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Quando recomeçar vale a pena!

Postado em 30 de março de 2012 às 10:22

Há momentos em que a vida nos coloca diante de uma bifurcação: temos de decidir se oferecemos um voto de confiança ao que ficou para trás ou apostamos as fichas em novas histórias.

Nunca é tarde para recomeçar e retomar planos antigos: você só precisa tomar a decisão e correr atrás dos seus sonhos
 
Lúcia se abriu para um novo amor após o divórcio. Vera entrou na faculdade assim que as filhas adultas agarraram seus diplomas. Mara voltou a dirigir após uma temporada longe do volante. Tatiana reatou uma antiga amizade graças a uma conversa regada a lágrimas e abraços. Os nomes das personagens são fictícios, mas suas histórias, reais. Mas, afinal, o que colhemos quando recomeçamos uma história do zero?

"Ganhamos a possibilidade de resgatar um sonho significativo", afirma Lidia Aratangy, terapeuta de casais e família, autora de O Anel que Tu me Deste (ed. Artemeios). Já a psicóloga Celina Figueiredo, especialista em psicologia do budismo, vê em cada nova investida um exercício libertador. "Quando damos uma segunda chance a alguém ou a uma situação, passamos a olhar o outro e a nós mesmas de forma diferente", diz a estudiosa.

Essa lógica compreende a essência do budismo. "Os seguidores de Buda buscam a liberdade interna, ou seja, não deixam que a mente se prenda a padrões condicionados", comenta Celina. Logo, mudar de ideia, redirecionar o ângulo de visão, desbravar horizontes inexplorados, enfim, começar a acreditar no potencial de regeneração da vida é uma forma de escrever nossa história com mais fluidez.

A hora do jogo

Persistir, se reinventar, se refazer e sonhar são habilidades que dominamos como nenhum outro ser na face da Terra. E é a esperança que nos mantém ali, soprando em nossos ouvidos que seremos vencedores. Mas, como qualquer jogador sensato, precisamos reconhecer o momento exato de abandonar o páreo. "Enquanto a pessoa enxergar possibilidades, deve insistir", opina o filósofo e professor Mario Sergio Cortella, autor de Não Nascemos Prontos! Provocações Filosóficas (ed. Vozes).

A terapeuta Lidia Aratangy prefere traduzir ao pé da letra a expressão segunda chance. "Para ser de fato uma segunda cartada, ela precisa apresentar uma condição nova, porque, se for igualzinha à da última vez, vai dar no mesmo lugar", alerta. Isso quer dizer que, se você decidiu voltar a estudar ou retomar um relacionamento, essa vontade deve vir acompanhada de uma disposição bem diferente daquela que a fez aposentar os livros ou se afastar do parceiro. "Do contrário, a desistência vai se repetir", ela avisa.

Repetir o mesmo padrão de comportamento, além de cansativo, enfraquece a forma de nos posicionarmos no mundo. "Quando ficamos presos a uma ideia, nos enrijecemos e nossa energia é rapidamente consumida por esse estado mental", esclarece Celina.

Não tenha medo de tomar decisões, por mais difíceis que pareçam: elas podem levar para uma fase muito melhor.

Coragem para recomeçar

Eis um problema: por medo da mudança, muitas pessoas permanecem presas a uma história há muito desgastada ao invés de começar outra do zero. E, nesse meio tempo, se recusam a ver os inúmeros sinais de que aquela situação está se arrastando. "É preciso coragem para encerrar uma história antiga. Por isso, é muito comum nos agarrarmos ao que já conhecemos, mesmo que não seja bom. Adaptamo-nos ao terreno e ali permanecemos. Afinal, sabemos onde ficam seus buracos e suas minas, e mais, sabemos entortar o pé para não pisar neles", ilustra Lidia.

Para fugir dessa posição de descrédito perante os outros e nós mesmas, temos de aprender a sustentar nossas posições com firmeza. E para mudar de atitude, é preciso, antes, compreender por que teimamos em ouvir sempre a mesma música. Sem esse reconhecimento, dizem as especialistas, fica difícil trocar o disco.

E esse ciclo vicioso só é interrompido quando investimos no autoconhecimento a ponto de estarmos aptas a responder a três perguntas cruciais que nos colocam em contato com nosso mundo interno: O que eu posso hoje? O que eu quero hoje? Do que eu preciso hoje? Além disso, devemos reorganizar nossa casa interior sempre que ela estiver entulhada de desejos (vivos e mortos), identificando os projetos que ainda pulsam dentro de nós e, por isso, merecem uma segunda chance e descartando os que perderam a razão de ser.

