BLOG

inicial blogarquivosnovembro de 2010
Blog

Respire bem!

Postado em 29 de novembro de 2010 às 10:12

Uma pesquisa divulgada pela Organização Mundial de Saúde, a OMS, aponta que 70% da população mundial respira de maneira inadequada, prejudicando não apenas o sistema respiratório, mas também toda a estrutura óssea facial, inclusive os dentes.

Uns inspiram mais pela boca e expiram pelo nariz, outros o contrário.

O Pilates pode ser um excelente meio de corrigir este mau hábito. “No Pilates você aprende a reeducar sua respiração da maneira fisiológica e correta”, conta o fisioterapeuta Fabrício Durço Cardozo. Dependendo da solicitação do instrutor e dos objetivos, são realizadas respirações bem profundas. “O certo é sempre, no decorrer dos movimentos, soltar o ar lentamente com a boca aberta, sem esquecer-se de ativar o Power House, visando a uma melhora na postura, consequentemente” explica Fabrício.

Inspiração e expiração corretas conseguem ativar o centro de força do pilates e fazer o que o centro respiratório do corpo trabalhe efetivamente. “Dependendo do objetivo, são realizadas respirações em um ou dois ciclos, mas sempre solicitando a ativação do centro de força do pilates com a expiração, pois se torna o trabalho muscular mais efetivo e, no próximo ciclo, promove-se uma oxigenação do tecido mais significativa e uma troca gasosa mais eficaz”, orienta Fabrício.

Para as pessoas que sofrem de desvios posturais, o Método Pilates promove a conscientização adequada da postura, fazendo com que o aluno seja capaz de compreender seu próprio corpo. A respiração possui um papel fundamental neste processo. “Respirando devidamente na execução dos exercícios, principalmente naquelas que envolvem mobilização vertebral, o indivíduo terá auxilio em sua correção postural, na tentativa de colocar as vértebras sem seu devido lugar, juntamente com os outros comandos e a ativação do Power House. Ao ativar o centro de força, juntamente com a tonificação do abdome, consegue-se a melhora da postura.”

Outra vantagem é que a prática de atividades físicas ajuda a aliviar dores crônicas, por promover a eliminação de endorfina no corpo; com isso, a pessoa passa a se sentir mais disposta e consegue uma resposta fisiologicamente mais positiva. “Por ser uma técnica com vários benefícios ao mesmo tempo, desde o alongamento à correção postural, estimulando sempre o centro respiratório, tem-se respostas significativas em se tratando de bem-estar, liberação do estresse e qualidade de vida, já que a expiração é bastante solicitada no decorrer dos movimentos”, observa Fabrício.

Se você possui algum desvio postural, procure um profissional habilitado e tente se desprover de maus hábitos no trabalho e no seu cotidiano.

Fonte: Site Revista Pilates                                               Imagem: Site Revista Pilates

Alongamento – livre-se do estresse e melhore sua postura!

Postado em 24 de novembro de 2010 às 11:39

O Pilates trata-se de um exercício físico que, dentre muitos benefícios, proporciona o fortalecimento e o alongamento da coluna, através de exercícios de alongamento.

Os alongamentos permitem desenvolver ou manter a flexibilidade, e são definidos como a amplitude máxima de uma determinada articulação, sem que ocorra lesão.

Além da redução de encurtamentos musculares, os alongamentos proporcionam melhora da circulação, melhora da postura, diminuição das tensões, redução de nódulos musculares, e outras melhorias. Por apresentarem funções específicas, devem ser feitos com consciência e orientação profissional.

Além das melhorias físicas, os alongamentos produzem um estado de relaxamento importante para diminuir a tensão muscular, responsável pelo aumento da ansiedade, do estresse e da depressão. É muito comum utilizarmos o alongamento para aquecimento, antes de uma atividade mais intensa, ou para relaxar a musculatura trabalhada, após os exercícios.

Algumas orientações para os treinos de alongamento ou para os de flexibilidade são importantes, como:

- Inicie sempre com alongamentos de leve tensão e progrida gradativamente;

- Se estiver frio, deve iniciar o treino com uma atividade cíclica – exemplos: caminhada, trote, corrida leve – o que vai aumentar a circulação, para depois alongar-se (uma vez que a temperatura nas extremidades é sempre mais baixa que a temperatura central corporal);

- Tente trabalhar sempre o maior número de ângulos das articulações;

- Os alongamentos devem ser feitos com frequência, todos os dias se possível, como prevenção do encurtamento muscular, dores no corpo e problemas posturais;

- Podem ser feitos a qualquer hora, porém de manhã, ajuda a despertar o corpo para as atividades do dia;

- Qualquer pessoa de qualquer idade, se beneficia com os alongamentos, desde que respeitadas as características de cada indivíduo ao montar o programa, porém os progressos serão maiores em pessoas ativas, comparando-se com as sedentárias;

- Um treino de alongamento para ganho de flexibilidade deve ser feito em sessões específicas, por um tempo maior, de preferência alternando com treinos exaustivos;

- Aprenda a relaxar, sem sair da postura correta, respire profunda e lentamente concentrando-se no músculo que está sendo alongado.

