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Você usa a alimentação a favor do metabolismo?

Postado em 13 de abril de 2012 às 09:24

Descubra se os seus hábitos alimentares aumentam ou diminuem seu gasto energético.

Existe uma variedade de cápsulas, pós, chás e outros produtos no mercado com uma só promessa: emagrecer mais rápido. Mas especialistas ensinam truques simples do dia a dia que cumprem essa tarefa de manter o metabolismo no ritmo certo. “Não é o metabolismo, especificamente, que é alto ou baixo, e sim o gasto energético para produzir o metabolismo, que pode ser maior ou menor”, explica a endocrinologista Rosana Radominski, presidente do departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Faça o teste e descubra se você sabe como aumentar o gasto energético apenas com ajuda da alimentação.

Fazer lanches no meio da manhã e da tarde aumenta o metabolismo?

a)Sim, aumenta o gasto energético.

b)Não, só aumenta a quantidade de comida ingerida.

Nota: O nutrólogo Roberto Navarro, membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), explica que cerca de 10% do gasto energético corporal é dispendido no processo digestivo. A mastigação, a digestão e a movimentação intestinal exigem consumo de energia. “Parece pouco, mas é um terço do que é gasto com atividade física (30%)”, aponta o especialista. Além disso, passar mais que três horas sem comer sinaliza para o seu corpo que você está em jejum. Em consequência, ele freia o gasto energético para armazenar energia, o que deixa a pessoa sem pique. Resposta correta A

Uma dieta rica em proteínas aumenta o metabolismo?

a)Não, ela só diminui o número de calorias ingeridas.

b)Sim, mas há um limite para a ingestão desse nutriente.

Nota: Roberto Navarro explica que o corpo gasta mais energia para metabolizar proteínas do que carboidratos, ou seja, o gasto energético é maior, mas o nutrólogo chama a atenção para a necessidade de limitar o consumo. “As proteínas devem compor entre 15% e 30% do que é ingerido diariamente, mas esse número ainda varia em função das necessidades individuais, como um atleta que precisa de quantidades maiores”, explica. Resposta Correta B

Uma dieta hipocalórica (com menos que 1.200 calorias) aumenta ou diminui o metabolismo?

a)Aumenta, já que o organismo tem poucas calorias para consumir.

b)Diminui, porque o corpo se adapta à pequena quantidade de calorias.

Nota: Em curto prazo, comer pouco leva ao consumo das reservas de gordura do corpo, o que gera emagrecimento. Mas, em médio prazo – após duas semanas, aproximadamente – o corpo começa a se adaptar a uma quantidade menor de calorias e o metabolismo fica mais lento. “É uma desnutrição programada e o corpo entende que tem que estocar energia”, explica a endocrinologista Rosana. “O organismo tenta se defender, reduzindo aproximadamente 20% do gasto energético.”Essa é uma das razões pela qual a pessoa que faz dieta precisa fazer uma atividade física regular, já que o exercício aumenta o gasto energético – ou seja, o metabolismo – e, dessa forma, permite contrabalançar a redução metabólica causada pela dieta. Resposta Correta B

Cafeína aumenta o metabolismo?

a)Sim, ela possui ação termogênica, ou seja, acelera o metabolismo basal.

b)Não, em nada ela influencia o metabolismo.

Nota: A cafeína possui ação termogênica, ou seja, acelera o metabolismo basal e o gasto calórico em repouso. Isso ocorre devido ao aumento da produção de hormônios que estimulam o organismo. Segundo a endocrinologista Rosana, há estudos que revelam um aumento de 4% a 7% no gasto energético, principalmente quando o consumo é eventual. Esses estudos demonstram que os efeitos termogênicos da cafeína perduram por pequenos períodos de tempo: entre 24 e 48 horas após ingestão de bebidas ricas em cafeína. No entanto, não existem evidências de que isso resulte em perda de peso. Resposta Correta A

Água gelada altera o metabolismo?

a)Sim, ela resfria o corpo e aumenta o gasto energético para restaurar a temperatura.

b)Não, isso é um mito.

