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Estar de bem com a vida!

Postado em 27 de janeiro de 2012 às 08:54

Conheça as pistas que nos fazem seguir pelo caminho da felicidade para ficar de bem com a vida ou da amargura.

Texto: Eugenio Mussak

"Cuidado, a vida é pra valer. E não se engane não, tem uma só. Duas mesmo, que é bom, ninguém vai me dizer que tem sem provar muito bem provado, com certidão passada em cartório do céu, e assinada embaixo: Deus! e com firma reconhecida."

A frase acima só podia ser de um poeta transgressor como Vinícius de Moraes. É uma das partes faladas do Samba da Bênção, que ele compôs e Baden Powell musicou. Enaltecendo a beleza do samba e a aventura do amor, ele fala mesmo, em seus versos, da arte de viver. Pede bênção aos amigos e diz que já viajou muitas canções, mas que ainda há muitas para viajar.

Os versos de nosso "poetinha" resumem como poucos a dupla função da poesia: agrada aos sentidos e faz pensar. "Cuidado, a vida é pra valer", não é algo a ser desperdiçado, até porque, "não se engane não, tem uma só". Por isso temos que estar de bem com ela.

Estar de bem com a vida. Esse é um tema que ultrapassa o terreno estéril das frases de efeito e chega ao território fecundo da filosofia. "Creio que aqueles que mais entendem de felicidade são as borboletas e as bolhas de sabão", disse Nietzsche, para depois admitir que invejava a leveza desses seres. "Ver girar essas pequenas almas leves, loucas, graciosas e que se movem é o que, de mim, arranca lágrimas e canções", completou. Pois até o mal-humorado filósofo alemão admitiu que há virtude em buscar a paz com o viver.

E o que é estar de bem com a vida senão a capacidade de manter um estado de alegria a despeito das vicissitudes da própria? É claro que a vida é dura, injusta e muitas vezes cruel. Todos sofremos com as perdas e com as angústias próprias do viver, mas não é disso que estamos falando. As condições externas influem, sim, mas o tema aqui é o estado da alma.

Não me agrada o discurso fácil da autoajuda que insiste que você tem a obrigação de ser feliz. Não, felicidade não é uma obrigação nem uma competência. Não é uma alienação. Felicidade nem sequer é um estado definitivo, e com certeza não é um lugar aonde se pode chegar. Por outro lado, não me agrada também a condição das "vítimas do sistema", que se orgulham de sua amargura e a exibem como um troféu conquistado.

Conheço pessoas que souberam lidar bem com as dificuldades naturais de suas existências e conheço outras que se transformaram em vítimas tristes nas mesmas condições. É claro que há situações de extrema dificuldade, e negar a tristeza que vem junto é negar a própria condição humana. Mas essa não é a questão. Não me refiro às tragédias, e sim às dificuldades corriqueiras, que impregnam nosso cotidiano como o musgo na face sul do tronco das árvores, e que podem, com o tempo, apagar o brilho de viver. A menos que não se deixe que isso aconteça.

Encontrei pessoas de bem com a vida nas grandes cidades, trabalhando em imensas corporações. Encontrei-as também em pequenas vilas do interior ou do litoral. Em lugares pobres e em lugares ricos. Em tempos de tranquilidade e em tempos de crise. Ou seja, em todos os lugares. E também encontrei pessoas de mal com a vida. Onde? Exatamente nos mesmos lugares.

Este talvez seja um dos grandes mistérios da psicologia humana. O que faz a diferença entre esses dois tipos de indivíduos? Será sua genética ou terá sido sua educação?

Lembro-me de meus colegas de colégio. Estávamos todos naquela fase de definir o futuro, de escolher a faculdade, de sonhar com o sucesso. Eu, por exemplo, já tinha me decidido: queria ser médico. E também queria ser rico, famoso, comprar um carrão, viajar bastante e ter um monte de namoradas, claro. Afinal, éramos todos adolescentes, cheios de espinhas e de sonhos.

Havia ali os futuros engenheiros, advogados, empresários, e até um diplomata. E havia Fabinho. Ele não tinha planos grandiosos, não queria ficar rico nem famoso. Quando alguém lhe perguntava o que queria ser na vida, ele respondia com um sorriso: "Eu quero é ser feliz". E eu via sinceridade em sua afirmação.