No começo de um programa de alongamento para flexibilidade, é comum apresentar uma dor tardia (até o dia seguinte), mas não muito forte ou incapacitante. A dor pode se manter por 24 a 36 horas e depois ir diminuindo e desaparecer, permitindo assim outra sessão de alongamento.

Se a dor perdura por mais dias, é provável que tenha ocorrido lesões por excesso de tensão na tentativa de alcançar altos índices de flexibilidade. Assim será necessário um tempo maior para regeneração do tecido. Deve-se então observar o programa de alongamento e caso necessário, modificar os exercícios, identificando os pontos de dor e as características de cada um.

Fonte: Revista Pilates                                                        Imagem: Google

Envelhecimento - um novo olhar!

Postado em 16 de novembro de 2010 às 11:45

Nas últimas décadas vem ocorrendo um aumento na expectativa de vida dos brasileiros, graças aos avanços científicos e tecnológicos, em especial, na área da medicina, o que tem proporcionado uma maior longevidade a essa população. Tal fato tem ocasionado um acentuado e acelerado crescimento da camada mais velha da população e esse envelhecimento tem gerado uma série de transformações no cotidiano e no hábito de vida das pessoas. Diante desse quadro, é fundamental lançar um novo olhar sobre o idoso, buscando novas formas de compreensão acerca do envelhecimento e suas implicações biopsicossociais.   

 O imaginário social é permeado por concepções e imagens atribuídas ao idoso carregadas de estereótipos, preconceitos e mitos, o que impede o reconhecimento do valor que o idoso tem como cidadão portador de direitos e deveres e como um ser humano com sua individualidade e peculiaridades. As crenças em relação ao idoso englobam idéias de solidão, isolamento, fragilidade, decadência física e mental e incapacidade, mas tais concepções são equivocadas em muitos sentidos e precisam ser repensadas.

 O idoso é um ser que, como qualquer outro, independente da idade, possui seu próprio potencial e capacidade de crescimento, que precisa ser valorizado e reconhecido, dentro das limitações que cada um possui. É possível ao idoso viver de forma criativa o seu dia a dia, incluindo novas experiências e dando novos sentidos a estas; buscar novos objetivos, projetos e sonhos; conquistar novos espaços sociais, dando origem a novas amizades, hábitos, atividades e condutas e se dedicar a atividades das mais diversas – estudo; viagens; atividades culturais, sociais e assistenciais; línguas.

 Assim, é possível ao idoso descobrir novas habilidades e ampliar sua visão de mundo, firmando, assim, sua identidade e ressignificando sua existência. À medida que o idoso tem a oportunidade de se firmar como um sujeito ativo e participativo, detentor de direitos, e se percebe aceito, respeitado e acolhido pela sociedade, ele ganha possibilidades reais de não apenas viver mais anos, mas sim de viver de forma mais prazerosa, com maior auto estima, qualidade de vida e bem estar.

 É importante reconhecer que houve, nos últimos anos, avanços no caminho de reconhecimento social dessas pessoas, como é o caso do Estatuto do Idoso, de 2003, o que reflete, de certa forma, uma maior atenção e preocupação com essa parcela da população. No entanto, ainda é necessária uma melhor e mais adequada infra-estrutura de atendimento ao idoso, como políticas públicas que garantam acesso à educação, saúde, lazer, segurança, bem como uma maior sensibilização e conscientização das pessoas no respeito, valorização e acolhimento a esse público, vendo o idoso como um ser capaz de se expressar ativamente no mundo.

Envelhecer é um processo pelo qual passamos a cada dia. Nesse sentido, é preciso preparar nossa sociedade para oferecer vida digna, justa e inclusiva ao idoso, uma vez que ele precisa não só de assistência, mas se sentir ativo, participativo e integrado, colaborando com a sociedade e garantindo uma maior qualidade de vida a essas pessoas.   

 Fonte: Revista Psicologia Brasil                                Imagem: Google

Reiki, a energia através das mãos!

Postado em 08 de novembro de 2010 às 10:41

Ao estimular o equilíbrio das funções imunológicas e hormonais, a técnica possibilita mais qualidade de vida, saúde e bem-estar psicológico e espiritual.