Nota: Roberto Navarro explica que isso é um mito. Acredita-se que a água aumenta o metabolismo porque ela resfria o corpo, que, por sua vez, gasta energia para recuperar a temperatura. “A água na verdade é aquecida no corpo, de modo que, ao chegar ao estômago, já esteja na temperatura corporal”, explica Roberto Navarro. “Para que um resfriamento do corpo seja possível é preciso beber água gelada em excesso, o que pode levar até à hipotermia.” Resposta Correta B

A pimenta aumenta o metabolismo?

a)Não, em nada influencia o metabolismo.

b)Sim, ela também é termogênica.

Nota: O nutrólogo Roberto Navarro explica que a pimenta possui capsaicina, uma substância termogênica, que aumenta o metabolismo basal, ou seja, o gasto energético do corpo, para manter o funcionamento adequado dos órgãos e o tônus muscular. Resposta Correta B

Quais são os efeitos de comer exageradamente para o metabolismo?

a)Ele estoca tudo o que não for gasto sob a forma de gordura.

b)Ele aumenta, já que tem que queimar muitos nutrientes.

Nota: Caso haja abuso na hora de fazer as refeições, o corpo transforma esse excesso em gordura, que ficará localizada no abdômen, nos glúteos e em outros pontos inconvenientes. Não haverá estímulo ao metabolismo que seja capaz de compensar o abuso. Rosana Radominski explica que o ideal é manter uma dieta equilibrada, rica em fibras e com baixo teor de gorduras. Resposta Correta A

O chá verde pode ser tomado indiscriminadamente para aumentar o metabolismo?

a)Sim, por ser natural, pode ser tomado à vontade.

b)Não, em grandes quantidades, ele aumenta os riscos de hipertensão arterial.

Nota: Essa bebida funciona da mesma maneira que o café para acelerar o metabolismo, mas a recomendação de especialistas é de ingerir no máximo cinco xícaras por dia. Ambas, em excesso, estimulam demais o organismo e podem levar até à pressão alta, uma vez que o coração será muito estimulado. Respota Correta B

 

Fonte e Imagem: Site Revista Pilates                                

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Por que é tão difícil resistir?

Postado em 18 de novembro de 2011 às 22:25

Chocolate, Café, Carboidratos refinados, Açúcar (...)

A Associação dos Comedores Anônimos (ACA) ainda não foi criada. Mas, se existisse, certamente teria um número grande de sócios. A comida pode ser um vício. Não estamos falando aqui de pessoas que comem o tempo todo, mas daquelas que criam uma predileção por determinados alimentos e passam a depender deles para funcionar direito, ou não conseguem controlar a quantidade ingerida. “Isso costuma acontecer com alimentos altamente palatáveis e de alta densidade energética, ricos em açúcar, gordura e farinhas refinadas”, diz a nutricionista Andréia Naves, diretora da VP Consultoria Nutricional (SP). E completa: “Eles geram um consumo compulsivo e incontrolável e, consequentemente, uma sensibilização do organismo à substância, com sintomas típicos quando é suprimido, como ansiedade, agressividade e alterações de humor”.

Só que, diferentemente das drogas, os alimentos são necessários à vida. Comer é um comportamento que envolve vários processos hormonais. Por isso, fica tão difícil comprovar que a vontade excessiva de ingerir algo seja um vício. Mas a cada dia novas pesquisas comprovam que certos alimentos podem, sim, alterar o funcionamento cerebral, como faz a cocaína, por exemplo. Boa parte dos experimentos foi feita com ratos, uma vez que é um risco grande desenvolver propositadamente o vício em uma pessoa.

Vontade de comer
Não se pode negar que há um forte componente psicológico e comportamental na dependência por um determinado alimento. É o que acontece naqueles dias em que você chega em casa depois de um dia difícil de trabalho e tudo o que quer é cair de boca em uma torta de chocolate, doce e gordurosa. “Nesse caso, o hábito pode ser abandonado em qualquer fase da vida sem maiores problemas”, diz o endocrinologista Geraldo Medeiros, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), que sequer concorda com o uso do termo vício.