O Fabinho era desses garotos raros que, ao contrário da maioria, não parecia estar em guerra contra o mundo. Não tinha inimigos, não se "empatotava" para odiar a outra "patota". Não se queixava das exigências dos professores nem da dureza das provas, que, aliás, ele tirava de letra.

Fabinho não era rico, nem bonito, nem atleta talentoso. Ele era como a maioria, com virtudes e fragilidades. Era como eu, só que ele tinha algo que lhe era singular. Ele parecia estar de bem com a vida.
De bem com o tempo
Encontrei, como já disse, muitos Fabinhos pela vida afora, como também encontrei seus opostos, os amargurados crônicos. Qual o segredo? Não sei, mas, para começo de conversa, estou certo de que não existe uma fórmula para ser feliz - e, se existir, ainda que seja apenas uma pista, com certeza ela é pessoal e intransferível.

Entretanto, pessoas de bem com a vida têm, sim, algo a nos ensinar. A primeira lição é que elas não caem na armadilha fácil da felicidade imediata, aquela que é confundida com o prazer descartável, nem transformam a felicidade em um eterno projeto futuro. Gente de bem com a vida percebe que felicidade é um estado interior que não precisa ser prejudicado pelo que acontece fora de nós, e também se dá conta que, se a única coisa que existe de fato é o presente, o futuro vai virar presente e, quando isso acontecer, ele será tão melhor ou tão pior dependendo das providências que tomarmos no presente atual.

Há um quê de sabedoria nessa postura, e um monte de inteligência aplicada ao bem viver, pois, em síntese, quer dizer que temos que viver o presente com um olho posto no futuro, aproveitar cada instante como se fosse único e, ao mesmo tempo, organizar-se para o dia de amanhã para não ser tomado de assalto por notícias ruins nas esquinas da vida. Então é isso, estar de bem com o tempo.
De bem com o básico
Mas tem mais. É necessário equipar-se com alguns artigos de primeira necessidade paraalimentar a felicidade, nada muito complicado, acredite. Algumas coisas são óbvias, mas invisíveis como o ar, que só é percebido quando falta. A saúde, por exemplo. Então é melhor cuidar da dita-cuja, pois não dá para ser feliz e doente ao mesmo tempo, e não importa a fase da vida. O mesmo se dá com o dinheiro. É parecido com o ar e a saúde, só damos valor a ele quando falta. O ditado popular insiste, há séculos, que dinheiro não traz felicidade. Estou inclinado a acreditar nisso até certo ponto, pois, se o dinheiro não o faz feliz, a falta dele, provavelmente, vai lhe tirar o sono e prejudicar sensivelmente a felicidade interna bruta.

Resolvidos os requisitos básicos, que atrapalham a busca da felicidade se estiverem ausentes, é hora de cuidar dos ingredientes da verdadeira felicidade, aquela que dá gosto de sentir. E eles são pelo menos três: o que fazemos para viver, como gastamos nosso tempo livre e, talvez o mais importante, com quem compartilhamos tudo isso.
De bem com o que se faz
O que fazemos para viver, evidentemente, é nosso trabalho. Ele nos dá o sustento e a dignidade, mas pode nos dar mais, pode dar o verdadeiro sentido da vida. Todos os trabalhos são dignos, mas temos que ouvir nossa vocação e perceber o significado daquilo que fazemos. Assim, teremos não só um trabalho, mas uma carreira; e não realizaremos apenas tarefas, mas causas. Não acho que alguém, para quem o trabalho seja um peso, possa ser feliz de fato. Você se contentaria em ser feliz só depois do expediente e, ainda por cima, odiar a vinheta do Fantástico, que é o prenúncio da segunda-feira?

