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A importância de conhecer o próprio corpo!

Postado em 30 de setembro de 2011 às 13:58

Não podemos nos sentir plenos enquanto não tomarmos real consciência de nosso físico. A mente e o corpo não devem ser pensados como coisas separadas.

Texto - Jeanne Callegari

Alienação corporal
"A gente vive em uma cultura que aliena nosso corpo", diz a atleta e escritora Marília Coutinho. "Nossas instituições criam um indivíduo que vê a mente em primeira pessoa, mas pensa o corpo em terceira pessoa." Ou seja, tratamos os dois como coisas separadas e para trabalhar melhor um, negligenciamos o outro.

Marília chama o estranhamento do corpo de alienação corporal. "Alienação significa que algo é separado de um sujeito", escreve no livro Estética e Saúde (Phorte). É o afastamento do ser humano de algo que lhe é essencial: sua corporalidade, a consciência de si mesmo.

É uma forma de mutilação. Claro, o corpo não deixa de existir. Mas, sem perceber, passamos a enxergá-lo como estranho, algo que nos desobedece, que engorda, emagrece e fica doente à nossa revelia. Vira uma espécie de criança malcriada, que podemos até mesmo rejeitar por não seguir nossos desígnios.
 

Separação da mente

A alienação corporal surge de uma forma de pensar muito antiga: a ideia de separação entre mente (ou alma) e corpo.

"Como a alma era imortal, era considerada mais nobre, superior ao corpo", diz Denise Bernuzzi de Sant'Anna, professora de história da PUC-SP e autora de Corpos de Passagem (Estação Liberdade).

Essa visão é predominante em muitas religiões. O cristianismo, por exemplo, fala em alma imortal, que o corpo é a fonte do pecado; deve, então, ser punido. No Ocidente, essa visão atingiu o ápice com Descartes; sua famosa frase, "penso, logo existo", deu margem para que a mente fosse considerada superior ao corpo.

Uma vez estabelecida a separação entre mente e corpo, o que acontece? Muito cedo, e sem perceber, acabamos pendendo para um dos lados. Corpo ou mente: não podemos ter os dois. Lembra da escola? De um lado, o grupo dos "esportistas"; do outro, os "nerds".

Forma x corpo
A essa altura, você deve estar se perguntando: "Como o corpo pode ser negligenciado na sociedade, se tudo que vejo por aí é a busca de um corpo perfeito, um padrão de beleza único?" De fato, não são os filósofos nem os físicos que estampam capas de revistas; não é em busca de um cérebro melhor que as pessoas se matriculam em academias. Mas buscar um padrão de beleza é bem diferente de termos consciência de nosso organismo.

"O ideal de alma elevada foi substituído por um ideal de boa forma", diz Denise de Sant'Anna. "O dualismo continua, mas a oposição agora é entre o corpo carnal, mortal, que fica doente, envelhece, e um corpo ideal, sempre jovem e limpinho."

Quando buscam as academias, muitas pessoas não estão preocupadas em conhecer melhor o próprio corpo, integrar-se, ter mais saúde; o que procuram é um jeito de se encaixar nesse padrão ideal, ter uma forma para exibir. "Dizem que há uma corpolatria. Na verdade, é uma formolatria: culto à forma. Corpo cada um tem um, único. A forma, não. Ela é platônica", diz Marília Coutinho.

Para a escritora, a reconexão por meio da atividade física passa por estar presente, inteiro, em cada gesto. Por isso, critica o modelo tradicional de academia. "Você aprende a lidar com as máquinas. Não com seu próprio corpo", diz.

Fazendo as pazes com o corpo
Mas então é preciso fazer exercício? Sim e não. Ninguém é obrigado a fazer algo que considere maçante. "O prazer é um componente importante da equação", diz Marília. Mas, se a ideia é fazer as pazes com o corpo, reencontrá-lo, não dá para ficar só na teoria: é preciso trabalhá- lo.

Não que seja fácil. Pode doer, cansar, dar trabalho; isso sem contar as emoções que vêm à tona. Técnicas como osteopatia, Alexander e fisioterapia especializada em consciência corporal são formas de descobrir o corpo, assim como a ioga. E mesmo o exercício em si, por que não? Pode ser ótimo, desde que feito com consciência, sem intenção de adestrar o corpo, e sim pensando em explorar suas possibilidades.

 

Fonte: Site PhysioPilates                                               Imagem: Internet

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Por que Pilates?

Postado em 23 de setembro de 2011 às 22:33

“Uma boa condição física é o primeiro requisito para ser feliz”, dizia Joseph H. Pilates, frase que resume o Método criado por ele no início do século XX.

O Método Pilates é um programa de condicionamento físico e mental que considera o corpo e a mente como uma unidade, são mudanças com o objetivo de alcançar o melhor funcionamento do corpo. Com exercícios de alongamento, fortalecimento e sequências de movimentos controlados e precisos. Sempre evitando o impacto ou a pressão sobre os músculos, articulações e os tecidos.

