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Pilates e ansiedade!

Postado em 29 de outubro de 2011 às 00:14

Acordar cedo, deixar os filhos na escola e ir trabalhar. No horário de almoço, apenas um quarto é reservado para a refeição. O restante é separado para resolver os assuntos mais urgentes, que não podem esperar até o fim do expediente. Depois mais trabalho que geralmente se torna estressante devido à sobrecarga de responsabilidades. De volta em casa, uma leve pausa para o jantar e, como se não bastasse, os problemas domésticos para solucionar, sem falar daqueles que levam trabalho pra casa.

É uma rotina dessas que muitos profissionais precisam enfrentar todos os dias e o que menos fazem é cuidar da própria saúde. A consequência é pouca ou quase nenhuma qualidade de vida. Muitas pessoas já sofrem com as chamadas “doenças da modernidade”. A ansiedade, por exemplo, é um motivo suficiente para se recorrer a um bom médico. E não estranhe se entre um remédio e outro, ele recomendar a prática do Pilates.

A ansiedade é uma sensação ou sentimento decorrente da excessiva excitação do Sistema Nervoso Central consequente à interpretação de uma situação de perigo. Por vezes a pessoa que sofre de ansiedade, sente uma necessidade de estar sempre à fazer coisas de forma a fugir do seu estado emocional para que se sinta melhor.

Desta forma a pessoa que passa muito tempo num estado de ansiedade acaba interrompendo a respiração como uma forma de defesa contra o medo de uma punição ou situação de perigo, ocasionando um bloqueio no músculo diafragmático. Um diafragma inibido, que não funciona bem, pode causar diversos distúrbios no nosso organismo, como: dores de cabeça, problemas gastrointestinais, dores nas costas e até mesmo um aumento na ansiedade.

Uma respiração otimizada, mobiliza a coluna vertebral na região do tórax, que provoca a mobilização do sistema nervoso autônomo que, dentre outras tantas atividades é responsável pela digestão, reprodução, sono e relaxamento.

O Pilates aperfeiçoa a rerspiração e potencializa a capacidade respiratória. Em todos os exercícios a respiração é enfatizada como instrumento para atingir a qualidade na execução dos movimentos. O contrário também acontece, pois os movimentos adequados com a região do tronco estimulam e ampliam a entrada e saída de ar nos pulmões. O Pilates exerce muitos benefícios em pessoas ansiosas por modificar a capacidade respiratória. Se o indivíduo ansioso é capaz de aprender a expirar, podemos até certo ponto, modificar sua condição energética diafragmática, onde a ansiedade está contida.

O Pilates mobiliza a musculatura dessa região e na medida em que respiração é solicitada durante a execução dos exercícios, tornando-se um ato voluntário e consciente. Somente a prática irá validar a relevância do trabalho interdisciplinar entre o instrutor de Pilates e psicólogo corporal no indivíduo ansioso.

 

Fonte: Site Revista Pilates

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Yoga: 10 bons motivos para praticar

Postado em 21 de outubro de 2011 às 17:14

Renda-se ao ioga. Essa técnica milenar que alinha corpo, mente e espírito e é deliciosa de praticar

Um dos objetivos da ioga é cessar o fluxo contínuo de pensamentos.

Importada da Índia, poucas práticas de vida são tão completas quanto  ioga. Além de trabalhar o corpo, esta técninca alimenta o espírito com a riqueza de uma filosofia inspirada por mestres e sábios de muitas épocas. A seguir, especialistas enumeram os benefícios que a modalidade tem a oferecer ao organismo, à alma e à autoestima.

1. Músculos fortes

Muita gente ainda acredita que a ioga é apenas uma técnica de relaxamento. Nada disso. Ela movimenta cada pedacinho do corpo. Seu grande apelo é fortalecer e alongar os músculos, beneficiando o corpo como um todo - o que geralmente não ocorre em modalidades como a musculação, principalmente quando esta é feita de maneira exagerada.

2. Maior percepção do corpo

A ioga é poderosa para ampliar a consciência corporal, que se estende também para além da sala de aula. Com o tempo, o praticante consegue detectar os sinais mais evidentes de tensão muscular e, assim, é capaz de controlar melhor as situações de estresse. A pessoa passa a perceber com mais facilidade vícios de postura, como sentar ou andar projetando o abdômen para a frente.

