BLOG

inicial blogarquivosjulho de 2011
Blog

O que engorda mais?

Postado em 26 de julho de 2011 às 10:55

Sucos naturais e outras bebidas podem sabotar o seu empenho para enxugar a silhueta. O lado bom é que, ao saber disso, fica mais fácil escapar dessa armadilha.

 

Você evita o sanduíche pensando que pode ser calórico demais. Olha para o lado e pede um suco de laranja. Ops, a opção não é a mais certeira para quem está brigando contra a balança — para começo de conversa, as duas escolhas têm a mesma dose de calorias. E o suco pode ser mais enganador… A informação veio da Faculdade de Medicina Johns Hopkins, que recentemente divulgou os resultados de um estudo sobre a alimentação de 810 adultos entre 25 e 79 anos nos Estados Unidos.

Ao longo de um ano e meio, os voluntários foram acompanhados em duas etapas, com duração de seis meses cada uma. Na primeira, tiveram que retirar uma dose de bebida com açúcar por dia, fosse um suco ou um refrigerante. Na segunda, cortaram da ingestão diária uma porção de alimento sólido com o mesmo valor calórico do líquido.

Conclusão: a restrição de líquidos fez perder mais peso do que a de sólidos. Meio quilo contra 100 gramas no período. A razão é simples para a nutricionista Helena Novareti, da Universidade Federal de São Paulo: "Quem faz dieta controla melhor o consumo de massas, carnes e petiscos". O abuso da bebida acaba acontecendo porque ela é digerida mais rapidamente e por isso a sensação de fome volta logo. No caso de itens sólidos, o que mais conta a seu favor é a mastigação. É durante esse processo que a sensação de saciedade já começa a ser produzida.

Um engano comum é pensar que substituir refrigerante ou suco industrializado por um suco de fruta natural irá resolver a questão da quantidade de calorias. Infelizmente, não vai. "Embora bem mais saudáveis, as frutas também têm seu açúcar, e, portanto, engordam. A dica para não exagerar é contabilizar os sucos naturais que você tomou dentro da recomendação de consumo de três frutas por dia", diz Helena. Um de laranja, por exemplo, já contém as três porções ( veja o infográfico "Quanto de fruta tem")

Para aqueles que estão pensando em optar pelas bebidas diet, light ou zero, atenção. "Elas possuem teores de adoçantes e conservantes muito elevados. E contêm fósforo, que compete com o cálcio, fazendo com que esse importante mantenedor dos ossos não seja absorvido", explica Adriana Passos, nutricionista da PUC de Campinas, no interior de São Paulo.

A dica para refrescar-se sem culpa é dar preferência ao sumo de um limão ou maracujá misturado com um copo de água. Outra sugestão bem magrinha é mixar água aromatizada com uma fatia de abacaxi. Nesse caso, a variação das frutas ajuda a não enjoar dos sabores. E mais: se você alternar a bebida com a fruta in natura, garantirá ainda mais nutrientes. "É que, ao bater a fruta no liquidifi cador, as fibras, importantes no controle do peso, da glicose no sangue, do colesterol e do bom funcionamento intestinal, se perdem", esclarece a nutricionista Raquel Dammous, de São Paulo.

 

Fonte: Site Revista Saúde                                  Imagem: Internet

tags:

O que a Yoga faz por você?

Postado em 20 de julho de 2011 às 09:20

Posturas, técnicas respiratórias, meditação ou relaxamento são as estratégias da prática que se encontra entre as dez terapias mais utilizadas em todo o mundo.