Joseph Pilates divulgou seus exercícios como tratamento, contra os efeitos do que hoje chamamos de estresse e contra os resultados da negligência física. Ele acreditava que, ao praticá-los poderíamos obter o controle do próprio corpo e resgatar o ritmo e a coordenação motora naturais, comprometidos pela vida.

Com inúmeros resultados o método está em constante crescimento no mercado. Já nas primeiras aulas é possível perceber as mudanças que provoca em nosso cotidiano. É necessário exercitar-se de acordo com uma série de princípios: respiração, precisão dos movimentos, concentração, controle dos exercícios, centralização, equilíbrio, fluidez de movimentos e relaxamento. É necessário incorporar os princípios de uma forma correta até fluírem de forma natural e se converterem em hábito.

O método Pilates vem sendo difundido por profissionais da área da saúde, fisioterapeutas e Educadores Físicos, e indicados por médicos, principalmente na reabilitação e prevenção de doenças crônicas. Praticado em aparelhos como o Cadillac, Reformer, Wunda Chair e Ladder Barrel, no solo ou com acessórios (bola suíça, overball, bandas elásticas, círculo mágico, entre outros).

Os benefícios incluem o aumento da consciência corporal, flexibilidade, definição e tonificação muscular, melhorando a circulação sanguínea, coordenação motora e mobilidade articular.

“Em dez sessões você sente a diferença, em vinte sessões você vê a diferença e em trinta sessões o corpo está modificado”. Joseph H. Pilates.

Se for praticado com cuidado e atenção à posição e ao movimento de cada parte do corpo, eles irão corrigir sua postura e melhorar sua saúde de dentro para fora e dos pés à cabeça, provocando a sensação imediata de bem estar.

Para quem nunca experimentou, vale à pena procurar uma academia ou clínica que ofereça o método e tenha um profissional qualificado, devendo dominar o método de tal forma à garantir seu resultado com segurança e competência.

Pratique Pilates e sinta os resultados!

 

Fonte: Site Revista Pilates

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Pilates e emagrecimento!

Postado em 15 de setembro de 2011 às 22:01

Algumas pessoas acreditam que basta subir na balança e pesar “menos” para que tenham perdido peso. Devemos sempre lembrar a necessidade de manter uma dieta equilibrada e disciplina na prática das atividades aeróbicas, para que percamos peso gradativamente. Entre os exercícios aeróbios estão a caminhada, corrida, natação, pular corda, pedalar, andar de patins e outros, todos contribuem bastante nesse processo.

O foco principal do Pilates é a consciência corporal durante os exercícios combinado com a respiração e postura. Existem outros benefícios de melhora das capacidades físicas que são mais visíveis na prática do método como: melhora da flexibilidade, equilíbrio, coordenação motora e resistência musculação, onde podemos elaborar as sessões com estratégias de intensidade que favorecem no processo de emagrecimento, usando alguns exercícios que elevem a freqüência cardíaca do cliente.

O emagrecimento não decorre exclusivamente da prática de Pilates, mas de uma combinação de fatores. Também depende do tipo de corpo do aluno, do nível de esforço e dos tipos de exercícios trabalhados durante a aula. No entanto, ele não é um exercício aeróbico.

Normalmente, o gasto energético de uma aula de Pilates fica abaixo do que precisamos para “queimar gordura”. Precisar a perda de calorias numa aula de Pilates é bem difícil, pois as aulas têm objetivos diferentes, mas normalmente consideramos uma média de 400 calorias por sessão, que varia de acordo com o objetivo de cada aluno. Principalmente se o cliente optar pela aula de Mat, onde nessa aula não há intervalos entre as séries e, com isso, torna-se mais intensas, (esse efeito dependerá do condicionamento e metabolismo de cada praticante).

Outra estratégia é a utilização de um acessório que contribui para atingir resultados como o trabalho aeróbico: a plataforma de salto (que se encaixa no Reformer, chamada de Jump Board). Ela proporciona um desafio aeróbico por fazer com que o aluno não descanse entre os saltos, exigindo assim maior ativação de pernas, braços ou abdome (variando de acordo com a quantidade de molas e a posição do praticante no equipamento). Para um aluno que já pratica uma atividade aeróbica será uma ótima opção.

 

Fonte e Imagem: Site Revista Pilates                                 

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A mastigação que emagrece!

Postado em 07 de setembro de 2011 às 17:14

Com o prato feito, não há mais o que fazer pela sua cintura, certo? Errado. A própria forma como o alimento é processado pela boca faz toda a diferença na balança

por Theo Ruprecht • design Fred Scorzzo e Laura Salaberry • foto Dercílio

 

 Estômago, intestino, pâncreas, fígado...
Esses e outros órgãos participam da digestão de qualquer comida — e realizam seu trabalho com autonomia total. Mesmo assim, não dá para dizer que o sistema digestivo é independente do começo ao fim. Isso por causa do abrir e fechar da boca, responsável pela quebra de certos nutrientes em partículas
menores e, logo, mais fáceis de ser trabalhadas. Acontece que, seja pela enorme quantidade de tarefas do dia a dia, seja pelo costume, até as mordidas estão sendo automatizadas para abreviar o tempo à mesa.