3. Quilos a menos na balança

As modalidades que mais mandam quilos extras embora são a power ioga - técnica que combina sequências de posturas aleatórias com respiração dinâmica - e a ashtanga vinyasa ioga, séries fixas de movimentos com graus progressivos de dificuldade. "Em aulas intensas, é possível perder até 600 calorias", contabiliza o professor Júlio Fernandez. Ambas são ainda eficientes para trabalhar a capacidade respiratória em favor do emagrecimento. O controle da inspiração e da expiração do ar ajuda a diminuir a ansiedade e, por tabela, o desejo de comer.

4. Menopausa light

A iogaterapia hormonal tem sido usada com grande sucesso para aliviar os incômodos dessa fase da vida, quando a mulher se depara com frequentes ondas de calor e perda de libido. "As posturas agem principalmente sobre os ovários, a hipófise, a tireoide e as glândulas suprarrenais, estimulando o aumento dos níveis de estrógeno, hormônio que cai significativamente com a suspensão da menstruação", explica a criadora do método, a iogaterapeuta Dinah Rodrigues.

5. Integração total

Segundo a tradição da ioga, possuímos sete pontos de energia ao longo do corpo, conhecidos como chacras. Eles se relacionam aos órgãos vitais, regem as emoções e ainda fazem o elo com o mundo sutil. Enfraquecidos ou muito estimulados, podem trazer problemas emocionais ou até mesmo doenças. Se forem mantidos em equilíbrio por meio da prática de posturas específicas, são eficientes na integração do corpo, da mente e do espírito.

6. Vida longa

Para as pessoas que praticam ioga, a passagem do tempo não é medida em anos, mas em número de inspirações e expirações que a pessoa faz ao longo da vida. "Quanto maior a capacidade respiratória de um indivíduo, menor o número de respirações que ele faz por minuto. Isso significa que, entre uma respiração e outra, o ar está sendo saboreado e absorvido de maneira adequada", resume a professora Anna Ivanov. Por isso, os exercícios respiratórios (pranayamas) são tão importantes quanto as posturas e a meditação.

7. Alegria, alegria

Um dos objetivos da ioga é conseguir cessar o fluxo contínuo de pensamentos, que faz com que percamos o foco do que é realmente importante. "Quando atingimos esse estado, é possível sentir durante alguns segundos uma indescritível sensação de felicidade", constata a professora Ana Borella.

8. Mente quieta

Durante a meditação, o cérebro trabalha mais lentamente e os ruídos causados pelos pensamentos se tornam sutis. A agitação constante causa a instabilidade emocional e enfraquece o sistema imunológico. "Quando ocorre um espaço entre um pensamento e outro, chega a quietude. É como se a mente se calasse e o silêncio interno passasse a ser um alimento para a alma", descreve Márcia de Luca.

9. Vida leve

Silenciar a mente também eleva o astral. Estudos realizados pelas universidades de Stanford e Columbia, nos Estados Unidos, comprovaram que essa atividade libera endorfina, hormônio que atua sobre o sistema nervoso central e aumenta a sensação de bem-estar, deixando o dia a dia mais alegre.

10. Coração em paz

Manter o bom humor em dias de muita agitação e embaraços não é fácil. Domar a irritação nas horas em que você só pensa em fugir do mapa também é complicado. Apesar da prática da ioga não transformar sua vida num mar de rosas, ela é bastante eficiente para enfrentar os momentos difíceis.
 

 

Fonte: Site Revista Bons Fluidos                                                                Imagem: Internet
 

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4 passos para se reinventar!

Postado em 14 de outubro de 2011 às 09:00

Algumas mudanças a gente busca, outras nos atropelam. O segredo está em saber lidar com a metamorfose
 

Todas nós viveremos a experiência da renovação. Nossa essência e nossas escolhas já se transformaram em cada etapa do desenvolvimento: do nascimento à infância, da adolescência à fase adulta. Mas não é porque alguém "já cresceu" que a sua identidade está fixada. Do corte de cabelo ao círculo de amigos, você já mudou e mudará muitas vezes. Sem falar nas mudanças que não escolhemos, como a morte de alguém querido. "É preciso passar por uma adaptação e nem sempre há tempo para assimilar o que foi embora e o que ficou na sua vida", diz Eliane Santos, trainer em programação neurolinguística do Instituto Vencer (SP).