Imaginar uma comida é um forte estímulo psicológico para sentir vontade de comê-la. É aquela situação em que você não consegue ler um livro porque está com ideia fixa em um belo hambúrguer, ou em um sorvete de flocos. Cientistas da Finders University (Austrália) confirmaram esse comportamento. Sempre que a pessoa relatava uma vontade incontrolável de comer algo, a imagem estava vívida em sua cabeça. Ela podia vê-la em detalhes. Para esses casos, ainda segundo os cientistas, funciona tentar criar outra imagem mental, ou até pensar em um cheiro. Por exemplo, os voluntários foram estimulados a imaginar um arco-íris, ou lembrar o cheiro de folhas de eucalipto. Em ambos os casos, a necessidade imediata pela comida diminuiu.

“Todo vício, seja ele por drogas ou por alimentos, é multifatorial. Não se pode desprezar o componente comportamental ligado ao fisiológico”, diz a nutricionista Andréia Naves. Um estudo publicado em novembro de 2010 pelo jornal da Academia Nacional de Ciências dos EUA demonstrou que atitudes prazerosas realmente ajudam a reduzir o estresse. Mais uma vez o objeto do estudo foram os ratos. Os cientistas ofereciam aos animais uma mistura de água com açúcar, que eles gostavam bastante. Nessas circunstâncias, seu cérebro demonstrava uma resposta baixa ao estresse. Em outra parte do experimento, a substância era injetada diretamente no estômago dos ratos, e a resposta ao estresse desaparecia. Ou seja, o açúcar em si nem sempre funciona para reduzir o estresse. Já o prazer que ele traz é altamente eficiente.

Lutar contra um vício nunca é fácil, seja pela dependência química, seja pelo prazer que ele traz. Ainda mais se é uma droga legal, ao alcance de qualquer um na prateleira do supermercado. Mas o preço a ser pago por se deixar levar pela sedução dos sabores é alto e nem sempre merecedor do seu sacrifício.

Escape do círculo vicioso

 Aprenda a identificar os alimentos que causam compulsão no seu caso. Há os mais comuns (café, chocolate e gordura), mas outros podem ser acrescentados à lista como o sal e o refrigerante. E preste atenção no tanto que está ingerindo, tentando diminuir um pouquinho por dia.
 Observe a situação. Sempre que sentir um desejo demasiado por determinado alimento, preste atenção em como você está se sentindo: aborrecido, deprimido, ansioso. Nesses momentos é comum sentir vontade de alimentos que trazem recordações boas, como da infância. Busque uma solução para sua situação mental que não seja o alimento. 
• Distraia-se. Quando sentir uma vontade louca por um alimento, tente fazer alguma atividade que mude o seu foco. 
 Evite a fome oculta: “Garanta que está consumindo a quantidade certa das vitaminas e minerais importantes para a mediação dos neurotransmissores”, diz a nutricionista Andréia Naves, e enumera: complexo B (cereais integrais), vitamina C (laranja), triptofano e tirosina (banana), magnésio (folhas verdes-escuro) e selênio (castanha do Brasil).

Fonte: Site Revista Viva Saúde                                                    Imagem: Internet

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A mastigação que emagrece!

Postado em 07 de setembro de 2011 às 17:14

Com o prato feito, não há mais o que fazer pela sua cintura, certo? Errado. A própria forma como o alimento é processado pela boca faz toda a diferença na balança

por Theo Ruprecht • design Fred Scorzzo e Laura Salaberry • foto Dercílio

 

 Estômago, intestino, pâncreas, fígado...
Esses e outros órgãos participam da digestão de qualquer comida — e realizam seu trabalho com autonomia total. Mesmo assim, não dá para dizer que o sistema digestivo é independente do começo ao fim. Isso por causa do abrir e fechar da boca, responsável pela quebra de certos nutrientes em partículas
menores e, logo, mais fáceis de ser trabalhadas. Acontece que, seja pela enorme quantidade de tarefas do dia a dia, seja pelo costume, até as mordidas estão sendo automatizadas para abreviar o tempo à mesa.

