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Pilates proporciona benefícios à mente!

Postado em 24 de novembro de 2011 às 12:34

 Veja de que maneira o pilates melhora o condicionamento mental, além do físico, e torna os praticantes aptos a sustentar uma nova postura de vida. 

Se você não faz parte do time de fãs das academias de ginástica, mas frequenta alguma, mesmo a contragosto, para manter a forma - ou se recusa a encarar aulas dos mais variados estilos e o uso de pesinhos -, está na hora de experimentar o método de condicionamento físico e mental criado pelo alemão Joseph Pilates (1880-1967). Apesar da aparente suavidade dos movimentos, os exercícios de pilates fazem com que o corpo não só se alongue e se fortifique de forma integrada e individualizada, como também convida os praticantes a experimentar uma nova maneira de se relacionar com o mundo.

Por privilegiar exercícios de baixo impacto e poucas repetições, a técnica proporciona resultado eficaz com menor desgaste dos músculos e das articulações. "O praticante passa a utilizar sua energia sem desperdiçá-la naquilo de que não precisa. Esse domínio, originado na mente, resulta em vigor e bem-estar", diz Inelia Garcia, proprietária do The Pilates Studio Brasil, rede espalhada pelo país, e ex-aluna de Romana Kryzanowska, uma das principais discípulas de Jospeh Pilates e grande divulgadora de seu legado.

Ministrado com precisão cirúrgica, o método se molda a pessoas de todas as faixas etárias, inclusive as que sofrem de dores crônicas ou de problemas ósseos e musculares. Nesse caso, o trabalho é conduzido por um fisioterapeuta. Uma vez curada a lesão, o professor de educação física, devidamente certificado, assume o comando. A essência da mensagem de Pilates é: independentemente da situação em que esteja, você pode e deve se mexer.

Muito além do colchonete

Grande parte da beleza dessa corrente, que a cada dia conquista mais adeptos, reside no fato de que o aprendizado extrapola as paredes do estúdio. O aluno não demora a perceber que está diante não apenas de um conjunto de movimentos, mas de uma filosofia de vida calcada na crença de que somos responsáveis por nossa saúde física e mental. "Quando nos apoderamos da habilidade inata de controlar nosso corpo, evoluímos também no campo emocional. É libertador e estimulante descobrir que somos capazes de assegurar o próprio bem-estar", destaca Brooke Siler, instrutora americana, também formada sob a tutela de Romana Kryzanowska, e autora de Desafios do Corpo Pilates, da Summus Editorial.

Ganha-se, portanto, um jato de autoestima. E mais. "O pilates incita a força de vontade, o desejo, o impulso de realizar coisas e a convicção de que você pode alcançar seus objetivos", sublinha Inelia Garcia, proprietária do The Pilates Studio Brasil. Não se trata de mágica. Esse, digamos, efeito colateral comportamental é apenas reflexo da cumplicidade entre mente, corpo e emoções. "O controle da respiração ajuda a aplacar a ansiedade. Assim, a atividade é uma ferramenta de estabilidade emocional e de autoconhecimento", ela afirma. Além disso, a modalidade também serve de escudo contra o estresse e a fadiga.

Os seis princípios do método pilates 

As diretrizes abaixo devem nortear cada movimento numa aula de pilates...

Concentração: a fim de trabalhar o físico, é necessário estar presente com a mente - é ela que comanda a ação. Por isso, é fundamental prestar atenção nos movimentos executados e observar como os músculos respondem.

Controle: o domínio muscular preconizado pelo método consiste na ausência de movimentos descuidados, automáticos ou casuais. Nenhum exercício no pilates é feito simplesmente por fazer. Cada movimento tem uma função.

Centro de força: temos um grande grupo de músculos no centro - abdômen, lombar, quadris e glúteos. Pilates chamou esse conjunto de "casa de força". Toda a energia necessária à realização dos exercícios se inicia nela e flui para as extremidades.

Fluidez: no método Pilates não existem movimentos estáticos, isolados, porque o corpo não funciona naturalmente dessa maneira. Pelo contrário, eles são fluidos, como um longo passo ou uma valsa.

Precisão: a concentração em fazer um movimento preciso e perfeito em vez de muitos sem vontade é condição essencial do pilates. Deixar de fora qualquer detalhe é abandonar o valor intrínseco do exercício.

Respiração: a respiração completa renova a circulação do ar, oxigena o sangue e ainda ajuda no controle dos movimentos durante os exercícios, assim como no dia a dia.

 
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Por que é tão difícil resistir?

Postado em 18 de novembro de 2011 às 22:25

Chocolate, Café, Carboidratos refinados, Açúcar (...)

A Associação dos Comedores Anônimos (ACA) ainda não foi criada. Mas, se existisse, certamente teria um número grande de sócios. A comida pode ser um vício. Não estamos falando aqui de pessoas que comem o tempo todo, mas daquelas que criam uma predileção por determinados alimentos e passam a depender deles para funcionar direito, ou não conseguem controlar a quantidade ingerida. “Isso costuma acontecer com alimentos altamente palatáveis e de alta densidade energética, ricos em açúcar, gordura e farinhas refinadas”, diz a nutricionista Andréia Naves, diretora da VP Consultoria Nutricional (SP). E completa: “Eles geram um consumo compulsivo e incontrolável e, consequentemente, uma sensibilização do organismo à substância, com sintomas típicos quando é suprimido, como ansiedade, agressividade e alterações de humor”.

Só que, diferentemente das drogas, os alimentos são necessários à vida. Comer é um comportamento que envolve vários processos hormonais. Por isso, fica tão difícil comprovar que a vontade excessiva de ingerir algo seja um vício. Mas a cada dia novas pesquisas comprovam que certos alimentos podem, sim, alterar o funcionamento cerebral, como faz a cocaína, por exemplo. Boa parte dos experimentos foi feita com ratos, uma vez que é um risco grande desenvolver propositadamente o vício em uma pessoa.