 

Fonte: Site Revista Vida Simples                                                              Imagem: Internet

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Estudo mostra que atividade física faz "faxina" dentro das células!

Postado em 23 de março de 2012 às 14:29

Sabe-se, há muito tempo, que as células acumulam resíduos do desgaste da vida cotidiana e os exercícios físicos tem a capacidade de acelerar a remoção desses resíduos e reciclam os componentes aproveitáveis das células do corpo

Ao destacar os benefícios da atividade física, poucos de nós incluiriam a "faxina" intracelular. Contudo, um novo estudo sugere que a capacidade dos exercícios físicos de acelerar a remoção de resíduos e reciclagem dos componentes aproveitáveis das células do corpo pode ser um de seus efeitos mais importantes, ainda que o menos visível.

Na nova pesquisa, publicada mês passado na revista Nature, cientistas do Centro Médico do Sudoeste na Universidade do Texas, em Dallas, uniram dois grupos de camundongos. Um era normal, possuindo um sistema de limpeza celular apurado. O outro tinha sido reproduzido com sistemas de eliminação de resíduos enfraquecidos.

Sabe-se, há muito tempo, que as células acumulam resíduos do desgaste da vida cotidiana. Dentro da célula há uma espécie de amontoado de dejetos formado de proteínas quebradas, fragmentos de membranas celulares, bactérias ou vírus invasores e componentes celulares gastos ou decompostos.

Na maioria das vezes, as células eliminam esses dejetos. Elas até os reciclam para obter energia. Através do processo de autofagia, ou autodigestão, as células criam membranas especializadas que ingerem os dejetos presentes no citoplasma e os levam para uma região da célula denominada lisossomo, onde os resíduos são quebrados e queimados para obtenção de energia.

Sem esse sistema eficaz, as células poderiam ficar sufocadas e não funcionar bem ou morrer. Nos últimos anos, alguns cientistas começaram a suspeitar que mecanismos de autofagia falhos contribuíssem para o desenvolvimento de diversas doenças, incluindo diabetes, distrofia muscular, mal de Alzheimer e câncer. Acredita-se que a desaceleração da autofagia na meia-idade também exerça um papel no envelhecimento.

Autofagia

A maioria dos pesquisadores acredita que o desenvolvimento do processo foi uma reação ao estresse da inanição: a célula passaria a reunir e consumir partes supérfluas de si própria para manter vivas as partes importantes. Em placas de Petri, a taxa de autofagia aumenta quando as células estão famintas ou são colocadas sob outra forma de estresse fisiológico.

O exercício físico certamente consiste em um estresse fisiológico. Contudo, até recentemente, poucos pesquisadores haviam indagado se o exercício físico poderia de alguma forma afetar a taxa de autofagia e, caso afetasse, se isso seria importante para o corpo de modo geral.

"A autofagia afeta o metabolismo e possui benefícios abrangentes para o corpo relacionados à saúde", afirmou Beth Levine, pesquisadora do Instituto Médico Howard Hughes no Centro Médico do Sudoeste. "Parecia haver consideráveis elementos em comum." Porém, não estava claro como os dois interagiram, acrescentou Levine.

Assim, ela e seus colegas colocaram em ação camundongos de laboratório. Os animais haviam passado por um tratamento para que as membranas envolvidas na autofagia brilhassem, revelando-se. Após 30 minutos apenas, os cientistas descobriram que os camundongos tinham uma quantidade significativamente maior de membranas nas células do corpo todo, o que indicava uma autofagia acelerada.

Contudo, essa descoberta não explicava o significado do aumento da limpeza celular para o bem-estar dos camundongos. Por isso, os pesquisadores desenvolveram uma linhagem de camundongos cujos níveis de autofagia permaneciam constantes mesmo se eles estivessem famintos ou vigorosamente exercitados.

Em seguida, os pesquisadores fizeram com que esses camundongos corressem lado a lado com um grupo de controle de camundongos normais. Os camundongos resistentes à autofagia ficaram exaustos rapidamente. Seus músculos pareciam incapazes de retirar açúcar do sangue como faziam os camundongos normais.

Importância de manter-se ativo

A maior surpresa ocorreu quando Levine empanturrou os dois grupos, durante várias semanas, com ração com alto teor de gordura, até que desenvolvessem um tipo de diabetes de roedores. A corrida reverteu posteriormente a condição de saúde dos camundongos normais, mesmo enquanto continuavam recebendo a dieta rica em gordura.

Contudo, após correrem durante semanas, os camundongos resistentes à autofagia permaneceram diabéticos. Os níveis de colesterol deles também estavam mais altos que os dos outros camundongos. O exercício físico não os tornou mais saudáveis.