Cuidar do tempo livre é ter disposição para se divertir. O prazer, a alegria, a diversão são tão importantes quanto seu trabalho ou o estudo. É desse equilíbrio que sai o caldo de cultura que vai alimentar a felicidade. E curtir a vida tem mais uma vantagem: quando você ficar velho, terá boas lembranças como lenitivo para a vida mais recolhida.
De bem com os outros
Por último, mas muito longe de ser menos importante, estão as relações humanas. Biologicamente, não estamos preparados para a solidão, que só é boa quando é por opção e, ainda assim, por pouco tempo. Ter amigos, curtir a família, cultivar boas relações com seus colegas de trabalhos e vizinhos do condomínio. As boas relações nos fazem felizes, sim, alimentam nosso espírito gregário, nos fazem perceber que somos queridos, geram autoestima.

Entretanto, é bom que se diga, há uma relação humana especial, que tem um imenso poder de agregar felicidade, que transforma silêncio em música, folha em flor, distância em saudade, toque em sedução, sorriso em esperança. Estou falando da pessoa especial que está a seu lado, seu companheiro, sua companheira de jornada. Estou falando do amor verdadeiro, que existe, sim, e é bom, muito bom.

Não conheço os detalhes da vida do Fabinho, mas quem me fala sobre ele relata que ele tem andado por aí com aquela cara que só os apaixonados têm, um misto de paz e entusiasmo, a combinação pra lá de perfeita. No fundo, no fundo, não é difícil ser feliz, mas dá um certo trabalhinho cuidar desses detalhes.

E o incontrolável? O fator acaso existe, afinal? Claro que existe, mas seu potencial para gerar felicidade é diretamente proporcional à atenção e inversamente proporcional ao descaso. Já se disse que o acaso tem sempre a última palavra. Mas podemos rever esse conceito, afinal, a última palavra pode estar com cada um de nós, e é dita por aquilo que fazemos com o que o acaso fez conosco. É a isso que se chama estar de bem com a sorte.

Fonte: Site Vida Simples                                                                      Imagem: Internet

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Ganhe postura e condicionamento com Pilates!

Postado em 20 de janeiro de 2012 às 09:59

Exercício ajuda quem tem dores lombares e articulares.

 O Pilates se mantêm com grande visibilidade entre os adeptos das atividades físicas em função dos bons resultados que apresenta. Indicado até para aqueles que sintam dores lombar e articulares, a modalidade pode ser feita sem riscos de lesão na medida em que trabalha a postura, a respiração e o condicionamento físico em geral com total segurança. “Um dos principais atrativos do Pilates é que ele pode ser praticado por qualquer pessoa. É indicado a partir dos oito anos de idade,   desde que a pessoa consiga ter o controle sobre a respiração e saiba contar, pois estas são habilidades necessárias para os exercícios”, explica Beatriz Amora, fisioterapeuta especialista em Pilates.

E engana-se quem pensa que o Pilates só pode ser feito de forma lenta. Tradicionalmente isto é uma realidade criada por Joseph H. Pilates para auxiliar o condicionamento físico do exército alemão nos idos de 1918. Mas o método foi, ao longo dos anos sendo adaptado por professores de educação física e fisioterapeutas, de modo que hoje é possível realizar circuitos com objetivos mais aeróbicos, capazes de ajudar na perda de peso.

 Grau de dificuldade

 Beatriz Amora Fisioterapeuta diz que, o Pilates existe em três diferentes graus de dificuldade: iniciante, intermediário e avançado. “Lógico que há exercícios que poucos alunos conseguem fazer, pois estes exigem um equilíbrio maior e também mais força muscular, e isso só se alcança com algum tempo de treinamento capaz de deixar o corpo do aluno mais estruturado para tarefas mais desafiadoras. O Pilates possui etapas e você nunca vai poder montar uma aula avançada para um aluno iniciante”, coloca a fisioterapeuta.

Em função destes ‘degraus’ de aprendizagem, a modalidade oferece uma segunda característica bem própria: as aulas são totalmente individualizadas. Desta forma, diferente do que se observa em academias de musculação nas quais um único instrutor dá suporte a vários alunos, durante uma aula de Pilates dificilmente será visto mais de três ou quatro pessoas sob a orientação de um único professor. “Em casos nos quais a turma esteja bem adiantada, é possível colocar no máximo quatro alunos por horário. Isto acontece porque o professor precisa estar sempre acompanhando diretamente os seus alunos, tanto que é comum ver que algumas turmas passam anos com um mesmo professor”, acrescenta Beatriz.