E essa pressa, por sua vez, vem se mostrando mais nefasta do que se imaginava, inclusive para quem pretende manter o corpo em forma. Em um estudo da Universidade Oxford Brookes, na Inglaterra, voluntários que mascaram cada porção por 35 vezes simplesmente comiam menos quando comparados aos glutões que só repetiam o movimento dez vezes. "A própria contração muscular serve de estímulo à liberação de substâncias responsáveis pela sensação de saciedade", explica o nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia, em Catanduva, no interior paulista. Em outras palavras, mastigar o que você ingere por poucas vezes implica voracidade intensa e prolongada, o que
costuma terminar em comida demais no estômago. Aí, a barriga cresce.

Mais do que a quantidade de dentadas, a maneira como elas são distribuídas pode aplacar ou fomentar o apetite. Um experimento brasileiro, por exemplo, revela que a frequência de obesos que mastigam com apenas um lado da boca é significativamente maior do que a de indivíduos no peso adequado. "O contato do bolo alimentar com toda a cavidade oral aparentemente é importante à saciedade", reforça Cintia Cercato, endocrinologista do Hospital das Clínicas de São Paulo e orientadora da pesquisa. "A mastigação bilateral tem repercussão, por via nervosa, no hipotálamo, a área do cérebro que controla
a fome", completa o odontologista José Amorim, da Universidade Estadual Paulista, em São José dos Campos.

Existe uma tese segundo a qual o gosto também mexeria com o apetite. Ou seja, quanto maior a intensidade do sabor, menor seria o risco de se empanturrar simplesmente para satisfazer as papilas gustativas. Mas e o que isso tem a ver com mastigação? A resposta veio da Universidade de Maastricht, na Holanda, onde cientistas observaram que o número de mordidas culminava em uma percepção aumentada do aroma e do sabor de pedaços de chocolate amargo. "O assunto é tão interessante
quanto controverso", pondera a endocrinologista Rosana Radominski, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, em Curitiba, no Paraná.

Mesmo que os experts ainda vejam o tema com certa desconfiança, um fato é irrefutável: dentadas ntervaladas e tranqüilas contribuem para porções menos avantajadas inclusive pelo tempo que consomem. "A chegada dos primeiros bocados de comida ao intestino, fato que demanda alguns minutos, serve como mais um sinal de saciedade. Portanto, se a ingestão é muito rápida, a sensação de barriga cheia vem tarde demais", esclarece Rosana. Estima-se que todos os mecanismos de regulação da fome só funcionem a pleno vapor após 15 minutos desde a primeira abocanhada. Durante essa fase, é essencial maneirar na quantidade de garfadas — e abusar dos músculos que mexem a mandíbula.

Agora, por mais disciplinado que você seja, é impossível manter, só pra citar um exemplo qualquer, creme de milho na boca por muito tempo. Imagine mordê-lo 30 vezes! "Por isso, é preferível optar por alimentos mais sólidos, principalmente nas garfadas iniciais", recomenda Gerson Kohler, ortodontista e ortopedista facial da Universidade Federal do Paraná, em Curitiba.

Em vez da cenoura ralada, aproveite o legume inteiro. A banana amassada pode dar lugar à fruta original. O pimentão cru é mais interessante do que o cozido, e por aí vai. No final das contas, o recado que fica é investir na consciência e na tranquilidade em todas as etapas da alimentação: da escolha do cardápio até a derradeira mordida.
 

  A mordida que esvazia os pneus
Pequenos ajustes no modo como você tritura refeições com os dentes podem se tornar grandes ajudantes da dieta e dos exercícios na manutenção do peso


Quantidade
Antes de engolir, abra e feche o maxilar por pelo menos 30 vezes em cada ida do talher aos lábios


Duração
Tenha calma. O intervalo entre uma garfada e outra deve ser de aproximadamente 20 segundos.