A questão, então, é saber lidar com a transição. Isso se faz entendendo o processo de metamorfose. Segundo especialistas, devemos passar por quatro passos: a dissolução, a reinvenção, a reforma e o voo. Veja como funciona cada momento e... reinvente-se!

1º Passo - Dissolução

A primeira fase da mudança é a mais marcante, o momento em que nos sentimos como alguém sem identidade - pois tudo o que ficou para trás não fará mais parte do presente. É como se você passasse por um tempo de luto, de assimilar o que foi perdido e o que é preciso deixar para trás. "Esse período tem a duração de até um ano e passa por cinco fases: a negação, a raiva, a negociação, a depressão e a aceitação", explica a psicoterapeuta Lana Harari, da Universidade de São Paulo (SP).

"A maioria das pessoas luta contra essa mutação para manter a identidade de antes. Afinal, é mais fácil atribuir nossa frustração no trabalho ao chefe, nosso desequilíbrio à família, nossa falta de prazer ao parceiro e, assim, nunca assumir que poderemos ter as rédeas da própria vida. Somos responsáveis por nossos atos e escolhas", afirma Eliane Santos. A dissolução soa como fim - e até pode ser. Isso é, de fato, assustador. Mas não há reviravolta que não passe por esse basta. E quanto mais depressa a gente se desapegar do passado, melhor.

2º Passo - Reinvenção

"A transformação se dá de dentro para fora", explica o psicólogo clínico Paulo Cesar Pereira, da Universidade Paris Diderot, na França. Diante do fato consumado de que a identidade anterior não existe mais, cabe perguntar: quem eu sou hoje? O que quero para o futuro? O que preciso mudar para chegar lá? Sabendo o seu destino, vem a fase de buscar meios para alcançá-lo. "Pode ser tomando a experiência de alguém como exemplo, pode ser começando tudo do zero", sugere Pereira. "O mais importante é que essa viagem é contínua, é preciso nos recriar a todo momento. Somente assim saímos do piloto automático, que por vezes é desculpa perfeita para aqueles momentos em que estamos acomodadas", completa Eliane Santos.

Considere os seus objetivos, esperanças e interesses e passe a visualizar quem você quer ser. Bastam 15 minutos por dia. Feche os olhos e, mentalmente, veja, toque e sinta a realidade que quer criar. Lembre-se: é nesse exato momento que você constrói o seu futuro.

3º Passo - Reforma

Essa é a hora de colocar os planos em prática. "No começo, o esforço é grande e precisamos constantemente nos policiar de qualquer desvio", alerta Lana Harari. Abandone velhos hábitos, afaste-se das pessoas que a deixam para baixo, visite lugares novos... "Transformar é aprender com a experiência, liberar o seu potencial e maximizar a sua performance. É entender que você consegue realizar mais do que acha que pode", incentiva Eliane Santos.

Não se sinta mal caso precise voltar ao primeiro ou ao segundo passo. "Saber recomeçar é o requisito básico de alguém que verdadeiramente queira a transformação", conta Lana. Lembre-se que você está num caminho totalmente novo e, por isso, desconhece o que a espera na frente. Seja paciente e carinhosa consigo mesma.

4º Passo - Voo

O psicólogo americano Silvan Tomkins criou a Teoria do Script, segundo a qual a emoção é o que nos move. Quando positiva, é nosso termômetro de felicidade, de satisfação. Mas mesmo as emoções negativas, como a dor e a sensação de vazio, não devem ser interpretadas como fracasso ou punição, pois têm uma função positiva a cumprir: servir de motivação para conseguir reverter uma situação que não está boa. Então, não se deixe abater com algo de fora: é preciso estar segura das suas decisões e disposta a fazer ajustes permanentes. "Depois da meta atingida, pare e reavalie o que está dando certo e o que ainda precisa de reparo. Esse é um ciclo constante", diz Lana Harari. Só assim encontramos um equilíbrio entre o novo e o velho "eu".

Fonte: Site Revista Vida Simples                                                                       Imagem: Internet

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A ciência do Pilates!

Postado em 07 de outubro de 2011 às 09:50

O método começa a ser indicado por médicos e ganha espaço dentro dos hospitais para auxiliar na recuperação de males como dor, câncer e doenças neurológicas.