Levine e seus colegas concluíram que o aumento da autofagia, induzido pelos exercícios físicos, parece ser uma etapa decisiva na melhora das condições de saúde.

A descoberta é "muito empolgante", afirmou Zhen Yan, do Centro de Pesquisas Musculoesqueléticas da Universidade da Virgínia, que também estuda autofagia e exercícios. Segundo Yan, o estudo "aprimora a nossa compreensão das razões do impacto salutar dos exercícios sobre a saúde".

Os resultados obtidos por Levine têm implicações amplas. Por exemplo, os indivíduos que não reagem aos exercícios aeróbicos com o mesmo vigor que seus companheiros de treino podem ter sistemas de autofagia instáveis ou inadequados.

"É muito difícil estudar a autofagia nos seres humanos", afirmou Levine. Entretanto, medicamentos intensificadores de autofagia ou exercícios especializados algum dia talvez ajudem as pessoas a obterem total proveito dos exercícios físicos.

Até lá, esse estudo salienta mais uma vez a importância de permanecer ativo. Tanto o grupo de controle quanto o grupo geneticamente modificado tinham "níveis antecedentes normais de autofagia" durante as circunstâncias diárias, observou Levine. Contudo, esse nível de base de "limpeza" celular não foi suficiente para protegê-los em face de uma dieta insatisfatória.

"Eu nunca pratiquei exercícios físicos de forma persistente", afirmou Levine. Recentemente, porém, após ter testemunhado a contribuição dos exercícios na "limpeza" das células dos camundongos corredores, a cientista adquiriu uma esteira mecânica.

Fonte: Site Physiopilates

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Fique mais saudável com a meditação!

Postado em 16 de março de 2012 às 08:35

Pesquisas apontam que a meditação diminui os níveis de stress e ansiedade e pode até diminuir o uso de medicamentos em pacientes crônicos

Texto: Marilda Varejão

Quem medita ganha qualidade de vida, se eleva espiritualmente, tende a se tornar uma pessoa mais calma, paciente, bem-humorada e amorosa. Além disso, aumenta a energia vital e o bem-estar físico. Sua prática ajuda a abrir o coração para os outros, despertando a compaixão que trazemos dentro de nós.

No mundo em que vivemos, estamos sempre em atividade. Mesmo nos momentos de lazer, enfrentamos trânsito, filas no cinema... Quando se fala em atividade mental, então, o ritmo é frenético. Não é à toa que a maioria de nós está sempre ansiosa, tensa, angustiada.

Palavra dos médicos

O principal benefício da meditação é levar a pessoa a se centrar em seu próprio eixo. Os cientistas estão descobrindo que apaziguar a mente é o melhor remédio para combater o estresse e outros males de nossos dias, como hipertensão e obesidade.

O cardiologista Herbert Benson, da Universidade de Harvard, um dos maiores pesquisadores americanos sobre o poder da meditação na saúde do indivíduo, afirma no livro Medicina Espiritual (ed. Campus) que 60% das consultas médicas poderiam ser evitadas se as pessoas soubessem usar a mente para combater as tensões.

O doutor Benson e outros pesquisadores analisaram pressão arterial, batimentos cardíacos, temperatura da pele e ritmo cerebral de alguns meditadores e constataram: enquanto medita, a pessoa consome 17% menos oxigênio e seu ritmo cardíaco cai dos habituais 60 bpm (a média de uma pessoa adulta em repouso) para apenas 3.

Eles descobriram também que durante a meditação o ritmo sanguíneo diminui em todas as regiões do cérebro, aumentando no sistema límbico, área que responde por nossas emoções, pela memória e pelos ritmos do coração e da respiração.Nas últimas duas décadas, na Clínica de Redução do Estresse da Universidade de Massachusetts, nos EUA, foram monitorados 14 mil portadores de câncer, aids, dor crônica e complicações gástricas.

Pesquisas ali realizadas revelam que, quando submetidos a sessões de meditação, esses pacientes reduziram o nível de ansiedade e diminuíram ou abandonaram o uso de analgésicos. Meditando, eles alteraram o foco de sua atenção e assim deixaram de sentir o medo de vir a ter dor, uma sensação que antecipa e aumenta a própria dor.

Segundo os estudiosos da Clínica de Redução de Estresse, as queixas de dor caíram 40% em média, porque boa parte da dor é psicológica, nasce exatamente do medo de sentir dor.