 

Ao longo de sua história, o objetivo dos praticantes era materializar o significado da palavra sânscrita yuj, isto é, união com Deus, ou juntar o que está disperso. Hoje, a ioga é considerada uma terapia complementar do tipo mente/corpo e combina posturas, técnicas respiratórias, meditação ou relaxamento. A finalidade é promover equilíbrio físico, mental, psíquico e espiritual. "A Hatha Yoga é tão popular porque atende às demandas do homem moderno, cujo estilo de vida esgota o sistema nervoso, especialmente o simpático. Todos vivem em estado de agitação permanente. Não há tempo para o reequilíbrio. Essa prática é a oportunidade de juntar o esforço (esgotado ou não) com o não esforço (relaxamento e tonicidade). O resultado é o rejuvenescimento e o equilíbrio", explica Amândio Albertino Figueiredo, presidente da Federação Portuguesa de Yoga.

Como funciona?
Ainda não se compreende exatamente como isso é possível, mas sabe-se que a ioga proporciona controle do estresse e maior consciência física e mental. Assim como a mente influencia o corpo, acredita- se que o corpo influencia a mente. A condição primeira da ioga é permitir ao praticante conhecer seu estado de saúde. A partir daí, cada um evoluirá para a boa saúde, ou a manterá. O ponto mais importante é o fortalecimento da imunidade. E é aqui que a ioga é rainha.

A proposta de boa saúde da ioga parte do corpo, que é estimulado por meio de exercícios de alongamento, onde se permanece numa posição de relaxamento de esforço por período determinado de tempo. Alcançado o aprimoramento físico, inicia-se o trabalho respiratório, mais importante via de ligação com as emoções. É assim que o Hatha Yoga entende ser possível atingir um estado calmo da mente: interferência na postura, tônus muscular e padrão respiratório. O próximo passo é a meditação.

Os cientistas garantem
A prática regular aumenta a sensação de bem-estar, combate o estresse, reduz a pressão arterial e sanguínea, melhora a capacidade respiratória, relaxa músculos, auxilia no controle da ansiedade, depressão e insônia, além de aprimorar a flexibilidade e força físicas, bem como os níveis da química cerebral e sanguínea. Se pensarmos que grande parte das doenças possuem fundo emocional, concluiremos que o ato do relaxamento pode ser altamente benéfico para a saúde em geral.

Fonte: Site Revista Viva Saúde                                                                  Imagem: Internet

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



 

 

 

 

 

 

 

tags:

Dislexia: quando as palavras não fazem sentido

Postado em 12 de julho de 2011 às 19:11

Textos com parágrafos longos ou vocabulário recheado de termos novos pode ser um desafio e tanto para algumas pessoas, que podem ser portadoras de um distúrbio denominado dislexia. O problema anda em moda nas escolas e boa parte das crianças com algum tipo de dificuldade de leitura ganha esse rótulo, indiscriminadamente. Na prática, estudos recentes, capitaneados pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, mostraram que, de cada 100 alunos encaminhados ao médico com suspeita de dislexia, apenas 3 apresentam o distúrbio, de fato. De qualquer forma, o diagnóstico precoce é essencial para barrar um ciclo bem conhecido entre os que sofrem de dislexia: a criança tem dificuldade de aprender; não se arrisca; para de estudar e perde o interesse pela escola. Na sala de aula, o disléxico, diante de sua dificuldade em compreender um texto, pode apresentar diversos sintomas físicos de origem emocional, como dor de barriga, suar e sentir mal-estar, bem como apresentar sentimentos de incapacidade e menor valia.

            A dislexia é um distúrbio de linguagem sem causa definida, que traz dificuldades para ler, escrever e também soletrar. As pessoas acometidas por tal problema apresentam uma falha na decodificação da linguagem escrita. Isso significa que nem sempre identificam as letras de uma palavra e também podem não relacionar o som à letra. Os especialistas não sabem ao certo o que leva algumas pessoas a desenvolver isso. Existem pesquisas apontando que o problema pode ser herdado de pai para filho. Não tem cura, mas tem tratamento, ou seja, aprende-se a superar as dificuldades e a traças novas rotas cerebrais para entender melhor um texto. Vale ressaltar que tais dificuldades não possuem, necessariamente, relação com déficit intelectual. Mesmo assim, é comum a criança passar a ser inferiorizada, o que, em um futuro próximo, pode se traduzir em baixa estima. Existem, inclusive, adultos que são disléxicos e não sabem. E amargam frustrações – sociais e profissionais – ao longo da vida.