No mundo do fitness, a explosão de novas modalidades é uma constante. Mas, normalmente, com a mesma velocidade com que surgem, elas desaparecem após poucos meses. Quando resistem, tornam-se aqueles fenômenos que mudam a história da malhação e a maneira como enxergamos a atividade física. Foi assim com o surgimento da aeróbica, com a expansão da musculação e assim está sendo com o Pilates. Criado pelo alemão Joseph Pilates durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o método rapidamente caiu no gosto dos bailarinos, que o usavam como complemento ao treino. Mas foi só a partir da década de 90 que se popularizou, atraindo milhares de adeptos em todo o mundo e tornando-se a maior revolução do fitness dos últimos anos. Só nos Estados Unidos, primeiro país a receber um estúdio com aulas da modalidade (ministradas pelo próprio Pilates em Nova York), estima-se que cerca de dez milhões de pessoas o pratiquem. No Brasil, não há dados precisos, mas o crescimento pode ser observado pela grande quantidade de estúdios e de pessoas que se confessam fãs do Pilates. “A rápida percepção dos resultados incentiva cada vez mais gente a aderir à técnica”, analisa a fisioterapeuta Solaine Perini, presidente da Associação Brasileira de Pilates. “Isso faz dele o método de condicionamento físico que mais ganha adeptos no mundo.”

As razões para se buscar o Pilates são as mais variadas. Há desde os desejosos de esculpir o corpo (inspirados por celebridades como a cantora Madonna, que credita parte de sua boa forma à técnica) até os interessados em exercícios capazes de ajudar na prevenção ou na recuperação de problemas como dores e lesões. Como anseios tão diferentes cabem dentro de um mesmo método? “Pilates se preocupou em criar uma técnica que trabalha a saúde como um todo”, considera Inelia Garcia, uma das primeiras instrutoras do método no Brasil e hoje dona de um império com mais de 47 estúdios e dez mil alunos espalhados por todo o País. “O corpo torna-se mais forte, flexível e resistente”, diz. “Na parte mental, os exercícios melhoram a concentração e a memória. E o trabalho com a respiração ajuda no controle das emoções”, completa.

A abrangência das lições deixadas por Pilates chama mesmo a atenção. Vem de uma preocupação constante que guiou o seu trabalho: imprimir ciência à técnica. Toda a metodologia de Pilates parte do conceito de “centro de força” (ou power house). O termo, por ele criado, define a região central do corpo humano. “São os músculos da coluna, do quadril, das coxas e do entorno do abdome”, diz Aline Haas, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e instrutora certificada pela Pilates Method Alliance, dos Estados Unidos. “Eles são os flexores e extensores da coluna e do quadril e estão na musculatura profunda da pelve.” De acordo com os princípios preconizados por Pilates, fortalecer essa região é a melhor maneira de garantir uma boa sustentação para o corpo humano.

Ao compreender o trabalho muscular realizado durante os movimentos, Pilates criou exercícios e aparelhos capazes de estimular os músculos, inclusive os mais profundos e em geral pouco acionados no cotidiano. Os resultados são tão impressionantes que têm ocupado o tempo dos cientistas. Parte deles está especialmente interessada em levantar mais do que transformações corporais que o método pode proporcionar. Querem conhecer as suas possíveis indicações terapêuticas.

E o que se descobriu até agora é alentador. Um exemplo: trabalhos demonstram que a técnica pode ser eficaz para a redução das dores, com efeitos animadores em casos de dor lombar e de fibromialgia (dor crônica sem origem aparente, mais comum em mulheres, e sentida em vários pontos do corpo). Um dos estudos pioneiros foi feito no Departamento de Medicina do Esporte e Reabilitação do Instituto Ortopédico Gaetano Pini, na Itália. Os pesquisadores recrutaram 43 pacientes com dor lombar. Parte deles fez Pilates, enquanto os demais foram submetidos ao tratamento da Escola da Coluna (método fisioterapêutico criado na década de 60). Ao fim de dez dias, quem praticou Pilates teve ganhos similares aos da fisioterapia tradicional, mas com uma vantagem: estava muito mais contente. Entre os que tiveram aula de Pilates, 61% declararam-se muito satisfeitos com a terapia, contra 4,5% entre os que foram submetidos à outra técnica. (...)

Para ver a reportagem completa, acesse o Link: Site Revista Isto é

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