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Torne a atividade física um hábito!

Postado em 27 de outubro de 2010 às 10:11

Já sabemos que o corpo humano pede movimento para funcionar regularmente, mas ainda percebemos que há uma grande incoerência entre essa verdade e o atual diagnóstico de sedentarismo da nossa população.

Querendo ou não, gostando ou não, quando a saúde se fragiliza, em qualquer área do nosso corpo, a recomendação médica hoje é unânime: junto com a prescrição médica, vem o remédio complementar: fazer atividade física.

É possível mudar esse quadro?

Cada de um de nós tem internamente uma gama de possibilidades infinita. Através do autoconhecimento, podemos escolher algo que nos faça bem e que nos devolva o caminho natural do corpo: movimento.

O corpo, quando recebe o que precisa , devolve em dobro energia, saúde, disposição.

Quanto tempo do seu dia você dedica ao que ele precisa?

Veja algumas situações e o que você pode fazer para driblá-las:

Pouco tempo

Tudo é uma questão de organização

Você tem 1440 minutos, como seus avós tinham e seus filhos terão. Por isso se você colocar na ponta do lápis seus horários e compromissos conseguirá encontrar um tempo hábil para praticar pelo menos 30 minutos (apenas 2% de todo o dia) de exercícios por dia. Claro, tudo isso exige esforço e persistência. Não esqueça que dormir de 7 a 8 horas por noite ainda é fundamental.

Trânsito

Fuja do horário de rush

O trânsito é uma questão de saúde pública. Todo mundo sabe o quanto os congestionamentos atrapalham nossas vidas. Para você que mora um pouco mais próximo do trabalho uma das alternativas é fazer a atividade física exatamente no momento que está indo trabalhar, pode ser de bicicleta, caminhando ou correndo. Quem não tem o privilégio de morar próximo do trabalho, drible o horário do rush e faça, após o expediente, uma caminhada ou corrida próximo ao trabalho, evitando assim o trânsito mais crítico e ganhando tempo.

Problemas financeiros

Sem gastar nem um tostão

Este com um pouco de força de vontade é um dos mais fáceis de ser resolvidos. Hoje o conceito de esporte e atividade física ganhou os parques e as ruas. Você precisa apenas de um par de tênis e de um lugar ao ar livre para correr, por exemplo. 

Excesso de trabalho

Coloque o seu nome na sua agenda

Negocie com o seu chefe horário de chegada e saída do trabalho alguns dias da semana, para encaixar atividade física ou hobby. Em dias de treino, planeje a agenda profissional como se tivesse apenas 4 horas de serviço. Calcule que as demais horas serão preenchidas com imprevistos, se você comprometer 8 ou 10 horas, não haverá tempo para incluir a atividade física.

 Agora é só começar!

By D'Elia

Fonte: Site Globo                                                                 Imagem: Google

A doença é a cura

Postado em 19 de outubro de 2010 às 11:41

O inglês Stephen Hawking, um dos físicos mais brilhantes da atualidade, é também protagonista de uma bela história de superação. Preso a uma cadeira de rodas desde os 21 anos, devido à doença degenerativa que lhe tirou os movimentos e a própria fala, foi salvo das trevas por dois sonhos que o levaram a encarar sua dor de uma nova perspectiva. “Sonhei que eu ia ser executado e, subitamente, me dei conta do que podia realizar se me fosse dado mais um tempo”, diz em seu site hawking.org.uk. Depois, viu-se conjeturando que, se a morte era iminente, o melhor seria usar o resto de vida para fazer o bem e sacrificar-se pelo próximo. Na época, os médicos lhe acenaram com uma sobrevida de poucos meses. Desde então, passaram-se 47 anos nos quais, além de teorias revolucionárias sobre o universo, ele tem nos brindado com a excelência na arte de viver: casou duas vezes, é pai, escritor, gravou sua voz sintetizada em um CD do Pink Floyd, participou de filme e até se submeteu à gravidade zero em um simulador para astronautas.

O caso Hawking é um exemplo – extremo, sim – de que podemos reavaliar nossa relação com a doença, tornando-a uma aliada em nosso propósito de crescimento. Não é fácil. Isso fere o senso comum, que vê na enfermidade apenas o seu lado doloroso, não raro identificado com azar ou punição. Mas, sem que viremos masoquistas, é possível observá-la com um olhar equânime e aproveitar seus benefícios ocultos. 