Qualidade
Use a língua para dividir o alimento entre os dois cantos da boca. Ao longo da mastigação, reveze-os de lugar constantemente

 

Um aparelho contra a obesidade?

O nome esquisito — dispositivo bariátrico intrabucal — esconde um método simples. Ele é uma espécie de aparelho ortodôntico a ser colocado no céu da boca em toda refeição para diminuir o espaço nessa cavidade, obrigando o indivíduo a triturar a comida antes de engoli-la. "Não há incômodo e a redução de ingestão chega a 20%. Mas o paciente precisa passar por uma avaliação, porque não é recomendado para todos", diz Kohler.

Sempre que possível, escolha as versões mais sólidas dos alimentos para que a mastigação fique lenta.   

Fonte: Site Revista Saúde                                                Imagem: Internet

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O que engorda mais?

Postado em 26 de julho de 2011 às 10:55

Sucos naturais e outras bebidas podem sabotar o seu empenho para enxugar a silhueta. O lado bom é que, ao saber disso, fica mais fácil escapar dessa armadilha.

 

Você evita o sanduíche pensando que pode ser calórico demais. Olha para o lado e pede um suco de laranja. Ops, a opção não é a mais certeira para quem está brigando contra a balança — para começo de conversa, as duas escolhas têm a mesma dose de calorias. E o suco pode ser mais enganador… A informação veio da Faculdade de Medicina Johns Hopkins, que recentemente divulgou os resultados de um estudo sobre a alimentação de 810 adultos entre 25 e 79 anos nos Estados Unidos.

Ao longo de um ano e meio, os voluntários foram acompanhados em duas etapas, com duração de seis meses cada uma. Na primeira, tiveram que retirar uma dose de bebida com açúcar por dia, fosse um suco ou um refrigerante. Na segunda, cortaram da ingestão diária uma porção de alimento sólido com o mesmo valor calórico do líquido.

Conclusão: a restrição de líquidos fez perder mais peso do que a de sólidos. Meio quilo contra 100 gramas no período. A razão é simples para a nutricionista Helena Novareti, da Universidade Federal de São Paulo: "Quem faz dieta controla melhor o consumo de massas, carnes e petiscos". O abuso da bebida acaba acontecendo porque ela é digerida mais rapidamente e por isso a sensação de fome volta logo. No caso de itens sólidos, o que mais conta a seu favor é a mastigação. É durante esse processo que a sensação de saciedade já começa a ser produzida.

Um engano comum é pensar que substituir refrigerante ou suco industrializado por um suco de fruta natural irá resolver a questão da quantidade de calorias. Infelizmente, não vai. "Embora bem mais saudáveis, as frutas também têm seu açúcar, e, portanto, engordam. A dica para não exagerar é contabilizar os sucos naturais que você tomou dentro da recomendação de consumo de três frutas por dia", diz Helena. Um de laranja, por exemplo, já contém as três porções ( veja o infográfico "Quanto de fruta tem")

Para aqueles que estão pensando em optar pelas bebidas diet, light ou zero, atenção. "Elas possuem teores de adoçantes e conservantes muito elevados. E contêm fósforo, que compete com o cálcio, fazendo com que esse importante mantenedor dos ossos não seja absorvido", explica Adriana Passos, nutricionista da PUC de Campinas, no interior de São Paulo.

A dica para refrescar-se sem culpa é dar preferência ao sumo de um limão ou maracujá misturado com um copo de água. Outra sugestão bem magrinha é mixar água aromatizada com uma fatia de abacaxi. Nesse caso, a variação das frutas ajuda a não enjoar dos sabores. E mais: se você alternar a bebida com a fruta in natura, garantirá ainda mais nutrientes. "É que, ao bater a fruta no liquidifi cador, as fibras, importantes no controle do peso, da glicose no sangue, do colesterol e do bom funcionamento intestinal, se perdem", esclarece a nutricionista Raquel Dammous, de São Paulo.