Outra coisa que chama a atenção nesta atividade são os aparelhos utilizados durante as aulas. “Os equipamentos foram criados pelo  próprio Joseph Pilates, especialmente para a modalidade. São aparelhos anatômicos, robustos e resistentes que suportam uma carga de peso muito alta. Como são fabricados de madeira maciça e aço inox, pode-se dizer que são feitos para a vida inteira”, finaliza.

Fonte: Site Revista Pilates                                                     

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Quem se movimenta é muito mais feliz!

Postado em 13 de janeiro de 2012 às 17:09

A liberação de substâncias químicas durante a atividade física ajuda a reduzir o estresse e aliviar a ansiedade

Seis horas da manhã. O despertador toca e você tem vontade de arremessá- lo pela janela. Ou, então, de virar para o lado e continuar a dormir. Mas, após alguns minutos de relutância, resolve se levantar da cama e fazer a sua caminhada matinal. "A parte mais difícil do exercício físico é sempre começar. Depois que começa, ninguém mais quer parar", constata o professor de Educação Física Nuno Cobra, preparador físico, entre outros, de Rubens Barrichello.
Mas ninguém precisa ser piloto de Fórmula 1 para saber que a prática regular de exercício físico traz benefícios para a saúde. Combate a obesidade, alivia o estresse, aumenta a resistência, melhora o humor, fortalece os ossos... Melhora o humor? Mas como? "A prática de exercícios físicos aumenta o nível de neurotransmissores, como a noradrenalina, a serotonina e a dopamina, que produzem uma sensação de relaxamento e bem-estar no indivíduo", explica o neurofisiologista Ricardo Mario Arida, da Unifesp.

Segundo os médicos, assim que o indivíduo começa a praticar um exercício físico, o sistema nervoso central já libera, na corrente sanguínea, substâncias que ajudam a acabar com o mau humor de qualquer um. A certa altura, essa produção atinge um determinado patamar, que torna a sensação de relaxamento e bem-estar perceptível. O melhor de tudo é que essa sensação prazerosa tende a permanecer mesmo depois de terminado o exercício.

Abaixo a depressão!
Um detalhe curioso, segundo o cardiologista José Kawazoe Lazzoli, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBME), é que a serotonina, uma das substâncias produzidas pelo sistema nervoso, "faz parte do mecanismo de ação de diversos medicamentos antidepressivos". "A falta desse neurotransmissor é uma das principais causas da depressão", completa o biomédico Maurício de Mello Martinho, do Centro de Estudos de Fisiologia do Exercício (CEFE).

Por essa razão, a prática regular de exercícios físicos - pelo menos 30 minutos por dia, cinco dias por semana - costuma ser indicada para portadores de ansiedade e depressão. "A prática regular de exercícios físicos está associada à melhora de diversas funções cognitivas, como memória e raciocínio, além de atuar também como um excelente ansiolítico e antidepressivo", observa o cardiologista José Lazzoli.

Mas, para os exercícios físicos surtirem o efeito desejado em pacientes ansiosos ou deprimidos, a série não pode ser das mais puxadas. "O recomendável é que o exercício seja difícil, mas não impossível de ser executado. Você nunca vai tirar um indivíduo da depressão se propuser uma série que ele jamais conseguirá cumprir. Em vez de melhorar a situação, você vai agravar o quadro depressivo do paciente", pondera Nuno Cobra.

Efeito anestésico
Das muitas substâncias produzidas pelo corpo durante os exercícios físicos, uma chama a atenção em especial: a endorfina. Ao contrário das demais, ela promove alívio das dores após uma determinada carga de exercícios. Não por acaso, a palavra é uma junção de "endo" e "morfina". Ou seja, a endorfina costuma ser descrita, por alguns especialistas, como uma espécie de "analgésico natural" já presente no corpo humano.