Por essas e outras, a meditação tem recomendação terapêutica em casos de fibromialgia (dores nos músculos e nas articulações), fobias e compulsões no hospital da Unifesp, em São Paulo. Lá, pacientes deprimidos e ansiosos que meditaram durante três meses sob a orientação de instrutores indianos tiveram melhora em sua agilidade mental e motora.

Adrenalina na dose certa

Segundo estudiosos das universidades americanas Columbia e Stanford, a meditação atua sobre o estresse porque, quando a mente se aquieta, a produção de adrenalina e cortisol (hormônios liberados em situações de estresse) é inibida, enquanto a de endorfina (um tranqüilizante e analgésico natural tão poderoso quanto a morfina) é estimulada.

Você quer mesmo meditar?

O futuro meditador precisa estar preparado: além de exigir força de vontade -, a prática da meditação nos coloca em contato com nossa própria realidade, o que num primeiro momento nem sempre é agradável.

Lembre-se também de arranjar um tempo em seu dia-a-dia para isso. E não se esqueça que os resultados da meditação, nem sempre palpáveis, custam a aparecer. Se nada disso o assusta, siga em frente.

Escolha a melhor hora para meditar. A sugestão é que a meditação seja a primeira tarefa do dia a ser realizada. Apesar de você precisar levantar pelo menos 40 minutos mais cedo da cama, é nesse horário que a casa está mais calma. E avise aos seus familiares que você não está disponível durante a meditação.

Sem expectativas

Muitos que começam a meditar acabam desistindo. Explica-se: o meditador às vezes tem a impressão de que não sai do lugar (e não sai mesmo! Meditar não leva ninguém a lugar nenhum...).

Como a dificuldade para se concentrar é grande, a tranqüilidade demora a ser conquistada. Para evitar frustrações, comece sem grandes expectativas e não tenha pressa.

Entregue-se à meditação sabendo que essa experiência é muito pessoal e deve ser realizada seguindo os critérios que você próprio estabelecer. Não espere nenhuma transformação radical: novos hábitos levam ao abandono de outros antigos, o que nunca é fácil. Dificuldades fazem parte do processo. Um dia, quando se der conta, já será outra pessoa, muito mais inteira e feliz.

 

Fonte: Site Revista Bons Fluidos                                                         Imagem: Internet

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Saiba como usar o otimismo a seu favor!

Postado em 09 de março de 2012 às 09:40

O otimismo é a saída para lidar com os desafios do dia a dia. Descubra como ser positiva na medida certa e viva melhor.

Toda a vez que você se vê diante de desafios, o negativismo toma a dianteira e projeta no horizonte os piores cenários possíveis? Pois saiba que o otimismo é a chave para lidar com qualquer desafio da vida moderna, lembrando sempre, porém, que ele não pode pender para uma supervalorização do pensamento positivo e que os problemas não devem ser colocados debaixo do tapete. Acima de tudo, o importante é confiar na própria capacidade de abrir os caminhos. Veja a seguir como usar o otimismo a seu favor - e na medida certa!

Otimismo e sua saúde

Inúmeras pesquisas científicas comprovam que a propensão a ver o lado luminoso das situações e acreditar que os reveses da vida são passageiros está ligada ao fortalecimento do sistema imunológico e à motivação interior para superar a adversidade. A atitude oposta carrega uma série de implicações bem sombrias. "As consequências do pessimismo podem ser extensas e desastrosas: humor depressivo, resignação, menos sucesso nos empreendimentos, saúde física frágil e até depressão", aponta a psicóloga Lidia Weber, professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Na medida

Apesar de enaltecer os ganhos de se mirar a face sorridente da vida, a estudiosa alerta para a versão "poliana" do otimismo, da qual devemos desconfiar. "Ser otimista inclui conhecer a si mesma e as variáveis que controlam nosso comportamento, ou seja, conhecer também os limites do real. Todas as pessoas do mundo não podem ser boazinhas e maravilhosas 24 horas por dia", ela contesta e acrescenta: "O mais importante é saber que se eu faço as coisas de forma correta, se eu me esforço, consigo obter coisas boas. Isso é otimismo do ponto de vista da psicologia positiva", ela atesta.

Estilos de vida

Professor da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, o dr. Martin E. P. Seligman é o grande mentor dessa corrente da psicologia que enfoca a busca da plenitude e não simplesmente o alívio do sofrimento psíquico. "Os otimistas têm atitudes e estilos de vida mais saudáveis. Eles acreditam que suas atitudes são importantes, enquanto os pessimistas acham que são impotentes e que nada do que possam fazer adiantará", ele escreve na obra Florescer - Uma Nova Compreensão sobre a Natureza da Felicidade e do Bem-Estar (Objetiva).

