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Seu corpo fala!

Postado em 27 de janeiro de 2011 às 11:42

Nosso organismo carrega muito mais sabedoria do que podemos imaginar. Ele dá sinais quando algo não vai bem.

Existe algo mais íntimo para você do que seu próprio corpo? Afinal, estão juntos as 24 horas do dia desde que você nasceu. Ainda assim as pessoas se esquecem de prestar a devida atenção nele. Muitas vezes o organismo dá sinais óbvios de que as coisas não vão bem, ou de que ele precisa de algo e, simplesmente, é negligenciado. Uma pena. Várias receitas médicas poderiam ser economizadas... Mas, dá para entender. Afinal, numa época em que há tanta tecnologia disponível para tornar nossa vida mais fácil e detectar tudo – há até um aplicativo para iPad que armazena dados sobre a pressão arterial e gera estatísticas –, qual a vantagem de ouvir o que o corpo fala? Há tantos tradutores para ele. Só que “essas ferramentas” nem sempre acertam – ou são tão precisas assim.

Talvez seja a hora de você começar a reparar nos sinais que seu organismo envia. E não estamos falando de sintomas claros, como a dor – lógico que, se ela existe, é um indício de que pode haver algo errado com você. Porém, as mensagens podem ser mais sutis. /

Ao nascer, os sinais do organismo representam a única forma que o bebê tem para se expressar. “As manifestações corporais, sensoriais, motoras e os sintomas somáticos são, para o pequeno, as primeiras e exclusivas vias de comunicação, uma vez que ele ainda não dispõe de palavras para esse fim”, diz o psicanalista Rubens Marcelo Volich, professor do curso de psicossomática do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo. À medida que cresce, outras possibilidades, mais simbólicas, como a linguagem, o pensa- mento, os sonhos, vão ganhando cada vez mais espaço nas trocas e vivências humanas. “Mas elas guardam, para sempre, suas raízes e relações com as primeiras experiências corporais, da infância”, afirma Volich.

“Para entender o que o corpo quer dizer é preciso diminuir o ritmo do dia a dia, evitar o acúmulo de atividades e buscar momentos de tranquilidade.”
 

José Atílio Bombana, psiquiatra e psicanalista

Fonte: Site Revista Bons Fluidos                                      Imagem: Internet
 

Óleo ou Azeite?

Postado em 18 de janeiro de 2011 às 08:10

As gorduras geram muita polêmica devido ao fato de serem substâncias muito diferentes entre si. Algumas delas são comprovadamente prejudiciais à saúde e estão associadas ao desenvolvimento das doenças cardiovasculares, como é o caso das gorduras saturadas e gorduras hidrogenadas (trans). Outras são claramente protetoras e potencialmente úteis na prevenção das mesmas doenças. Daí a importância de esclarecer que quando dizemos que uma dieta saudável deve conter 30% de gorduras, precisamos também definir de qual gordura estamos nos referindo, pois apenas 7% da gordura da dieta pode ser saturada, tornando muito diferente o ato de comer picanha ou azeite no cálculo de uma dieta saudável. 

  Gorduras Essenciais     

Tanto se fala a cerca dos malefícios das gorduras, que muitas pessoas resolvem abolir o óleo vegetal no preparo dos alimentos e descrevem como vantagem o fato de estarem cozinhando sem óleo. Os óleos vegetais, incluindo no óleo de soja, são as principais fontes de gorduras essenciais em nossa alimentação - ômega 3 e ômega 6. São chamadas de essenciais pelo fato de que não são produzidas pelo nosso organismo e que, por esse motivo, devem ser consumidas apartir das escolhas que fazemos na hora de comer.
 
 A retirada desse importante nutriente do nosso cardápio pode levar à perda da proteção que ele exerce sobre o nosso organismo, tanto do ponto de vista cardiovascular, quanto imunológico. Logo, a melhor medida dietética é o consumo equilibrado dessas gorduras boas e a redução do consumo das gorduras saturadas.

 Gorduras boas também engordam

Como recomendação final, apesar do conhecimento do grande valor nutritivo e terapêutico dos óleos vegetais, principalmente pela sua riqueza em ômega 3, não podemos deixar de alertar para o fato de que o consumo de qualquer gordura, em excesso, pode elevar em demasia o valor calórico dos alimentos, tornando essas dietas muito saudáveis, mas extremamente calóricas, trazendo então o risco da obesidade, que conseguiria ofuscar todo o benefício das gorduras do bem.   