Mas não são todos os exercícios físicos que provocam no indivíduo aquela indescritível sensação de relaxamento e bem-estar. "Os predominantemente aeróbicos são os mais eficientes nesses casos", assegura o fisiologista Raul Santo de Oliveira, também da Unifesp. Entre os "predominantemente aeróbicos", ele cita três mais comuns: caminhada, corrida e natação. Mas enfatiza: "O melhor esporte que existe é aquele que o indivíduo pratica por prazer. "

Por isso mesmo, nada de obrigar um sujeito que gosta de canoagem a fazer judô. Ou que adora tênis a praticar hipismo. "Algumas pessoas preferem esportes individuais. Outras, coletivos. Alguns, esportes terrestres. Outros, aquáticos. O segredo é adequar as exigências (físicas e psíquicas) do esporte ao nível das capacidades (físicas e psicológicas) do atleta", ensina Renato Miranda, especialista em Psicologia do Esporte pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). "Por fim, para saber se um esporte terá consequências positivas no humor de um indivíduo, basta seguir o provérbio: 'identifique-se com tudo o que você ama e preencha com isso a sua vida'", diz

 

Fonte: Site Revista Viva Saúde                                                                 Imagem: Internet

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2012 começou e o movimento continua!

Postado em 08 de janeiro de 2012 às 20:30

Pesquisa Mundial revela as 20 Tendências de Fitness para 2012

 

Pelo sexto ano consecutivo, foi dilvugada a Pesquisa Mundial de Tendências de Fitness para 2012 da ACSM(American College of Sports Medicine). Esta pesquisa abraçou as tendências anteriores e também reforçou a exclusão do que parecia ser uma forte tendência para 2 a 3 anos.

ASCM é a maior organização de medicina esportiva e ciência do exercício no mundo. Mais de 45.000 membros internacionais, nacionais e regionais e profissionais certificados são dedicados ao avanço e integração da investigação científica para fornecer aplicações educacionais e práticos da ciência do exercício e medicina esportiva.

Indiscutivelmente, há uma preocupação crescente com a economia, ainda em recuperação, e como as pessoas escolhem gastar seus rendimentos. Os resultados desta pesquisa anual ajudarão a indústria de saúde e fitness tomar algumas decisões de investimento muito importante em relação ao planejamento para o futuro.

Como nos últimos cinco anos de divulgação da pesquisa, os entrevistados tinham que primeiro fazer a importante distinção entre um "modismo" e uma "tendência". Durante os últimos seis anos, os editores da Saúde ACSM & Fitness Journal® desenvolveram e divulgaram levantamentos eletrônicos para milhares de profissionais para determinar as tendências na indústria da saúde e fitness que possam ajudar a orientar os esforços de programação para 2012 e, talvez, para o próxima década. A primeira pesquisa, realizado em 2006 (para previsões em 2007), foi o esforço inicial para desenvolver uma maneira sistemática de prever o futuro da indústria de saúde e fitness, e pesquisas têm sido feitas a cada ano desde.

Estas pesquisas anuais de saúde e fitness tendências no comercial (com fins lucrativos), clínicos (incluindo aptidão física), comunidade (sem fins lucrativos), e setores empresariais da indústria confirmou algumas tendências reveladas em pesquisas anteriores.

Esta pesquisa não fez nenhuma tentativa de avaliar equipamentos, aparelhos de ginástica, ferramentas ou outros dispositivos para exercícios.

A pesquisa foi projetada para confirmar, ou mesmo introduzir as novas tendências (modas não) que têm sido sustentadas por ter um impacto comprovado na indústria de acordo com os entrevistados internacionais.
Houve 37 possíveis tendências na pesquisa 2012 (mais seis do que em 2011). O top 25 de tendências de anos anteriores foram incluídos na pesquisa, como foram algumas das novas tendências identificadas pelos editores da Saúde do ACSM & Fitness Journal®.

Apenas os 20 primeiros para 2012 são descritos neste texto.
As seis principais tendências identificadas em 2008, 2009 e 2010 aparecem como as seis principais tendências para 2011 e agora, em 2012, apenas em uma ordem diferente.

Tendências para 2012:

1. Profissionais de fitness qualificados e experientes. Dado o grande número de organizações que oferecem certificações de saúde e fitness, é importante que os consumidores escolham os profissionais certificados através de programas que são credenciados por Órgãos representativos e isentos.