 

Fonte: Site Revista Saúde                                  Imagem: Internet

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Coma e emagreça!

Postado em 25 de maio de 2011 às 09:35

  Quando você está em jejum, seu organismo entra em estado de alerta. Privado de novas fontes de energia, ele entende que precisa racionar suas reservas para enfrentar um eventual período de escassez alimentar. Resultado: “Fica mais difícil acessar os estoques de gordura, e o corpo passa a utilizar a massa magra dos músculos para gerar energia”, explica a nutricionista Mariana del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade. Por isso, ficar sem comer não é a melhor solução para quem quer ver o ponteiro da balança lá embaixo.

- Aposte nos alimentos ricos em fibras, como verduras, legumes e cereais. “Eles ocupam maior volume no estômago, promovendo saciedade”, justifica Mariana. Sem contar que auxiliam no trânsito intestinal e ajudam a eliminar gordura.

- Procure consumir alimentos com baixo índice glicêmico, aqueles que são lentamente absorvidos pelo organismo e, portanto, não promovem picos de açúcar no sangue. E, ainda por cima, dão saciedade. É o caso da aveia, do farelo de trigo, da pêra e da maçã.

-Faça cinco refeições por dia! Isso mesmo. O ideal é comer a cada três ou quatro horas. “A mastigação e a digestão, por si sós, já ativam o metabolismo, fazendo com que ele aproveite melhor a energia”, explica Mariana del Bosco. Além disso, comer mais vezes evita a fome excessiva na refeição subseqüente, o que permite reduzir o tamanho das porções. Sem contar que o corpo bem abastecido mantém a produção de insulina estável, o que evita picos que levariam ao acúmulo de gordura.

-Coma proteína logo de manhã. Vale leite desnatado, ovo cozido e peito de peru. Um estudo realizado na
Universidade Purdue
, nos Estados Unidos, revelou que consumir o nutriente nesse horário faz com que a pessoa se sinta até cinco vezes mais saciada durante o dia.

-Inclua alimentos como chá verde, pimenta-vermelha e gengibre na sua dieta. Embora não haja um consenso científico, alguns estudos apontam para o efeito termogênico desses itens. Em outras palavras, eles ajudariam a acelerar o metabolismo.

Ficam as dicas!

Fonte: Site Revista Saúde                                                                                     Imagem: Internet

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Óleo ou Azeite?

Postado em 18 de janeiro de 2011 às 08:10

As gorduras geram muita polêmica devido ao fato de serem substâncias muito diferentes entre si. Algumas delas são comprovadamente prejudiciais à saúde e estão associadas ao desenvolvimento das doenças cardiovasculares, como é o caso das gorduras saturadas e gorduras hidrogenadas (trans). Outras são claramente protetoras e potencialmente úteis na prevenção das mesmas doenças. Daí a importância de esclarecer que quando dizemos que uma dieta saudável deve conter 30% de gorduras, precisamos também definir de qual gordura estamos nos referindo, pois apenas 7% da gordura da dieta pode ser saturada, tornando muito diferente o ato de comer picanha ou azeite no cálculo de uma dieta saudável. 

  Gorduras Essenciais     

Tanto se fala a cerca dos malefícios das gorduras, que muitas pessoas resolvem abolir o óleo vegetal no preparo dos alimentos e descrevem como vantagem o fato de estarem cozinhando sem óleo. Os óleos vegetais, incluindo no óleo de soja, são as principais fontes de gorduras essenciais em nossa alimentação - ômega 3 e ômega 6. São chamadas de essenciais pelo fato de que não são produzidas pelo nosso organismo e que, por esse motivo, devem ser consumidas apartir das escolhas que fazemos na hora de comer.
 
 A retirada desse importante nutriente do nosso cardápio pode levar à perda da proteção que ele exerce sobre o nosso organismo, tanto do ponto de vista cardiovascular, quanto imunológico. Logo, a melhor medida dietética é o consumo equilibrado dessas gorduras boas e a redução do consumo das gorduras saturadas.

