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Bom começo!

Postado em 25 de maio de 2012 às 10:43

Acabar com o sedentarismo só faz bem para a saúde. Mas é preciso começar com o pé direito, acompanhado por um profissional, para não sofrer lesões ou comprometer algum órgão.

Não é preciso procurar um profissional habilitado antes de começar a lavar roupas ou subir escada. É importante não confundir atividade física com exercício físico. A primeira é qualquer movimento dos músculos e do esqueleto que demanda gasto energético. O corpo de qualquer pessoa saudável está preparado para ela. Já o exercício físico é diferente, pressupõe movimentos que estão fora da rotina e, portanto, vão expor o corpo a algum estresse. É impossível saber previamente o limite de cada pessoa. Um rapaz pode até correr um quilômetro mesmo estando fora de forma e sentir-se bem, enquanto outro com a mesma distância sentirá falta de ar e desmaiará. Daí a importância de ter um profi ssional habilitado de olho para indicar o mais adequado para cada perfi l. "É como quando vamos ao médico. Ele prescreve o melhor medicamento, a frequência de uso e a dosagem. O profi ssional de educação física faz o mesmo", fala o educador físico Alexandre Menegaz.

Outro papel importante do profi ssional é dar a medida certa aos exercícios. "Com a propagação da imagem do corpo ideal, os exercícios físicos tornaram-se uma síndrome e há perigo de overtraining, ou seja, exageros", diz a massoterapeuta Domênica Camilo.

Os riscos para quem se exercita sozinho são vários. "Podem ocorrer lesões musculoesqueléticas, dor e, dependendo da condição de saúde da pessoa, até morte", diz Menegaz. Nos casos em que a pessoa tem um preparo muito ruim e se expõe a uma atividade muito intensa, o coração é muito solicitado. Muitas vezes a pessoa nem sabe, mas já tem algum problema que não resiste ao esforço intenso, podendo sofrer até mesmo um infarto. "Muitas vezes um estado emergente, como uma festa ou a proximidade das férias, faz com que a pessoa queira recuperar o atraso", diz o preparador físico Abdallah Achou Júnior, da Universidade Estadual de Londrina (UEL- -PR). "Nesses casos, geralmente a pessoa se encontra fora de forma", fala o especialista.

Vai um polichinelo, doutor?
Correr intensamente forçará as articulações, provocando lesões. "Os efeitos negativos são dois: é impossível cumprir o objetivo imediato, e o indivíduo acaba por desistir dos exercícios", afi rma. É claro que a necessidade de acompanhamento de um profi ssional é tanto maior quanto for a complexidade dos exercícios eleitos. Caminhar, por exemplo, não requer grandes ou maiores cuidados no caso de pessoas que são saudáveis.

Todo mundo está acostumado a andar e o corpo é preparado para isso. Já aventurar-se nos aparelhos de uma academia envolve um certo conhecimento tanto para garantir os resultados quanto para protege-se de lesões. Em algumas situações, não basta apenas o profi ssional de educação física. É bom ter o aconselhamento de um médico também. A Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (SBMEE) aconselha que pessoas acima dos 35 anos passem, obrigatoriamente, por avaliação médica antes de começar qualquer tipo de atividade esportiva.

Os sinais de que o corpo está em risco são cansaço exagerado, falta de ar, sensação de tontura e desmaio, dor no peito e dor de cabeça.

"Os mais jovens precisam ser avaliados por um especialista apenas se tiverem histórico familiar ou qualquer condição clínica adversa", diz o médico do esporte João Felipe Franca, da Clínica de Medicina do Exercício (Clinimex-RJ). Os antecedentes mais importantes são os de doenças cardiovasculares e também as do tipo pulmonares.

Ao começar a praticar uma atividade sozinho, fi que atento a sinais de que algo não vai bem. E suspenda o exercício. O principal deles é a dor. "Ela indica lesão, ou o risco dela", diz Timóteo Araújo, presidente do centro de estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafi scs-SP). A dor leve é aceitável em exercícios de alongamento, mas, se persistir e o movimento não for interrompido, há uma chance muito grande de lesão.