 

No início do século XX, um praticante do Budismo Tendai, o japonês Mikao Usui, idealizou uma prática denominada Reiki, palavra que significa "universo" (Rei) e "energia vital" (Ki). O objetivo era incentivar o desenvolvimento pessoal e espiritual. Entretanto, quem desejasse seguir seus ensinamentos deveria antes submeter-se a um ritual: Usui tocava levemente cada discípulo por um determinado tempo. Seus discípulos não só repetiam essa prática, como também utilizavam alguns símbolos de origem taoísta, cujas imagens teriam o poder de restabeler a saúde humana.

De acordo com Gala True, cientista sênior em Ética Médica do Albert Einstein Center for Urban Health Policy and Research, na Filadélfia (EUA), no tempo de Usui, "o Reiki era só uma prática espiritual, e qualquer cura física, emocional ou mental seria uma consequência natural dela".


Como a prática funciona
Porém, Chujiro Hayashi, um dos alunos de Usui, aperfeiçoou a técnica, desvinculou- a das práticas meditativas e passou a utilizá-la com fins terapêuticos.

No Brasil, os ensinamentos chegaram só em 1982 e são hoje considerados tradicionais. Como, inicialmente, o método era transmitido de forma oral, nos anos seguintes surgiram outras variações.

Ricardo Monezi, psicobiólogo e pesquisador do Reiki no Instituto de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), explica que todo ser humano possui a capacidade de captar e transmitir energia através das mãos. "Hoje, ainda desconhece-se a natureza dessa energia, mas se cogita que ela seja elétrica, magnética ou ambas".

Segundo Monezi, uma das hipóteses é a existência do efeito placebo: a confiança no praticante, a crença e a fé podem acionar mecanismos orgânicos regenerativos. Outra possibilidade seria a interação dos campos magnéticos de quem aplica e de quem recebe o Reiki. "Acredito na conjunção desses dois fatores", fala o especialista. "O importante é que expor-se ao Reiki traz benefícios, pois ele atua na liberação de hormônios ligados ao estresse (cortisol e adrenalina), promovendo notável relaxamento, além de agir no fortalecimento do sistema imunológico".

Os pontos mais trabalhados
Cada ponto do corpo estimula as principais glândulas endócrinas. Veja:
Na cabeça: o objetivo é ativar a hipófise, o hipotálamo, a pineal e a amídala. Esta última estímula do hipotálamo e da glândula pineal, que influenciam a melatonina, hormônio considerado importante na liberação da dopamina (substância química ligada a transtornos como esquizofrenia, depressão, ansiedade e bipolaridade).

Os pontos da tireoide e do coração: estimulam o equilíbrio da circulação; os das glândulas suprarrenais são responsáveis pela liberação da adrenalina e cortisol (relacionadas ao estresse)

Os dos ovários e testículos:    auxiliam na estabilização do estrógeno e progesterona na mulher, e testosterona no homem, capazes de influenciar o comportamento de ambos.

Tira-dúvidas sobre a técnica
- Quem é o terapeuta: pessoa que ajuda o próximo a acessar sua capacidade natural de reagir. Porém, ao decidir submeter-se às sessões, o paciente deve procurar saber se o praticante possui formação que o habilita ao uso da técnica. A tradição ocidental é que os ensinamentos se dividam em quatro etapas (Níveis I, II, III e mestre-professor Reiki). A partir da formação de nível I, qualquer pessoa estará capacitada a utilizar em si ou transmitir o Reiki.
- Quem é o paciente: qualquer pessoa, independentemente de idade e sexo, pode receber o tratamento. Indivíduos em estados pré ou pósoperatório também podem ser submetidos ao Reiki.
- Tempo de tratamento: em geral, cada sessão dura de 1h a 1h30. "O número de sessões dependerá de cada caso, mas quatro costumam ser suficientes", informa Luiz Fernandes de Almeida, praticante, mestre-professor e pesquisador de Reiki há mais de dez anos.
- Como é a sessão: quem recebe Reiki pode estar sentado ou deitado e permanece vestido. O prático posiciona as mãos sobre determinados pontos do corpo para estimulá-los por meio da imposição ou do toque.
- Principais indicações: é considerada coadjuvante no tratamento de doenças fisiológicas, psicológicas e psiquiátricas. Distúrbios de ansiedade, dores crônicas, HIV/Aids, eventos cirúrgicos em suas fases pré e pós-operatória, esquizofrenia, bem como em especialidades como a oncologia, obstetrícia, reumatologia são outros exemplos em que o Reiki tem sido utilizado.

Fonte: Site Revista Viva Saúde                             Figura: Google

   

Preguiça - encontre o equilíbrio!

Postado em 05 de novembro de 2010 às 17:19

“A preguiça é a mãe do progresso. Se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não teria inventado a roda.”