E essa pressa, por sua vez, vem se mostrando mais nefasta do que se imaginava, inclusive para quem pretende manter o corpo em forma. Em um estudo da Universidade Oxford Brookes, na Inglaterra, voluntários que mascaram cada porção por 35 vezes simplesmente comiam menos quando comparados aos glutões que só repetiam o movimento dez vezes. "A própria contração muscular serve de estímulo à liberação de substâncias responsáveis pela sensação de saciedade", explica o nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia, em Catanduva, no interior paulista. Em outras palavras, mastigar o que você ingere por poucas vezes implica voracidade intensa e prolongada, o que
costuma terminar em comida demais no estômago. Aí, a barriga cresce.

Mais do que a quantidade de dentadas, a maneira como elas são distribuídas pode aplacar ou fomentar o apetite. Um experimento brasileiro, por exemplo, revela que a frequência de obesos que mastigam com apenas um lado da boca é significativamente maior do que a de indivíduos no peso adequado. "O contato do bolo alimentar com toda a cavidade oral aparentemente é importante à saciedade", reforça Cintia Cercato, endocrinologista do Hospital das Clínicas de São Paulo e orientadora da pesquisa. "A mastigação bilateral tem repercussão, por via nervosa, no hipotálamo, a área do cérebro que controla
a fome", completa o odontologista José Amorim, da Universidade Estadual Paulista, em São José dos Campos.

Existe uma tese segundo a qual o gosto também mexeria com o apetite. Ou seja, quanto maior a intensidade do sabor, menor seria o risco de se empanturrar simplesmente para satisfazer as papilas gustativas. Mas e o que isso tem a ver com mastigação? A resposta veio da Universidade de Maastricht, na Holanda, onde cientistas observaram que o número de mordidas culminava em uma percepção aumentada do aroma e do sabor de pedaços de chocolate amargo. "O assunto é tão interessante
quanto controverso", pondera a endocrinologista Rosana Radominski, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, em Curitiba, no Paraná.

Mesmo que os experts ainda vejam o tema com certa desconfiança, um fato é irrefutável: dentadas ntervaladas e tranqüilas contribuem para porções menos avantajadas inclusive pelo tempo que consomem. "A chegada dos primeiros bocados de comida ao intestino, fato que demanda alguns minutos, serve como mais um sinal de saciedade. Portanto, se a ingestão é muito rápida, a sensação de barriga cheia vem tarde demais", esclarece Rosana. Estima-se que todos os mecanismos de regulação da fome só funcionem a pleno vapor após 15 minutos desde a primeira abocanhada. Durante essa fase, é essencial maneirar na quantidade de garfadas — e abusar dos músculos que mexem a mandíbula.

Agora, por mais disciplinado que você seja, é impossível manter, só pra citar um exemplo qualquer, creme de milho na boca por muito tempo. Imagine mordê-lo 30 vezes! "Por isso, é preferível optar por alimentos mais sólidos, principalmente nas garfadas iniciais", recomenda Gerson Kohler, ortodontista e ortopedista facial da Universidade Federal do Paraná, em Curitiba.

Em vez da cenoura ralada, aproveite o legume inteiro. A banana amassada pode dar lugar à fruta original. O pimentão cru é mais interessante do que o cozido, e por aí vai. No final das contas, o recado que fica é investir na consciência e na tranquilidade em todas as etapas da alimentação: da escolha do cardápio até a derradeira mordida.
 

  A mordida que esvazia os pneus
Pequenos ajustes no modo como você tritura refeições com os dentes podem se tornar grandes ajudantes da dieta e dos exercícios na manutenção do peso


Quantidade
Antes de engolir, abra e feche o maxilar por pelo menos 30 vezes em cada ida do talher aos lábios


Duração
Tenha calma. O intervalo entre uma garfada e outra deve ser de aproximadamente 20 segundos.


Qualidade
Use a língua para dividir o alimento entre os dois cantos da boca. Ao longo da mastigação, reveze-os de lugar constantemente

 

Um aparelho contra a obesidade?

O nome esquisito — dispositivo bariátrico intrabucal — esconde um método simples. Ele é uma espécie de aparelho ortodôntico a ser colocado no céu da boca em toda refeição para diminuir o espaço nessa cavidade, obrigando o indivíduo a triturar a comida antes de engoli-la. "Não há incômodo e a redução de ingestão chega a 20%. Mas o paciente precisa passar por uma avaliação, porque não é recomendado para todos", diz Kohler.

Sempre que possível, escolha as versões mais sólidas dos alimentos para que a mastigação fique lenta.   

Fonte: Site Revista Saúde                                                Imagem: Internet

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