            Descobrir o problema precocemente é o ideal para evitar que os danos emocionais se instalem. Quanto mais cedo o problema for tratado, melhor será o rendimento escolar, profissional e até social da pessoa. O diagnóstico, porém, nem sempre é tão simples. Por volta dos 7 anos de idade acontece a alfabetização. Esse é um processo bem individual: algumas crianças apresentam maior facilidade em assimilar as palavras rapidamente e outras tropeçam até conseguir formá-la e interpretá-las corretamente. Além disso, problemas de visão, audição, déficits intelectuais, alterações de comportamento e métodos de ensino pouco estimulantes podem prejudicar o aprendizado do abecedário nessa fase.

            Os especialistas recomendam, em caso de suspeita de dislexia, uma avaliação cautelosa realizada por médicos e psicólogos. O tratamento também envolve esses profissionais e tem como objetivo ajudar a pessoa a traçar um novo caminho e, assim, ativar outras áreas cerebrais que dêem apoio para a leitura. No caso, esse objetivo seria formar a palavra e desenvolver a fluência no texto. A escola também tem papel importante em toda essa etapa, ajudando a identificar as falhas da criança durante a aprendizagem, ou ao longo do tratamento. Uma coisa é certa: com a ajuda adequada o disléxico pode driblar suas dificuldades e, finalmente, conseguir reunir as palavras de maneira que faça todo o sentido. 

 

Fonte: Adaptação do Informativo “Dislexia: quando as palavras não fazem sentido”, Página Einstein (www.einstein.br).

Texto sugerido por Ilana Souza - psicóloga do Espaço Vida & Saúde

tags:

Um pouco de disciplina cai bem!

Postado em 04 de julho de 2011 às 21:40

Alguns confundem com rigidez. No entanto, para ser alguém disciplinado é preciso ter a mente aberta, saber priorizar e fazer escolhas. O resultado disso não é uma agenda engessada e sim mais leve. E, o melhor, é possível trazer essa ordem para a sua vida.

(...)

Vem do berço.

O primeiro contato do ser humano com a disciplina acontece ainda no berço. "Na relação entre mãe e bebê já se estabelece um sistema de organização", diz Vladimir Safatle, professor da Faculdade de Filosofia da Universidade de São Paulo. Segundo ele, a mãe determina quando vai alimentar o bebê (ela pode estar no banho quando o rebento chora e ele tem de esperar para mamar), e assim começa a ser criado o ritmo de vida da criança. Depois surgem outras normas, como a hora de brincar, estudar e por aí afora. Com tudo isso reunido, cada indivíduo cresce, é educado e se encaixa nesse modus vivendi.

As rotinas aprendidas no colégio ajudam a criança a se organizar no tempo, já que tendo um período estabelecido para as tarefas ela aprende a noção de começo, meio e fim de execução de algo. "Rotinas são importantes porque ajudam a criança e a família a serem organizadas e dão senso de disciplina", explica a coordenadora do Núcleo de Cultura, Estudos e Pesquisas do Brincar e da Educação Infantil da PUC-SP, Maria Ângela Barbato Carneiro. Na prática, significa que as pessoas conseguem planejar e cumprir todas as metas para aquele dia. Não encare isso como coisa de gente metódica. A disciplina não é sinônimo de vida ultrarregrada. Ao contrário, é ouro puro na mão de quem quer fazer as coisas com agilidade e qualidade para, no fi m das contas, ter tempo livre para viver.