O azeite como opção

As propriedades nutricionais e terapêuticas do azeite vêm sendo demonstradas em vários trabalhos científicos. Há muitas evidências de que esse tipo de gordura pode ter efeitos benéficos na prevenção cardiovascular e do câncer, principalmente o azeite não refinado ou virgem. Ele é praticamente isento de gordura saturada e contem, além da típica gordura monoinsaturada, presente em todos os tipos de azeite, altas concentrações de vitamina E, beta caroteno e polifenóis. Essa associação de compostos parece ser extremamente importante e responsável pela sua atividade antioxidante e antiinflamatória.

Entre os óleos de oliva encontrados nos supermercados, aqueles produzidos pela presa direta ou centrifugação são ditos virgem ou extra virgem e se distinguem pelo seu alto conteúdo de polifenóis (150 a 350mg/kg) em comparação aos azeites refinados, que apesar de também serem fontes de gorduras monoinsaturadas, são pobres em polifenóis. Com todas essas vantagens, cozinhar com o azeite passou a ser sofistricado e saudável. Mas até que ponto vale a pena utilizar o azeite no lugar óleo vegetal? Na verdade não há vantagem.

Como tudo em nutrição, os nutrietes precisam ser equilibrados e não parece vantajoso abolir a nossa maior fonte de gorduras essenciais, as poliinsaturadas ômega 3 e ômega 6. Quando cozinhamos com os óleos vegetais, alcançamos a recomendação dessas gorduras e não há nenhuma indicação de suplementações.  

O risco de saturar as gorduras boas

No preparo dos alimentos, os óleos podem ser utilizados à temperatura ambiente ou aquecidos, sem prejuízo do seu valor nutricional. A grande dúvida ainda é a utilização em frituras. Quanto a isso, o que há de comprovado em estudos é que a medida que se prolonga o tempo de fritura, esses óleos vão perdendo suas frações de gorduras boas e ao mesmo tempo vão ganhando maior concentração de gorduras saturadas e trans.

Quanto ao azeite, nada impede que ele seja utilizado esporadicamente no preparo dos alimentos aquecidos, embora sua maior indicação seja adicioná-lo ao alimento já preparado. Em relação aos óleos vegetais, o azeite tem uma menor resistência à saturação durante o aquecimento por tempo prolongado. Mas ele pode perfeitamente ser aquecido em preparações rápidas.  

Fonte: Seção Beleza e Saúde - Yahoo                             Imagem: Internet

Se o sol bater, vá de Pilates!

Postado em 12 de janeiro de 2011 às 09:49

Para chegar na estação mais quente do ano em forma, não há milagres: malhação, malhação e malhação. E por mais tentadoras que sejam as atividades outdoor, quem não está acostumado deve pegar leve e optar por modalidades indoor de baixa intensidade, como o Pilates.

Segundo o instrutor da STOTT PILATES™, Tim Fleisher, é importante que as pessoas evitem práticas que as levem à exaustão, pois os próprios movimentos produzidos pelos exercícios já geram calor e elevam a temperatura corporal, e realizar um treinamento sob o sol catalisa este processo. “Nas sessões de Pilates, o objetivo não é trabalhar a musculatura até a fadiga, mas fortalecer os músculos conscientemente”, explica.

O professor ainda sinaliza um equívoco comum a respeito da intensidade do treino: “Muitas pessoas acreditam que o exercício físico só dá resultado quando sente-se dor no dia seguinte. Pelo contrário, é apenas uma manifestação de que o indivíduo não estava adaptado ao esforço ou ao excesso dele”. E como verão não combina com dor, exageros precisam ficar bem longe, principalmente em altas temperaturas, que podem levar o organismo a sofrer hipertermia.

Além de poupar o sistema de refrigeração corporal, o Pilates é indicado para aqueles que querem conquistar um abdômen de causar inveja. Isso porque, durante os movimentos, são acionadas as musculaturas mais profundas, como transversos do abdômen, multifídios e paravertebrais. “Mas, para que a região fique sequinha, é necessário adicionar à rotina exercícios aeróbicos, como uma caminhada ou andar de bicicleta”, fala Letícia Toledo, coordenadora técnica da Pilates StudioFit. Frequentando as aulas duas vezes por semana, com uma hora de duração, dentro de um mês já é possível sentir uma musculatura mais forte e equilibrada. “Já os resultados estéticos aparecem em pelo menos dois meses”, complementa.

Independente do ambiente no qual a atividade física é praticada, os cuidados não podem ser deixados de lado. Mesmo as modalidades indoor, hidratação e peças confortáveis não devem faltar. Caso opte por encarar o sol, um bom protetor e um boné são fundamentais. E é bom ficar de olho no relógio, pois entre 10 e 16 horas recomenda-se fugir do astro rei, quando a incidência dos raios UVB é mais intensa.

Fonte: Por Rafaela Porto - Site Revista Pilates                             Imagem: Internet

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