Vontade de comer
Não se pode negar que há um forte componente psicológico e comportamental na dependência por um determinado alimento. É o que acontece naqueles dias em que você chega em casa depois de um dia difícil de trabalho e tudo o que quer é cair de boca em uma torta de chocolate, doce e gordurosa. “Nesse caso, o hábito pode ser abandonado em qualquer fase da vida sem maiores problemas”, diz o endocrinologista Geraldo Medeiros, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), que sequer concorda com o uso do termo vício.

Imaginar uma comida é um forte estímulo psicológico para sentir vontade de comê-la. É aquela situação em que você não consegue ler um livro porque está com ideia fixa em um belo hambúrguer, ou em um sorvete de flocos. Cientistas da Finders University (Austrália) confirmaram esse comportamento. Sempre que a pessoa relatava uma vontade incontrolável de comer algo, a imagem estava vívida em sua cabeça. Ela podia vê-la em detalhes. Para esses casos, ainda segundo os cientistas, funciona tentar criar outra imagem mental, ou até pensar em um cheiro. Por exemplo, os voluntários foram estimulados a imaginar um arco-íris, ou lembrar o cheiro de folhas de eucalipto. Em ambos os casos, a necessidade imediata pela comida diminuiu.

“Todo vício, seja ele por drogas ou por alimentos, é multifatorial. Não se pode desprezar o componente comportamental ligado ao fisiológico”, diz a nutricionista Andréia Naves. Um estudo publicado em novembro de 2010 pelo jornal da Academia Nacional de Ciências dos EUA demonstrou que atitudes prazerosas realmente ajudam a reduzir o estresse. Mais uma vez o objeto do estudo foram os ratos. Os cientistas ofereciam aos animais uma mistura de água com açúcar, que eles gostavam bastante. Nessas circunstâncias, seu cérebro demonstrava uma resposta baixa ao estresse. Em outra parte do experimento, a substância era injetada diretamente no estômago dos ratos, e a resposta ao estresse desaparecia. Ou seja, o açúcar em si nem sempre funciona para reduzir o estresse. Já o prazer que ele traz é altamente eficiente.

Lutar contra um vício nunca é fácil, seja pela dependência química, seja pelo prazer que ele traz. Ainda mais se é uma droga legal, ao alcance de qualquer um na prateleira do supermercado. Mas o preço a ser pago por se deixar levar pela sedução dos sabores é alto e nem sempre merecedor do seu sacrifício.

Escape do círculo vicioso

 Aprenda a identificar os alimentos que causam compulsão no seu caso. Há os mais comuns (café, chocolate e gordura), mas outros podem ser acrescentados à lista como o sal e o refrigerante. E preste atenção no tanto que está ingerindo, tentando diminuir um pouquinho por dia.
 Observe a situação. Sempre que sentir um desejo demasiado por determinado alimento, preste atenção em como você está se sentindo: aborrecido, deprimido, ansioso. Nesses momentos é comum sentir vontade de alimentos que trazem recordações boas, como da infância. Busque uma solução para sua situação mental que não seja o alimento. 
• Distraia-se. Quando sentir uma vontade louca por um alimento, tente fazer alguma atividade que mude o seu foco. 
 Evite a fome oculta: “Garanta que está consumindo a quantidade certa das vitaminas e minerais importantes para a mediação dos neurotransmissores”, diz a nutricionista Andréia Naves, e enumera: complexo B (cereais integrais), vitamina C (laranja), triptofano e tirosina (banana), magnésio (folhas verdes-escuro) e selênio (castanha do Brasil).

Fonte: Site Revista Viva Saúde                                                    Imagem: Internet

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O poder das nossas crenças!

Postado em 11 de novembro de 2011 às 08:39

Detectar as maneiras negativas de agir é o primeiro passo para reformularmos o jeito de nos relacionar com o mundo.
 

Ao longo da vida, acumulamos certezas que nem sempre correspondem à realidade, o que, segundo especialistas, acaba limitando o nosso desenvolvimento emocional. Quer um exemplo? Imagine que a sua campainha está tocando. Você abre a porta e se surpreende com um buquê de flores na mão do seu amado. Então, você pensa: "Nossa, como ele me ama" ou "Por que ele está fazendo isto? Ele deve ter feito alguma coisa errada...". Esse simples exemplo mostra como o mesmo fato, dependendo do ponto de vista, pode suscitar diferentes leituras, cada qual atrelada a uma reação específica. Curioso, não é mesmo?

Para explicar isto, a edição de novembro da BONS FLUIDOS traz uma matéria que mostra que as nossas crenças têm, sim, poder nas nossas escolhas. "Lembre-se que crença é tudo aquilo em que acreditamos a partir da forma como 'lemos' a realidade", explica a terapeuta integrativa Kátia Bueno. Detectar as nossas crenças é o primeiro passo para reformularmos o jeito de nos relacionarmos com o mundo. Só assim podemos vencer limitações e bloqueios.

Conheça, a seguir, algumas crenças que mais prejudicam nosso crescimento pessoal:

· Fazer tempestade em copo d'água. Trocando em miúdos, dilatar as proporções dos problemas não traz nada de bom.

· Confiar cegamente nos sentimentos. Muitos se deixam levar pelos maus pressentimentos, sem averiguar se há alguma lógica por trás de tal posicionamento.

· Baixa tolerância às frustrações. Diante das contrariedades, sentimos raiva e ficamos presas à irracionalidade desse comportamento.

Reportagem Completa: Revista Bons Fluidos Novembro-2011

 

Fonte: Site Revista Bons Fluidos.                                                Imagem: Internet

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