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Fonte: Site Revista Viva Saúde
 

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Alongar ou não alongar?

Postado em 18 de maio de 2012 às 09:50

Alguns mitos sobre os benefícios do alongamento vêm sendo derrubados por pesquisas científicas recentes. Em contrapartida, seus ganhos em prol do aumento de flexibilidade, da força e na diminuição de dores crônicas são comprovadamente reais.

A indicação dos alongamentos varia bastante de profissional para profissional. Essa falta de consenso entre educadores físicos, fisioterapeutas e ortopedistas foi o estopim para que centros universitários de todo o mundo se debruçassem em estudos sobre o assunto. Os resultados, entretanto, foram bem diferentes do que se esperava. A primeira informação contestada é a de que os alongamentos podem prevenir lesões quando praticados antes ou depois das atividades físicas. Os pesquisadores Robert Herbert e Marcos de Noronha, da Universidade de Sydney, revisaram dez estudos sobre o tema e não encontraram diferenças estatísticas entre os grupos que se alongavam e os que pulavam a atividade.

Para evitar acidentes, o mais indicado seria investir nos chamados exercícios de aquecimento, como polichinelos ou pequenas corridas sem sair do lugar. "O alongamento não tem a função primordial de aquecimento. Para aquecer é importante aumentar o fluxo de sangue nos vasos sanguíneos e músculos", explica Debora Reis Garcia, professora do curso de educação física da Universidade São Francisco (USF).

Efeito analgésico
Ironicamente, a coisa muda de fIgura nos estudos em que são avaliados pacientes com dores crônicas. Nessas situações, o alongamento sai na frente de práticas consideradas consagradas no alívio da dor. Uma pesquisa liderada pela pesquisadora Karen Sherman e publicada na revista Archives of Internal Medicine dividiu pacientes que sofriam dores crônicas na lombar em três grupos: aqueles que tiveram aula de alongamento, de ioga ou que apenas leram livros sobre como lidar com o problema. Três meses depois, os participantes que se esticaram foram os que mais relataram melhoras na dor sem o uso de medicamentos.

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Benefícios reais
Mas aliar os alongamentos com exercícios físicos é algo ruim? A resposta é não. Segundo Debora, alongar-se antes de suar a camisa é um modo de preparar o corpo para o esporte. "Já o alongamento feito ao final de exercícios diversos - como caminhadas, corridas ou atividades domésticas - tem como objetivo compensar a musculatura que foi mais utilizada", indica a educadora física.

A prática também é excelente para os atletas que querem melhorar seu desempenho nos treinos. Segundo um estudo liderado por Arnold Nelson, professor associado da Universidade de Louisiana (EUA), os alongamentos periódicos aumentaram a resistência muscular, o desempenho em saltos e a força nos profissionais que se submeteram a treinos regulares. Entretanto, não é necessário exagerar na dose para conseguir bons resultados. Aumentar a intensidade dos exercícios pode potencializar microlesões musculares, principalmente nos adeptos da musculação. "O ideal é trabalhar a flexibilidade outro dia que não o da musculação ou em outro período. Mas se desejar realizá-los após o treino, a intensidade deve ser leve ou moderada", pontua.

Por fim, alongamentos são fundamentais para aumentar a flexibilidade. Mas para aperfeiçoar essa habilidade motora é necessário ter disciplina. "Os exercícios devem ser realizados ao menos duas vezes por semana. O tempo de execução deve ser superior a 30 segundos em cada movimento", completa.

Sinal verde
Praticamente todo mundo pode se alongar. A restrição fica por conta de quem apresenta problemas nas articulações, nos ossos, nos músculos e na coluna, como no caso da hérnia de disco. "Em linhas gerais, todos podem praticar alongamentos, desde que orientados para a execução correta dos movimentos. Mesmo pacientes acamados, quando bem orientados, podem realizá-los", esclarece Debora.