 Gorduras boas também engordam

Como recomendação final, apesar do conhecimento do grande valor nutritivo e terapêutico dos óleos vegetais, principalmente pela sua riqueza em ômega 3, não podemos deixar de alertar para o fato de que o consumo de qualquer gordura, em excesso, pode elevar em demasia o valor calórico dos alimentos, tornando essas dietas muito saudáveis, mas extremamente calóricas, trazendo então o risco da obesidade, que conseguiria ofuscar todo o benefício das gorduras do bem.   

O azeite como opção

As propriedades nutricionais e terapêuticas do azeite vêm sendo demonstradas em vários trabalhos científicos. Há muitas evidências de que esse tipo de gordura pode ter efeitos benéficos na prevenção cardiovascular e do câncer, principalmente o azeite não refinado ou virgem. Ele é praticamente isento de gordura saturada e contem, além da típica gordura monoinsaturada, presente em todos os tipos de azeite, altas concentrações de vitamina E, beta caroteno e polifenóis. Essa associação de compostos parece ser extremamente importante e responsável pela sua atividade antioxidante e antiinflamatória.

Entre os óleos de oliva encontrados nos supermercados, aqueles produzidos pela presa direta ou centrifugação são ditos virgem ou extra virgem e se distinguem pelo seu alto conteúdo de polifenóis (150 a 350mg/kg) em comparação aos azeites refinados, que apesar de também serem fontes de gorduras monoinsaturadas, são pobres em polifenóis. Com todas essas vantagens, cozinhar com o azeite passou a ser sofistricado e saudável. Mas até que ponto vale a pena utilizar o azeite no lugar óleo vegetal? Na verdade não há vantagem.

Como tudo em nutrição, os nutrietes precisam ser equilibrados e não parece vantajoso abolir a nossa maior fonte de gorduras essenciais, as poliinsaturadas ômega 3 e ômega 6. Quando cozinhamos com os óleos vegetais, alcançamos a recomendação dessas gorduras e não há nenhuma indicação de suplementações.  

O risco de saturar as gorduras boas

No preparo dos alimentos, os óleos podem ser utilizados à temperatura ambiente ou aquecidos, sem prejuízo do seu valor nutricional. A grande dúvida ainda é a utilização em frituras. Quanto a isso, o que há de comprovado em estudos é que a medida que se prolonga o tempo de fritura, esses óleos vão perdendo suas frações de gorduras boas e ao mesmo tempo vão ganhando maior concentração de gorduras saturadas e trans.

Quanto ao azeite, nada impede que ele seja utilizado esporadicamente no preparo dos alimentos aquecidos, embora sua maior indicação seja adicioná-lo ao alimento já preparado. Em relação aos óleos vegetais, o azeite tem uma menor resistência à saturação durante o aquecimento por tempo prolongado. Mas ele pode perfeitamente ser aquecido em preparações rápidas.  

Fonte: Seção Beleza e Saúde - Yahoo                             Imagem: Internet

Você controla o que come?

Postado em 13 de setembro de 2010 às 10:09

Muitas vezes não percebemos que estamos comendo em excesso.

Se você está engordando, é quase certo que você está comendo muito. Porque será que é tão difícil para você se convencer disso? Mas você não é a exceção, pois cerca de 80% dos pacientes que nos procuram para emagrecer, vem em busca de uma causa orgânica que justifique o ganho de peso. "Só pode ser hormonal" dizem alguns, "parei minha ginástica" dizem outros, "deve ser da idade".

Diante desses questionamentos, o médico e a nutricionista muitas vezes titubeiam. É tão difícil convercer essas pessoas sobre os reais motivos de seu ganho de peso, que esses profissionais entram na deles. "É mesmo, talvez seja a idade" ou "vamos ver os hormônios". Quando, pelo contrário, nós ousamos supor, que possivelmente, essas pessoas estão comendo além da conta, arrumamos uma confusão. "Como pode ser isso? Eu nem como arroz!"