Ter um plano B

"A disciplina permite fazer algo em menos tempo e com mais eficiência, muitas vezes até além do esperado", afirma Cortella. O consultor de recursos humanos Marco Antonio Lampoglia, da Active Educação e Desenvolvimento Humano, de São Paulo, explica que existem dois tipos de "tempo" para se realizar algo: o cronológico e o psicológico. "No primeiro você cria o cronograma para o que tem de fazer e desenha o caminho que leva ao objetivo. Já o tempo psicológico é aquele em que a pessoa tem de ter persistência para dar conta de tudo e ainda enfrentar as dificuldades eventuais." Nesse ponto, o disciplinado sempre tem um plano B para lidar com imprevistos - de qualquer natureza.

Imagine que você vai para o litoral no fim de semana com a família. Quando chega lá, chove sem parar e nem você nem seu marido se lembraram de pegar jogos ou DVDs para distrair a garotada, que sobe pelas paredes porque não pode ir à praia. "Não pensar na possibilidade da chuva é não ter um plano B. É não ter a mente organizada e disciplinada para contar com o imprevisto", diz Lampoglia. Agora visualize essa situação no campo do trabalho ou do estudo e o resultado é o mesmo. Quem se organiza e tem disciplina não se trumbica, diria o Velho Guerreiro Chacrinha.

Tem solução

Gabriel Amorim, mestre de kung fu em São Paulo, é constantemente procurado por gente que quer aprender a luta para ser mais organizado. Ele explica que as artes marciais se baseiam na tríade disciplina, paciência e perseverança. Unindo esses três elementos, o praticante tem sucesso no tatame e em outras esferas da vida. Aplique esse conceito no dia a dia e veja como a disciplina requer paciência (tempo) para se chegar à meta e perseverança para vencer os contratempos. E adicione a essa fórmula o comprometimento - sim, porque sem ele pode-se perder o foco, a rota e até as botas na busca pela chegada ao objetivo.

Quem tem disciplina e comprometimento sabe o caminho, mas nem por isso deve acionar o piloto automático. "Ter uma rotina para fazer as coisas não significa executá-las com monotonia", diz o filósofo Cortella. A monotonia é reflexo de algo autômato, feito sem pensar. "Como o treinamento militar, que faz o soldado marchar para a esquerda e a direita para ser condicionado a obedecer ordens e a não refletir."

Quem se detém para pensar também abre os olhos às tentações, como um convite para uma festa na semana de terminar a monografia do mestrado. "O disciplinado tem de definir prioridades e abrir mão de algumas coisas a fim de cumprir sua meta. É importante saber dizer não", afirma Américo Marques Ferreira, da consultoria empresarial AMF Parceria, de São Paulo.

O filósofo Safatle é enfático ao afirmar que todo mundo internaliza um conjunto de disciplinas - até mesmo os indisciplinados. Para ele é tudo uma questão de projeção do uso do tempo. Claro que quando as ações atingem o outro, como chegar atrasado a um compromisso, é sinal de que essa pessoa não consegue programar suas atividades, seu dia. Mas nem tudo está perdido para quem convive com as pendências da agenda desorganizada. "Estudos comprovam que para instalar ou desinstalar um novo hábito, são necessárias cerca de seis semanas. É um processo gradativo de adequação que pede prática regular", afirma o consultor Ferreira.

Digamos que tornar-se disciplinado requer o compromisso e a força de vontade semelhantes ao que é necessário para uma pessoa engatar firme no regime e perder os almejados 5 quilos. Quem estiver comprometido com isso certamente chega lá. Quem não estiver vai continuar vivendo como sempre o fez, já que no mundo há espaço para disciplinados e indisciplinados. A diferença está no que foi dito por Mario Cortella lá no começo deste texto: o disciplinado é um ser livre porque dá conta do recado e ganha tempo para curtir a vida, enquanto o indisciplinado está às voltas com sua desorganização.

(...)

Fonte: Site Revista Vida Simples                                        Imagem: Site Revista Vida Simples.

 

tags:

Rua Deputado Clóvis Motta, 3090 - Candelária, Natal - RN
CEP 59064-430 - Fone: (84) 3206-1058