Uma doença é uma sinalização do corpo a nos pedir atenção e ajuste: em algum momento, ultrapassamos o sinal vermelho dos limites físicos ou psicológicos e o organismo reage acionando o alarme. A doença é parte mesmo do processo de cura, impondo-se como último recurso da natureza para livrar-nos de um estilo de vida nocivo, apoiado por hábitos relacionados ao egoísmo e a emoções negativas. 

O procedimento natural libera a mente de fixações que a fazem operar como um CD emperrado na trilha dos impulsos e abre novas possibilidades a partir do reconhecimento do valor intrínseco da vida. Desbloqueados os canais internos, geralmente a criatividade flui e a mudança se instala sobre uma base de sentimentos nobres e inclusivos. 

Tenho amigos de perfil complicado que mudaram da água para o vinho depois de serem postos na geladeira por um mal grave e súbito. Tornaram-se serenos e solidários, justos e compassivos, menos dogmáticos, mais humildes... O “exílio” na cama fez cair a ficha e alguns até redefiniram radicalmente suas crenças e objetivos, dando início a uma jornada totalmente nova. 

É claro que, para firmar-se, toda mudança exige motivação e persistência. Não é fácil construir hábitos e mais difícil ainda descontruí-los. A mente sempre procura sua zona de conforto, onde pode flutuar no movimento das pulsões, e então a auto-sabotagem emerge como fatalidade. Só a plena atenção e o uso da vontade nos levam a transpor esse obstáculo.

Fonte: Site Planeta Jota                                                                           Imagem: Google

Respiração e Pilates

Postado em 14 de outubro de 2010 às 20:49

O método melhora o humor, a imunidade e a saúde de diversos tecidos corporais.


O Pilates já nasceu estreitamente ligado ao tema da respiração. O seu criador, Joseph Hubertus Pilates, foi uma criança raquítica e asmática e passou a vida inteira pesquisando atividades físicas que melhorassem sua função respiratória e, em conseqüência, o seu desenvolvimento corporal.

Um apaixonado pelo movimento, Joseph Pilates foi buscar informações que muito contribuíram para o que hoje conhecemos como seu método em atividades como ioga e nas diversas modalidades de lutas (Wrestling). O resultado disso? Sucesso no seu objetivo.

É possível, por meio do Pilates, devolver aos sedentários, aos fumantes e ex-fumantes, às gestantes do terceiro trimestre e a tantas outras pessoas que, com freqüência, não respiram de forma eficaz uma organização corporal mais eficiente, uma conseqüente otimização da respiração e melhora da qualidade de vida. Tudo isso também pode prevenir futuros problemas corporais.

A respiração normalmente se distribui em três planos principais: anterior-posterior, lateral e superior-inferior. Com o Pilates, buscamos um equilíbrio desses três planos respiratórios.

Nenhuma dessas respirações sozinha é a correta nem totalmente nociva ou boa; precisamos saber equilibrá-las, otimizá-las e diferenciá-las, desenvolvendo a consciência do momento em que cada uma delas é mais indicada ou necessária.

A respiração é freqüentemente automática e inconsciente, mas também pode ser um ato voluntário e consciente. A respiração pode ser enfatizada como instrumento para atingir qualidade na execução dos movimentos. O contrário também acontece, pois movimentos adequados com a região do tronco estimulam e ampliam a entrada e a saída de ar dos pulmões.

Quando expiramos com mais força e colocamos as mãos na barriga, sentimos a ação dos músculos abdominais, que são os músculos que nos curvam para frente (flexão de coluna). A expiração facilita a mobilização da coluna em flexão. Desta forma, economizamos gasto energético e a execução do exercício é mais eficiente.

Por outro lado, a inspiração profunda faz o peito subir e a coluna iniciar um arco para cima e para trás, essa respiração auxilia a realizar exercícios que exijam a extensão da coluna. A respiração profunda ou forçada otimiza a troca de gases O2 e CO2 e é um excelente treino para os abdominais.

