema, 70% dos brasileiros economicamente ativos sofrem efeitos negativos do estresse. Justamente por ficar com a imunidade comprometida, eles tem mais gripes, herpes, candidíase e infecções em geral. Nada menos que 3,5 % do PIB nacional são gastos com o estresse e suas consequências, e nas empresas ele é a principal causa de absenteísmo - quando o trabalhador falta por motivo de saúde - e presenteísmo, quando ele não desempenha suas funções adequadamente devido a problemas de saúde.

O segundo maior gasto das áreas de recursos humanos é com assistência medica e, mesmo assim, apenas de 1% a 5% das empresas brasileiras possuem programas regulares de qualidade de vida. Em média, de 15% a 20% dos funcionários são portadores de alguma doença crônica, e estes correspondem a 75% dos gastos com saúde nas empresas, por levarem ao absenteísmo e à aposentadoria precoce.

Não basta estar "aparentemente" livre de doenças. O bem-estar, no sentido mais pleno, depende de um olhar apurado sobre o que faz com que elas apareçam. Cada um constrói sua saúde quando se responsabiliza por ela. Saúde não é tudo, porem sem ela, o resto não é nada.

Fonte:  Site PhysioPilates                                                                    Imagem: Internet                              

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