2. Treinamento de força. Força continua a ser uma ênfase central para muitos clubes de saúde. Incorporação de treinamento de força é uma parte essencial de um programa de atividade física completa para todos os níveis de atividade física e gêneros. A maioria dos profissionais de saúde e fitness hoje incorporam algum tipo de treinamento de força em uma rotina de exercício para os clientes aparentemente saudáveis e em pacientes com doença controlada. É comum para reabilitação cardíaca, reabilitação pulmonar, ou programas de gestão de doença metabólica para incluir algum tipo de treinamento com pesos na prescrição de exercícios.

3. Programas de fitness para adultos mais velhos. À medida que as pessoas nascidas no Baby Boom se aposentam, elas tendem a ter mais dinheiro discricionário, mas tem uma tendência a gastá-lo com mais sabedoria e ter mais tempo para se envolver em um programa de exercícios. Profissionais de saúde e aptidão devem aproveitar essa população crescente de aposentados oferecendo programas idade apropriada exercício. Mesmo os idosos frágeis podem melhorar a sua capacidade de realizar atividades da vida diária quando fornecidos a qualidade adequada e quantidade de exercício. Profissionais de saúde e fitness seriam sábios em desenvolver e sustentar programas de fitness para pessoas de idade de aposentadoria.
Portanto, a saúde e muitos profissionais de fitness estão tomando o tempo para criar programas de fitness apropriados para manter os idosos saudáveis e ativos.

4. Exercício e perda de peso. Além de nutrição, o exercício é um componente chave de um programa de perda de peso adequado. Profissionais de Saúde e fitness que oferecem programas de perda de peso estão cada vez mais incorporando o exercício regular e restrição calórica para um melhor controle de peso em seus clientes.

5. Crianças e obesidade. Com a obesidade infantil cresce a um ritmo alarmante, os profissionais de saúde e fitness vêem a epidemia como uma oportunidade de criar programas adaptados às crianças com sobrepeso e obesos. Programas corporativos e clínicas também podem ver isso como uma oportunidade para desenvolver programas especializados de atividade física para crianças de seus funcionários e clientes.
Resolver o problema da obesidade infantil terá um impacto sobre a indústria de cuidados de saúde hoje e para os próximos anos.

6. Formação pessoal. Mais e mais estudantes estão se formando em cinesiologia, o que indica que os alunos estão se preparando para carreiras nas áreas de saúde aliados à formação pessoal. Educação, formação e credenciamento próprio para Personal Trainers têm se tornado cada vez mais importante para as instalações de saúde e fitness que os empregam.

7. Núcleo de formação. Esta tendência acentua força e condicionamento dos músculos estabilizadores do abdômen, tórax e costas. O núcleo de formação especificamente enfatiza condicionamento dos músculos do meio-corpo, incluindo a pélvis, costas, quadris e abdômen - todos os quais oferecem apoio necessário para a coluna.
Núcleo de formação continua a usar bolas de estabilidade, BOSU, quadros de oscilação e rolos de espuma, entre outros acessórios. Exercitar os músculos do núcleo pode permitir que o cliente ou paciente para melhorar a estabilidade geral do tronco e transferência de que para as extremidades, permitindo que o indivíduo para atender às demandas das atividades da vida diária e para o desempenho de diversos esportes que exigem força, velocidade, e agilidade.

8. Grupo de treinamento pessoal. Em tempos de desafios econômicos, muitos treinadores pessoais estão oferecendo opções de treinamento em grupo. Treinamento de duas ou três pessoas ao mesmo tempo faz sentido econômico para ambas as treinador e para os clientes.

9. Zumba e outros exercícios de dança. Um treino que exige energia e entusiasmo, Zumba combina ritmos latinos com intervalo tipo de exercício e treinamento de resistência.

10. Aptidão funcional. Esta é uma tendência em direção ao uso de treinamento de força para melhorar o equilíbrio e facilidade de vida diária. Aptidão funcional e programas de fitness especial para os adultos mais velhos estão intimamente relacionados.

11. Yoga. Yoga assumiu uma variedade de formas dentro dos últimos dois anos (como o Power Yoga, Yogalates, dentre outras formas). Dvd´s de instrução e livros são abundantes, assim como o crescente número de certificações para os muitos formatos.