Quando bem desenvolvida, ela explora movimentos laterais, inferiores e posteriores da cesta torácica formada por nossas costelas, a coluna e o osso externo, na parte anterior. Quando essa troca é mais eficiente, o resultado é uma melhora do humor, da imunidade, da saúde dos mais diversos tecidos corporais, diminuindo a depressão, a irritação e o cansaço, tão comuns entre os que utilizam a respiração acessória como fonte principal.

Cito aqui uma frase de profunda beleza e significado, que escutei de Márcia Santiago, amiga e educadora da Physio Pilates, que revela a importância desse tema: A respiração é o nosso primeiro e último ato de vida .

Fonte: Site Revista da Saúde                                                                    Imagem: Google

13 de outubro - Dia do Fisioterapeuta!!!

Postado em 12 de outubro de 2010 às 21:34

 

 

 

Parabéns a todos os fisioterapeutas pelo trabalho rumo a uma vida em movimento!

Fica aqui a nossa homenagem: http://migre.me/1yw7X

 

 

 

       

Imagem: Blog fisioterapêutico

Pilates - Corpo, Emocional e Mente!

Postado em 06 de outubro de 2010 às 11:31

O cérebro recebe informações sobre as condições das várias partes do nosso corpo – músculos, articulações, órgãos, etc – através de corpúsculos e nervos. Como resposta, percebemos os sinais em nosso corpo através das sensações, como por exemplo, a dor, o bem-estar, fome, sede, sono, apetite sexual, necessidade de segurança, higiene e afeto. Assim, através do corpo temos a percepção do que precisamos, do que e como gostamos (ou não gostamos) e do que queremos. Com o corpo, temos a possibilidade de criar arte e conhecimento. Podemos ter filhos, praticar esportes, trabalhar, construir e descobrir. Na estrutura corporal, também, se espelha sentimentos como angústia, medo, depressão, tranquilidade, euforia, alegria; refletida, por exemplo, nas ações neuromusculares, na postura, nos movimentos. Toda atitude do ser humano é atitude corporal.

Sendo assim, quanto mais adquirimos consciência sobre o nosso corpo, maior o controle sobre nossas possibilidades, limites e deveres. Temos movimentos mais eficientes, econômicos e seguros, ou seja, aproveitamos todo o potencial do movimento, além de desfrutarmos de cada sensação proporcionada, como um prazer no alongamento, bem-estar no relaxamento, a independência pelo poder da força. Ainda, através da consciência corporal, é possível se livrar de sentimentos e ações reprimidas, derrubando paradigmas maléficos e amenizando tabus enraizados. Pode-se dizer que não temos um corpo, mas sim somos um corpo.

Desenvolver a consciência corporal ajudaria então a desenvolver as relações humanas? Entretanto, ao longo do nosso desenvolvimento, esse contato com o corpo, com a emoção e com a alma acaba se perdendo ou não construída, pela falta de estímulos e informações, conduzindo então à vulnerabilidade ao mundo externo, o qual impõe, define, repreende e proíbe, resultando em um acúmulo de tensões.
Neste contexto, é importante que os pais e os profissionais da educação (educação física e os regentes de classe) e psicomotricidade reformulem as diversas questões do corpo, estimulando a maior autonomia das crianças e adolescentes em suas práticas motoras. Frisando esse processo durante a variabilidade e as experiências motoras proporcionadas durante a fase de aprendizado e especialização dos movimentos, o indivíduo estará mais bem direcionado ao caminho da tomada da consciência corporal, bem como ao desenvolvimento geral.

Então, podemos perceber com mais clareza, o porquê de muitas condutas em nossas aulas de PILATES.  Como, por exemplo, enfatizar sensações, proporcionar diferenciados padrões de movimentos, percepções táteis, visuais e até auditivas para relacionar o corpo, o estímulo do cérebro e a resposta motora, além do entendimento e interpretação das várias reações do corpo para com o contexto do aluno. Além dos exercícios físicos, o PILATES é um exercício para a mente, para o equilíbrio interno, para a harmonia da pessoa como um todo. É um método que entre vários benefícios, resgata e potencializa a consciência corporal, o bem-estar e a auto-estima. Porque somos UM conjunto de tudo e não parte de um todo.

Fonte: Revista Pilates                                                               Imagem: Site Sculp Pilates

 

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