Há controvérsias

Mas até que ponto essa equação nos impediria de desenvolver doenças? A influência do otimismo na prevenção e na cura de enfermidades vem sendo debatida por cientistas e intelectuais. Segundo Seligman, estudos mostram que o otimismo é um excelente escudo contra doenças cardiovasculares, além de suavizar gripes e resfriados. Entretanto, pouco pode fazer para afugentar males gravíssimos, como os tipos mais agressivos de câncer.

Ponto negativo

Os pontos fracos do otimismo são evidentes para o psicólogo Christopher Peterson, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. Ele insiste que o entusiasmo desmedido pode levar o indivíduo a ignorar os riscos e a criar falsas expectativas. "Essa postura faz com que as pessoas negligenciem medidas básicas de promoção e manutenção da saúde. Além disso, a ênfase no pensamento positivo é um fator de distração. Por causa dela, muitos deixam de fazer planos concretos para atingir seus objetivos", ele argumenta em artigo publicado na revista American Psychologist.

 

Fonte: Site Revista Vida Simples                                                

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Pilates complementa atividades de atletas!

Postado em 02 de março de 2012 às 23:25

Todos já devem ter ouvido falar no Pilates como uma atividade que proporciona alongamento e fortalecimento muscular, hoje praticado por pessoas de várias faixas etárias e estilos de vida. A novidade, porém, é que o Pilates tem sido procurado por atletas de alto desempenho, que buscam na atividade um complemento para os treinos.

Texto: Marina Morena

O médico oftalmologista Lúcio Moraes, 41 anos, é um dos atletas adeptos à prática. Lúcio diz que sempre praticou esportes na vida. Passou pelo jiu-jitsu, canoagem, futebol e, atualmente, joga tênis. Há dez anos começou a se preparar melhor fisicamente para os esports com o pilates. "Hoje faço pilates três vezes por semana e pratico tênis duas vezes, porque sei da importância da preparação, e o pilates é essencial", explica.

Preparatório
O médico relata que experimentou o maior benefício do pilates nas últimas férias, no mês de janeiro deste ano. Como pretendia esquiar no Canadá, o médico começou um preparatório de exercícios específicos três meses antes de viajar, o que resultou em um ótimo rendimento no esporte, mesmo sem nunca o ter praticado antes.

"Eu comecei a fazer exercícios de pilates que me dariam maior equilíbrio, consciência corporal e força nas regiões mais usadas pelo corpo no esqui, e o resultado foi surpreendente. Esquiei sem problema nenhum, não tive lesões e tudo deu muito certo. Fiquei impressionado porque aqui não tem neve, então eu não tinha costume com o esporte. Sei que me saí bem por causa do preparatório que o pilates me proporcionou".

O novo perfil de alunos faz parte de um grupo seleto de pessoas que descobriu na modalidade a chance de alcançar resultados melhores nas competições e um menor risco de lesões na hora dos treinos. É certo que o Pilates fortalece os músculos fracos, alonga os músculos encurtados e aumenta a mobilidade das articulações. Além disso, a força e o alongamento são trabalhados de forma que o corpo fica mais forte, saudável e elegante.

"Isso tudo se deve ao maior equilíbrio, melhora na respiração e postura, além do fortalecimento que o Pilates proporciona ao atleta, já que o exercício pode ser considerado uma terapia globalista, que trabalha vários músculos e níveis de atividades de uma só vez", explica a professora de Pilates, Maria Paula Lopes.

Ela relata que os exercícios direcionados para atletas é um pouco diferenciado do que ela aplica em pessoas que não praticam esportes. "Em um atleta a gente direciona e localiza mais a técnica, dependendo do tipo de atividade que a pessoa pratica".

Resultados
O militar reformado Irineu da Silva Mattos, 80, também comprova que o Pilates facilita a vida do atleta. Competidor da modalidade Master de Natação, Irineu compete pelo clube Icaraí, de Niterói (RJ), e pratica Pilates desde 2007. "Desde que comecei com os treinos, meu rendimento foi muito maior. O Pilates complementa a musculação e os próprios treinos de natação", relata o atleta.

Irineu explica que resolveu se dedicar também ao Pilates como atividade física porque soube que a modalidade trabalhava cerca de 500 exercícios de uma só vez. Segundo ele, o exercício recupera o corpo e dá maior vitalidade na hora das competições. "Uma vez estava resfriado e não queria treinar. Como tinha uma competição na véspera, resolvi fazer apenas o pilates, o que foi essencial. Na hora meu corpo se recuperou e eu consegui nadar normalmente", finaliza Mattos.

Fonte: Site PhysioPilates                                                                             Imagem: Internet

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