12. Programação de Promoção Integral à Saúde no local de trabalho. Worksite, programas de promoção de saúde saltou de n º.20 em 2010, para o 12 em 2011. Esta é uma tendência para uma série de programas e serviços prestados para melhorar a saúde dos trabalhadores e incorpora sistemas para avaliar seu impacto sobre a saúde, os custos de cuidados de saúde e produtividade do trabalhador. Alguns destes programas estão alojados dentro do edifício da empresa ou corporação, ou em seu campus. Dentro do contexto da reforma pendente de cuidados de saúde nos Estados Unidos, os programas de promoção da saúde pode assumir uma importância adicional no futuro.

13. Boot Camp. Boot Camp é uma atividade de alta intensidade, estruturada padronizada no estilo militar.Boot Camp inclui força, cardiovascular, resistência, flexibilidade e exercícios e, geralmente, envolve exercícios indoor e outdoor normalmente liderados por um instrutor. Devido a sua escalada no ranking em apenas 2 anos, com uma ligeira diminuição na análise de tendências deste ano, será interessante ver se os programas do Boot Camp continuarão como uma tendência na indústria de fitness.

14. Atividades ao ar livre. Esta é uma tendência para os profissionais de saúde e fitness. Talvez a melhor razão por que motivo, parece haver uma tendência de alta para atividades ao ar livre veio de um entrevistado que escreveu "As melhores coisas sobre as atividades ao ar livre são que você não se cansa, você dá a sua mente descanso e coloca a maior parte de sua energia para o aspecto físico do seu corpo e, o melhor de tudo, você nem sequer percebe que está se exercitando".

15. Atingir novos mercados. Esta é uma tendência que identifica novos mercados em todos os aspectos da indústria de saúde / fitness. Com cerca de 80% dos americanos não têm um programa regular de exercícios ou um lugar para o exercício, programas clínicos, empresarial e comunidade devem explorar este enorme mercado. Tal como acontece com algumas das outras tendências já discutidas, os profissionais de saúde, fitness e seus empregadores podem estar à procura de novas formas de entregar os seus serviços para a maioria das pessoas que ainda não estão engajadas em seus programas.

16. Spinning (Ciclismo Indoor). Este programa de fitness de grupo tem sido descrito como pedalar ao ar livre sem temperatura, umidade ou outras mudanças ambientais. Música de fundo otimista motiva as pessoas através deste treino de alta intensidade. Aulas de spinning tem sido relatado para ser um dos programas mais populares do grupo de exercício no setor comercial.

17. Formação para esportes específicos. Esta tendência incorpora treinamento específico para esportes como baseball e tênis, projetadas especialmente para os jovens atletas. Esta é uma tendência interessante para a indústria da saúde / fitness para assistir ao longo dos próximos e tende a atrair um novo mercado para os clubes, academias e comunitários, bem como oferecer um tipo diferente de serviço que pode levar a aumento de receita.

18. Programas de Incentivo trabalhador. Aparecendo pela primeira vez no top 20 na pesquisa 2011 são programas de incentivo do trabalhador. Esta é uma tendência para a criação de programas de incentivo para estimular mudanças positivas de comportamento saudável. Esta tendência pode representar um ressurgimento de programas de saúde corporativa como um resultado potencial de redução de custos de cuidado com saúde.

19. O coaching de bem-estar. Esta é uma tendência que incorpora a ciência da mudança de comportamento para promoção da saúde e prevenção de doenças. Treinador de bem-estar, muitas vezes usa uma abordagem semelhante a um personal trainer, fornecendo apoio, orientação e encorajamento. O treinador de bem-estar se concentra nos valores do cliente, necessidades, visão e objetivos. Parece que treinar bem-estar e suas técnicas de princípios de mudança de comportamento estão sendo adotadas não só por personal trainers, mas também por prestadores de cuidados de saúde.

20. Referências médicas. Esta é uma tendência emergente, que traz parcerias da comunidade médica com os profissionais de fitness, oferecendo os devidos encaminhamentos para os pacientes.

Fonte: Site Physiopilates                                                                                 Imagem: Internet

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