As frases definem de maneira simples e verdadeira o famoso estado responsável por bocejos e espreguiços sem fim. Pois de certa forma a preguiça é um “protesto” pelos tempos acelerados em que vivemos. Com o ritmo de vida cada vez mais vertiginoso, parece ser irresistível o convite para desencanar daquelas tarefas que nos consomem diariamente. Basta olhar para o lado e perceber que o tempo e o espaço dedicados à preguiça estão cada vez mais escassos. Pois é fácil imaginar que damos mais atenção às tarefas que para nossa própria vida.

O médico Jomar Souza, diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, diz que há o lado bom e o lado ruim da preguiça. E, como tudo, é necessário equilíbrio para curtir momentos de relaxamento sem que isso altere a funcionalidade nas diferentes áreas de sua vida. “Todos nós, em vários momentos da vida e do cotidiano, vamos sentir preguiça que pode ser de uma ação física e/ou mental. Isso pode, por exemplo, estar relacionado com o biorritmo de cada um”, diz Souza.

Cinco minutinhos

Todo mundo sabe: a imagem da preguiça não é das melhores. Pelo menos em sociedades competitivas. Na cultura brasileira ela é personificada, por bem ou por mal, pelo Jeca Tatu, de Monteiro Lobato, e por Macunaíma, de Mário de Andrade. Além disso, a preguiça aparece tanto como um dos sete pecados capitais quanto no pop: Garfield, o gato, odeia segundas-feiras.

Jomar Souza explica que desfrutar da preguiça faz bem, relaxa o corpo e a mente, além de ser saudável por frear o ritmo alucinado atual, em que nos habituamos a desempenhar diversas tarefas simultaneamente. Por outro lado, abusar dela pode ser prejudicial. Ao ultrapassar o limite daquele repouso breve e restaurador, voltar às atividades anteriores pode se tornar muito mais difícil. É como que se tivesse de aquecer novamente, e essa força empregada acaba consumindo mais energia do que se tivesse controlado a tentação.

Nesse caso, Souza afirma que pode ser um quadro de estafa ou mesmo depressão, demandando atenção. “Tido como preguiçoso, o Jeca Tatu era, na realidade, subnutrido, com condições de vida que lhe impunham uma série de problemas. Não era preguiça. Era doença”, diz.

O exemplo simples e comum da preguiça exagerada pode ser comparado ao dos cochilos. Todo mundo sabe que é sempre bom tirar um cochilo, pois durante o processo recobramos uma porcentagem da energia descarregada ao longo do dia. Contudo, ao abusarmos dezenas de minutos a mais do que o recomendado, o cérebro entra em um processo de descanso mais profundo, parecido com aquele do sono noturno. Assim, ao acordar, a pessoa pode se sentir cansada como se nem tivesse relaxado por um minuto.

Prato leve

Dos muitos momentos de preguiça consagrados por gregos e troianos, aquele momentinho de leseira depois do almoço é um dos mais difíceis de resistir. Nem sempre é regra, mas um dos principais fatores que influenciam e ditam o tamanho da preguiça são os alimentos ingeridos. Como explica a nutricionista Daniela Jobst, a LIVROS O Livro da Preguiça, Gillian Borges, Mercuryo Da Preguiça como Método de Trabalho, Mario Quintana, Globo alimentação é muito particular de cada indivíduo, e alguns possuem algumas restrições. Por isso, o ideal é que, independentemente do que se coma, todos sigam algumas regras básicas, apesar de serem velhas conhecidas e quase ninguém cumpri-las.

Primeiro, as refeições devem ser fracionadas ao longo do dia – buscando- se comer frutas de duas a três horas. Também não é recomendável beber durante as refeições: contudo, não é para cortar o líquido de vez. A nutricionista pede atenção para que se evite aqueles alimentos que não caírem bem. E, por fim, que se coma devagar.

Autoras do livro A Dieta dos Preguiçosos, Helena Sampaio e Maria Olganê Sabry afirmam que as pessoas querem se alimentar de forma prática e, ao mesmo tempo, comer alimentos saborosos e saudáveis. Mas a preguiça de preparar um prato correto (fazer mercado, cozinhar, lavar louça...) e buscar informações a respeito estimula o consumo de lanches e pratos congelados, que oferecem mais prejuízos que qualidades. Para espantar a preguiça, além da alimentação mais balanceada, obviamente, a prática de exercícios físicos é essencial. (...)

Vamos à luta!

Fonte: Revista Bons Fluidos.                                                   Imagem: Google

Rua Deputado Clóvis Motta, 3090 - Candelária, Natal - RN
CEP 59064-430 - Fone: (84) 3206-1058