Apesar do conflito que isso pode gerar, nós precisamos convencer. Convencer a cada um deles, de que
ansiedade não engorda, faz comer. Explicar que não estamos dizendo que eles mentem, nem julgando seus comportamentos. Queremos descobrir um caminho, por onde começar ajudá-los. Não há como corrigir uma falha, sem identificá-la de antemão.

Será que estou passando dos limites?

Comer muito, nem sempre é sinônimo de um prato volumoso. Podemos observar sempre que vamos a um restaurante por quilo, pessoas com pratos minúsculos e altamento calóricos. Geralmente sem arroz ou feijão, mas sem abrir mão de um pastelzinho, uma minúscula liguiça calabresa e uma única colher de sopa de farofa ou maionese. E os colegas de trabalho, ainda reforçam, "mas você come muito pouco". Pura ilusão, pois além de muito calórico, essa refeição trará saciedade muito curta e em pouco tempo essa pessoa estará procurando algo para beliscar. E ainda continua achando que come realmente pouco.

Muitos nem almoçam, mas passam a tarde toda beliscando. São pequenas porções de castanhas, bolachinhas, barras de cereal, café adoçado com açúcar ou chocolate de máquina. Um pouquinho de cada vez, sem excessos! Ao final do dia, somadas as calorias, elas ultrapassam em muito as recomendações diárias e um exemplo disso é que apenas 100g de castanhas podem conter quase 1000 calorias e cada 4 bolachinhas de água e sal equivalem a um pão francês. Melhor seria almoçar normalmente.

O final de semana nunca é computado. As pessoas pensam sempre na
dieta de segunda a sexta feira. São grandes quantidades de alimentos e bebidas ingeridos todo sábado e domingo, ou o que é ainda pior, sexta, sábado e domingo. Sim, porque para muitos, sexta feira já faz parte do final de semana, a partir da "happy hour". Além disso, nos finais de semana, o lazer se confunde com o alimento e fica difícil perceber os excessos. Cafés na padaria, almoços nas praças de alimentação dos shoppings e aquela saída básica para jantar no sábado. Afinal de contas, a semana é muito dura!  

Bebida alcoólica não é comida, mas muitas vezes faz parte dela e ninguém percebe isso. Além do mais, quando bebemos, beliscamos alimentos calóricos e comemos mais. A bebida apura o paladar e nos libera do controle do volume alimentar. O resultado é que quem aprecia bebidas alcoólicas com frequência, dificilmente se mantém magro, uma vez que o álcool, com suas 7 calorias por grama, adiciona um teor calórico jamais pensado ao cardápio das pessoas.

Sucos e frutas e uma grande quantidade de alimentos saudáveis, não deixam de ter calorias, às vezes em excesso. Veja o caso do suco de laranja com sua média de 150 calorias, uma posta de salmão com 300 calorias, dois fios de azeite naquela salada perfeita, 100 calorias. Todos passam despercebidos, com a ideia de que o que é saudável não engorda. Ledo engano!  

Engordamos sempre que comemos mais do que gastamos. Se uma pessoa exceder apenas 100 calorias - uma maçã - em sua ingestão diária, ela poderá, ao final de um ano, ganhar cerca de 5 kg. Analisada por essa ótica das ciências exatas, parece simples a compreensão do ganho de peso. Acontece que para a grande maioria das pessoas, isso não é tão simples. Por isso elas continuam a buscar uma causa para o ganho de peso, além do seu comportamento alimentar, mesmo que para isso, elas tenham que negar todas as evidências do fato.

Para conseguir perder peso, é preciso nos desarmar da nossa própria resistência em perceber tudo o que comemos ou de procurar doenças onde só exista comportamento alimentar inadequado. Dificilmente estaremos entre a minoria de 1% das pessoas que engordam por doença. Muito mais provável que estejamos entre as demais 99%.

Fonte: Site Minha Vida - Yahoo                                          Imagem: Site editora Abril

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