Mas muita gente não adere aos alongamentos porque sente um ligeiro desconforto. Salvo exceções, esse incômodo é normal. Sua aparição está vinculada ao aumento da flexibilidade de músculos e articulações. "Ele funciona como um mecanismo de alerta do próprio organismo para evitar que a sobrecarga nos tendões e articulações provoque danos. Ele deve ser tolerado em certa medida para que a flexibilidade aumente", explica.

Muita gente não adere aos alongamentos porque sente um ligeiro desconforto. Salvo exceções, esse incômodo é normal

Entretanto, a regra é não aumentar a intensidade dos alongamentos a ponto de extrapolar os limites pessoais. Nos alongamentos que antecedem a caminhada ou a faxina da casa, por exemplo, não há necessidade de ir além do início do desconforto. "Além disso, a duração do exercício para cada segmento corporal não deve exceder 15 segundos. Já para atletas profissionais, o grau de tolerância à dor pode ser maior", completa Debora.

Flexibilidade ampliada
Algumas dicas simples podem deixar os alongamentos mais eficientes, como expirar e inspirar corretamente. "A respiração aumenta a oxigenação dos músculos, a fluidez do sangue e a lubrificação das articulações. O aluno também fica mais concentrado para alcançar a amplitude do movimento", esclarece a professora.

Usar acessórios como faixas elásticas e barras para apoio é outro segredo para potencializar a atividade. Entretanto, nada mais eficiente - e divertido - do que alongar-se acompanhado de um amigo ou em grupo. "O apoio da dupla pode ainda auxiliar no aumento da amplitude do movimento", finaliza a profissional.

 

 Fonte e Imagem: Site Revista Viva Saúde


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Pilates na prevenção e tratamento da osteoporose!

Postado em 11 de maio de 2012 às 07:26

Cada vez mais comum, a osteoporose não é privilégio somente da 3ª idade. A doença, que tem como principais fatores de risco o sedentarismo, o tabagismo, o histórico familiar, a baixa ingestão de cálcio e a retirada cirúrgica de ovários sem reposição hormonal, está cada vez mais comum entre as faixas etárias de 30 a 35 anos.

De um modo geral, a osteoporose é caracterizada pela perda da massa óssea e a diminuição da resistência mecânica dos ossos por diversas causas, sendo as principais relacionadas aos desequilíbrios hormonais. As regiões do corpo mais atingidas são os quadris, os punhos e a porção anterior dos corpos vertebrais, que sofrem desgastes com simples inclinações repetidas do tronco para frente, gerando fraturas espontâneas.

A prática de exercício físico preserva a massa óssea, tanto por ação direta do impacto sobre o esqueleto, quanto por ação indireta, pela tração realizada nos músculos através de exercícios de força.

“Os resultados da prática do Pilates em pacientes com osteoporose podem ser observados em pouco tempo. Durante as primeiras sessões já é possível notar uma melhora da força muscular, aumento do relaxamento e da sensação de bem-estar”, explica a fisioterapeuta Valquiria Santiago. Além dos benefícios proporcionados pela técnica, no caso da osteoporose, o Pilates auxilia também no tratamento da depressão, estresse, dores na coluna, incontinência urinária, hérnia de disco e algumas doenças neurológicas, como o Parkinson.

De acordo com a fisioterapeuta alguns benefícios proporcionados pelo Pilates em pessoas com osteoporose são:

- Aumento da flexibilidade;

- Melhora na função articular;

- Melhora no alinhamento postural;

- Ganho de equilíbrio para prevenir lesões ou evitar padrões de movimentos incorretos;

- Oxigenação dos músculos e qualidade de sua função;

- Incorporação de consciência corporal, diminuindo os fatores de risco que podem levar a lesões;

- Diminuição da ansiedade e do nervosismo provocados pelo estresse e pelas tensões do dia a dia.

Fonte: Site Revista Pilates

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